D. Carmem, diretora de escola, atua numa instituição de
Educação Infantil há muitos anos sendo muito amiga dos
docentes chamando-os de filhos. Já aconteceu de um
professor faltar, recorrentemente, e D. Carmem se
questionar se devia colocar falta ou não, pois além de ser
amiga próxima dele, sabia que tinha um parente doente.
Resolveu por não colocar. Segundo o Decreto nº 1.171, de 22
de junho de 1994, que aprova o Código de Ética Profissional
do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, D.
Carmem agiu: