O transtorno do espectro autista – TEA – é um transtorno do desenvolvimento humano que vem
sendo analisado pela ciência há aproximadamente seis décadas. No entanto, ainda existem questões
desconhecidas e divergências sobre o tema. Sobre o TEA e as possibilidades de intervenção do
terapeuta ocupacional junto à pessoa com TEA é correto afirmar o seguinte:
A O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) – DSM- 5 constitui-se atualmente como a principal parâmetro para o diagnóstico do TEA, apresenta uma recente classificação focadas em quatro condições: déficit em comunicação; em interação social; em padrão de comportamento; e atividades e interesses restritivos e repetitivos, que se apresentam em diferentes níveis de severidade.
B o ABA, que, em sua tradução livre para o português, significa ―tratamento e educação para crianças autistas e com distúrbios correlatos da comunicação‖, é um dos principais métodos de intervenção junto à pessoa com TEA e se baseia na organização do ambiente, por meio do estabelecimento de rotinas sistematizadas em quadros, painéis ou agendas, bem como de sistemas de trabalho objetivando a ajudar a criança a compreender o ambiente.
C o TEA é um transtorno no desenvolvimento humano que tem como características prejuízos à pessoa com autismo no que tange à interação social e à comunicação verbal. No entanto, não há prejuízo na comunicação não verbal e tal distúrbio apresenta-se, geralmente, na segunda infância.
D um dos principais métodos de intervenção junto à pessoa com TEA é denominado ABA. Trata-se de um sistema de comunicação por trocas de figuras. Esse sistema busca ajudar a criança a perceber que, por meio de uma comunicação efetiva, ela pode atingir de forma mais fácil seus interesses e objetivos. Uma crítica ao ABA consiste no fato de que ele supostamente ‗robotizaria‘ as crianças.