Um dos principais descentramentos da identidade e do
sujeito ocorre no trabalho do filósofo e historiador Michel
Foucault. Numa série de estudos, Foucault produziu uma
espécie de “genealogia do sujeito moderno”. Foucault
destaca um novo tipo de poder, que ele chama de “poder
disciplinar”, e que se desdobra ao longo do século XIX,
chegando ao seu desenvolvimento máximo no início do
século XX.
(Stuart Hall, A identidade cultural na pós-modernidade, 2006. Adaptado)
Como destaca Hall, o poder disciplinar estudado por
Michel Foucault teria como objetivo central