O enxugamento de direitos sociais e a ausência ou retirada do
Estado em ofertas de serviços que os concretizem aumenta a
demanda institucional para a realização de estudos
socioeconômicos, perícias sociais e seus registros. Assim, o
processo de trabalho profissional começa a ser permeado pela
burocratização e ações repetitivas.
No entender de Coelho (2013), a prática burocrática obedece às
normas, às regras, aos procedimentos e às ações formalmente
estabelecidas.
Dessa forma, na prática do assistente social: