Leia o texto abaixo.
“[...] as instituições públicas, privadas e da sociedade civil definem, regulamentam e
transmitem um modo de funcionamento que torna homogêneo e uniforme não só
processos, ferramentas, sistema de valores, mas também o perfil de seus empregados
e lideranças, majoritariamente masculino e branco. Essa tramitação atravessa
gerações e altera pouco a hierarquia das relações de dominação ali incrustadas. Esse
fenômeno tem um nome, branquitude, e sua perpetuação no tempo se deve a um pacto
de cumplicidade não verbalizado entre pessoas brancas que visam manter seus
privilégios. E claro que elas competem entre si, mas é uma competição entre ‘iguais’”
(Bento, 2022, p. 18).
A partir do texto, é possível o entendimento de que o “pacto da branquitude”