A existência de uma grande cadeia de montanhas
submersa no Oceano Atlântico, a Dorsal atlântica, ajuda a explicar a pouca probabilidade de ocorrerem tsunamis na costa brasileira, provenientes de forças internas. Isso se deve ao fato de:
A A Dorsal atlântica situa-se entre a América do
Sul e a África, em uma região onde as placas
sul-americana e africana se atritam, e se aproximam. Nessas áreas não é comum a existência de maremotos e, consequentemente, de
tsunamis.
B A Dorsal atlântica situa-se entre a América do
Sul e a África, em uma região onde as placas
sul-americana e caribeana não se atritam, mas
se afastam. Nessas áreas não é comum a existência de maremotos e, consequentemente, de tsunamis.
C A Dorsal atlântica situa-se entre a América do
Sul e a África, em uma região onde as placas
sul-americana e caribeana se atritam, e se
aproximam. Nessas áreas não é comum a existência de maremotos e, consequentemente, de tsunamis.
D A Dorsal atlântica situa-se entre a América do
Sul e a África, em uma região onde as placas sul-americana e africana não se atritam, mas se afastam. Nessas áreas não é comum a existência de maremotos e, consequentemente, de tsunamis.
E A Dorsal atlântica situa-se entre a placa de
Nazca e a Americana, em uma região onde as placas sul-americana e de Nazca não se atritam, mas se afastam. Nessas áreas não é comum a existência de maremotos e, consequentemente, de tsunamis.