Um jovem de 18 anos foi considerado culpado por um
crime de estupro de uma jovem que se encontrava bastante alcoolizada e desorientada. O jovem reconhece ter
cometido o ato, mas não se sente responsável porque a
vítima não ofereceu resistência. O advogado do jovem
consulta um psicólogo sobre a possibilidade de substituir
o encarceramento por um encontro restaurativo. Nessas
circunstâncias, segundo H. Zehr (2012), cabe ao psicólogo esclarecer que