Em grande parte dos pacientes com esquizofrenia, os
antipsicóticos de primeira linha são eficazes na redução
dos sintomas positivos. No entanto, cerca de um quinto
dos pacientes em primeiro episódio psicótico e até
metade daqueles em estágios mais crônicos da doença
não apresentam resposta mínima ao tratamento com
esses medicamentos. Esses casos são classificados
como esquizofrenia resistente ao tratamento (ERT), caracterizando uma condição em que a doença não
responde adequadamente às terapias padrão, exigindo
abordagens terapêuticas alternativas e estratégias mais
intensivas para o manejo dos sintomas e a melhora da
qualidade de vida dos pacientes. Um dos critérios para
ser considerado ERT, é: