Empresas se unem para impulsionar
o
mercado voluntário de carbono
Empresas e instituições de diversos setores no Brasil —
Amaggi, Auren, B3, Bayer, BNDES, CBA, Dow, Natura,
Rabobank, Raízen, Vale, Votorantim e Votorantim Cimentos
— se uniram com o objetivo de estruturar ações-chave para
desenvolver o mercado voluntário de carbono no Brasil e
contribuir com o mercado global de créditos de carbono de
alta integridade. A descarbonização da economia até 2050 é
uma prioridade para diversos países, que representam mais
de 90% do PIB global, e para mais de 2.500 empresas globais,
e esses números continuam a crescer.
(Empresas se unem para impulsionar o mercado voluntário de carbono | Exame.)
Segundo estudos, o Brasil tem potencial de gerar até 15% da
oferta mundial de créditos voluntários de carbono por meio
de soluções naturais, dentre as quais podemos apontar: