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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Agora, os pequenos sinais estão em toda parte. Artifícios inteligentes tomam decisões no lugar das pessoas de carne e osso. No trânsito, quem resolve se você vai virar à esquerda ou à direita é um algoritmo, que lhe dá ordens pela tela eletrônica. Por um sistema parecido, o taxista fica sabendo qual será o passageiro e em que endereço deve apanhá-lo. Ninguém escapa. Às vezes mais, às vezes menos, todo mundo segue a batuta de programas informatizados que dirigem a rotina das populações conectadas. O batimento cardíaco dos anônimos, o tráfego aéreo, as ebulições das bolsas de valores, a sensação de que gostam ou não gostam da gente: tudo passa pelos dígitos. O que antes gostávamos de chamar de “livre-arbítrio” se reduziu, enfim, ao arbítrio das máquinas.
Sinais, muitos sinais. O eleitorado se apoia em filminhos da internet para escolher em quem votar. Muita mentira passa por aí, já sabemos. No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anuncia que sua maior preocupação é conter a disseminação daquelas cenas perfeitas, irretocavelmente verossímeis, em que um candidato, na frente das câmeras, diz, com todas as sílabas escandidas, uma frase que jamais pronunciou – tudo obra da cibernética. Esse tipo de truque maligno grassou nas eleições da vizinha Argentina, e já se anteveem complicações do lado de cá da fronteira.
Na imprensa de todos os continentes, as redações decretam normas de conduta para regular o uso de ferramentas de inteligência artificial por seus profissionais. As chances de sucesso são exíguas. A inteligência artificial soterra a atividade jornalística sem deixar a ninguém um tempinho que seja para respirar. Cada vez mais ela nos regula, sem ser regulada por nós.
Agora, esses pequenos sinais que estão em toda parte nos mostram que foi posto um limite virtual – apenas virtual, por enquanto – para a aventura humana sobre a Terra. A cada dia, o humano perde relevância. O humano, depreciadamente humano, deixa de ser protagonista do seu próprio destino. Pobre humano. O único evento no qual ainda exerce um papel de relevo é o aquecimento global, na sua tragédia final, o antropoceno. Fora isso, sobrou-lhe um bico de coadjuvante.
(Eugênio Bucci. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/
eugenio-bucci/alem-do-humano/. Acesso em 25.05.2024. Adaptado)
O monitoramento dos níveis de infestação por roedores é de grande importância para o estabelecimento das medidas a serem tomadas para o controle da infestação. Esses métodos são processos indiretos que permitem classificar as infestações em alta, média e baixa.
Considerando essa graduação, assinale a alternativa que contém apenas sinais que indiquem uma infestação média do ambiente por roedores.
Ao apresentar uma abordagem específica acerca do desenvolvimento e da aprendizagem, Weisz (1999) afirma que, em tal concepção, o avanço de um conhecimento menos elaborado para um mais elaborado é entendido como “um delicado casamento entre a disponibilidade da informação externa e a possibilidade da construção interna”. Nos termos da autora, trata-se de um modelo explicativo da aprendizagem que considera, ao mesmo tempo, as possibilidades do sujeito e as condições do meio.
A abordagem referida por Weisz é denominada:
Um usuário, utilizando o explorador de arquivos do Windows 10 em sua configuração-padrão, criou um atalho para um documento do tipo PDF, estando ambos, o arquivo e seu atalho, localizados na Área de Trabalho. Posteriormente, o usuário moveu o arquivo original para outra pasta.
Assinale a alternativa que indica o que acontecerá quando o usuário efetuar duplo clique sobre o atalho para o documento.
Em seu livro Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar, Freire (1997) opõe-se, desde o título, à prática de identificar professoras como tias, tal como ocorre em algumas escolas em que as crianças são incentivadas a assim se referirem às docentes.
O autor justifica seu posicionamento, entre outros motivos, pelo fato de que
Em uma cidade do interior, entre os anos de 2021 e 2023, houve um surto de tuberculose bovina que afetou a maioria das propriedades rurais e que resultou em um grande número de casos de tuberculose em humanos. Ao fazer o levantamento dos dados epidemiológicos, foi constatado que, durante esse período, aproximadamente 300 pessoas foram infectadas por tuberculose bovina, sendo 200 casos identificados entre 2021-2022 e 100 casos entre 2022-2023. A cidade em questão tem 10000 habitantes e, devido à vocação rural, aproximadamente 40% da população vive na área rural e está envolvida em atividades laborais com bovinos. Porém, no ano de 2023, em razão de uma obra para construção de uma barragem, 1000 trabalhadores foram contratados e passaram a viver nessa cidade, sem que tenha sido identificado nenhum trabalhador com tuberculose no início da obra.
Considerando o caso descrito e a população de risco, assinale a alternativa correta.
A Lei Federal no 8.080 é um marco fundamental na saúde pública brasileira e estabelece as bases para a organização e o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS).
Com base no disposto nessa Lei, assinale a alternativa correta sobre o que compete à direção estadual do SUS.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Agora, os pequenos sinais estão em toda parte. Artifícios inteligentes tomam decisões no lugar das pessoas de carne e osso. No trânsito, quem resolve se você vai virar à esquerda ou à direita é um algoritmo, que lhe dá ordens pela tela eletrônica. Por um sistema parecido, o taxista fica sabendo qual será o passageiro e em que endereço deve apanhá-lo. Ninguém escapa. Às vezes mais, às vezes menos, todo mundo segue a batuta de programas informatizados que dirigem a rotina das populações conectadas. O batimento cardíaco dos anônimos, o tráfego aéreo, as ebulições das bolsas de valores, a sensação de que gostam ou não gostam da gente: tudo passa pelos dígitos. O que antes gostávamos de chamar de “livre-arbítrio” se reduziu, enfim, ao arbítrio das máquinas.
Sinais, muitos sinais. O eleitorado se apoia em filminhos da internet para escolher em quem votar. Muita mentira passa por aí, já sabemos. No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anuncia que sua maior preocupação é conter a disseminação daquelas cenas perfeitas, irretocavelmente verossímeis, em que um candidato, na frente das câmeras, diz, com todas as sílabas escandidas, uma frase que jamais pronunciou – tudo obra da cibernética. Esse tipo de truque maligno grassou nas eleições da vizinha Argentina, e já se anteveem complicações do lado de cá da fronteira.
Na imprensa de todos os continentes, as redações decretam normas de conduta para regular o uso de ferramentas de inteligência artificial por seus profissionais. As chances de sucesso são exíguas. A inteligência artificial soterra a atividade jornalística sem deixar a ninguém um tempinho que seja para respirar. Cada vez mais ela nos regula, sem ser regulada por nós.
Agora, esses pequenos sinais que estão em toda parte nos mostram que foi posto um limite virtual – apenas virtual, por enquanto – para a aventura humana sobre a Terra. A cada dia, o humano perde relevância. O humano, depreciadamente humano, deixa de ser protagonista do seu próprio destino. Pobre humano. O único evento no qual ainda exerce um papel de relevo é o aquecimento global, na sua tragédia final, o antropoceno. Fora isso, sobrou-lhe um bico de coadjuvante.
(Eugênio Bucci. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/
eugenio-bucci/alem-do-humano/. Acesso em 25.05.2024. Adaptado)
Em suas reflexões, Paro (2001) expõe as bases para sua compreensão da autonomia escolar. Assinale a alternativa que apresenta uma asserção coerente com a perspectiva defendida pelo autor.