Leia o seguinte trecho e observe atentamente as orações introduzidas pela palavra "que":
"Uma moça que (1) professasse ideias filosóficas a respeito do amor e do casamento diria que (2) os impulsos do coração
estavam antes de tudo. Rosina não era inteiramente avessa
aos impulsos do coração e à filosofia do amor; mas tinha
ambição de figurar alguma cousa, morria por vestidos novos
e espetáculos frequentes, gostava enfim de viver à luz pública.
Tudo isso podia dar-lhe, com o tempo, o rapaz de nariz
comprido, que (3) ela antevia já na direção da casa em que (4)
trabalhava; o Ernesto porém era difícil que (5) passasse do
lugar que (6) tinha no arsenal, e em todo caso não subiria
muito nem depressa".
Fonte: MACHADO DE ASSIS, S. M. "Ernesto de tal" in Histórias da meianoite. Rio de Janeiro: Garnier. 1989. pp. 83.
A palavra "que" funciona como o pronome relativo em: