No caso de uma unidade de hemoterapia, uma falha pode
ocorrer em diversas etapas do processo, resultando em riscos
graves como a contaminação do sangue, a administração de
componentes inadequados, os erros na identificação de pacientes
ou até mesmo erros no armazenamento e na distribuição dos
produtos. Tais falhas podem causar desde danos diretos à saúde
dos pacientes até repercussões legais e danos à reputação da
instituição. A melhor ferramenta a ser utilizada para identificar e
minimizar potenciais falhas e riscos é: