Homem, 68 anos, advogado, se apresenta com queixa de “perda de memória” há seis meses. Conta que está com maior
dificuldade para se lembrar de compromissos, necessitando de fazer mais anotações do que o habitual para não perdê-los.
Dificuldade para evocar nomes de familiares distantes ou pessoas que têm menor convívio. Nega perda de funcionalidade,
continua trabalhando normalmente. Minimental 30/30. Avaliação neurológica com discreto prejuízo no domínio da memória
e funções executivas. Investigação complementar com RNM de crânio e exames laboratoriais sem alterações (incluindo
sorologias). Em relação a esse paciente, podemos afirmar que o diagnóstico mais provável é: