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A meta 5 do Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005/2014) previa alfabetizar todas as crianças, no máximo, até
A toxoplasmose é uma coccidiose dos felídeos causada pelo Toxoplasma gondii, um parasita intracelular obrigatório, sendo uma das parasitoses mais comuns com potencial de afetar animais e humanos.
Considerando a etiologia da doença, assinale a alternativa correta.
Segundo Oliveira (in La Taille; Oliveira; Dantas, 1992), a compreensão de Vygotsky acerca do processo de formação de conceitos sintetiza algumas das principais concepções do autor sobre o desenvolvimento humano.
Conforme a pesquisadora, as teorizações vygotskianas pressupõem que os conceitos são
Os mosquitos são insetos dípteros; os adultos são alados, e, na grande maioria, as fêmeas são hematófagas. As fases imaturas são de hábitos aquáticos. Considerando o ponto de vista sanitário, os gêneros Culex, Aedes, Anopheles, Lutzomyia, Simullium apresentam grande relevância.
Assinale a alternativa correta sobre as principais doenças transmitidas por cada gênero mencionado, respectivamente.
Soares (2004) traça um histórico da emergência da noção de letramento no Brasil e em outros contextos internacionais.
De acordo com a argumentação proposta pela autora a partir dessa contextualização, letramento e alfabetização são processos
As idades dos dois alunos mais novos de uma escola de futebol são, respectivamente, 6 anos e 7 anos, e as idades dos três mais velhos são, respectivamente, 10 anos, 11 anos e 12 anos. Todos os demais alunos dessa escola têm 8 anos, e a média aritmética das idades de todos os alunos da escola é igual a 8,3 anos.
O número de alunos com 8 anos nessa escola é igual a:
Nóvoa (2009) defende que a formação de professores deve passar para dentro da profissão, isto é, deve basear-se na aquisição de uma cultura profissional.
Na perspectiva do autor, isso implica
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Compreendo perfeitamente o pintor Raimundo Nogueira. Ele, a mais bem-humorada e a mais cordial de todas as criaturas que conheço, cortou relações há alguns anos com um sujeito. Fez deste o seu único inimigo, negando-lhe cumprimento. E andou certo, a meu ver. O indivíduo em apreço, naquela época ainda em muito boas relações com o Raimundo, era dono duma churrascaria em Ipanema e dum terreno que desejava vender. O pintor se interessou pelo lote e foi vê-lo; no dia seguinte levou a família e, mal chegou ao lugar, ficou indignado e voltou: o proprietário do lote mandara derrubar uma frondosa mangueira que tinha lá. Na churrascaria, houve o seguinte diálogo:
Raimundo: – E a árvore? E a mangueira?
Dono: – Mandei cortar.
Raimundo: – Por quê, rapaz? Por quê?
Dono: – Acho que os pretendentes podem ver melhor o terreno sem a árvore.
Raimundo: – Ah, é assim, não é? Então, é favor não falar mais comigo.
Foi-se embora; desde então, quando passa defronte da churrascaria, Raimundo vira o rosto. Há entre churrasqueiro e pintor uma árvore morta.
Não sei com quem brigar, a quem virar o rosto. Mas cortaram também a amendoeira que existia debaixo da minha janela, no quintal ao lado. Era uma das maiores e das mais bonitas amendoeiras do Rio. Foi abaixo, para ceder lugar a uma garagem. Ora, seu tronco era longo, portanto, seria a coisa mais simples do mundo fazer um buraco no teto da garagem para o tronco passar, antes de se abrir em galhos e folhas no alto. A ideia não ocorreu ao proprietário do edifício que se constrói e que julgou ainda mais simples pôr a árvore no chão. Trata-se duma alma irmã à do churrasqueiro. Um sujeito que não merece o meu respeito ou a minha confiança. Assim, em meu nome, no do pintor Raimundo Nogueira e de todas as pessoas que gostam de árvores, eu o mando para o diabo que o carregue.
(Paulo Mendes Campos. Árvores. Disponível em: https://cronicabrasileira. org.br/cronicas/19359/arvores. Acesso em 23.05.2024. Adaptado)
Veiga (2009) discute o papel do projeto político-pedagógico e da gestão democrática na promoção de uma educação de qualidade. Conforme a autora, a educação de qualidade é sustentada por dois eixos:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Compreendo perfeitamente o pintor Raimundo Nogueira. Ele, a mais bem-humorada e a mais cordial de todas as criaturas que conheço, cortou relações há alguns anos com um sujeito. Fez deste o seu único inimigo, negando-lhe cumprimento. E andou certo, a meu ver. O indivíduo em apreço, naquela época ainda em muito boas relações com o Raimundo, era dono duma churrascaria em Ipanema e dum terreno que desejava vender. O pintor se interessou pelo lote e foi vê-lo; no dia seguinte levou a família e, mal chegou ao lugar, ficou indignado e voltou: o proprietário do lote mandara derrubar uma frondosa mangueira que tinha lá. Na churrascaria, houve o seguinte diálogo:
Raimundo: – E a árvore? E a mangueira?
Dono: – Mandei cortar.
Raimundo: – Por quê, rapaz? Por quê?
Dono: – Acho que os pretendentes podem ver melhor o terreno sem a árvore.
Raimundo: – Ah, é assim, não é? Então, é favor não falar mais comigo.
Foi-se embora; desde então, quando passa defronte da churrascaria, Raimundo vira o rosto. Há entre churrasqueiro e pintor uma árvore morta.
Não sei com quem brigar, a quem virar o rosto. Mas cortaram também a amendoeira que existia debaixo da minha janela, no quintal ao lado. Era uma das maiores e das mais bonitas amendoeiras do Rio. Foi abaixo, para ceder lugar a uma garagem. Ora, seu tronco era longo, portanto, seria a coisa mais simples do mundo fazer um buraco no teto da garagem para o tronco passar, antes de se abrir em galhos e folhas no alto. A ideia não ocorreu ao proprietário do edifício que se constrói e que julgou ainda mais simples pôr a árvore no chão. Trata-se duma alma irmã à do churrasqueiro. Um sujeito que não merece o meu respeito ou a minha confiança. Assim, em meu nome, no do pintor Raimundo Nogueira e de todas as pessoas que gostam de árvores, eu o mando para o diabo que o carregue.
(Paulo Mendes Campos. Árvores. Disponível em: https://cronicabrasileira. org.br/cronicas/19359/arvores. Acesso em 23.05.2024. Adaptado)