Ícone Questionei
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

Logo Questioneiquestionei.com
  1. Início/
  2. Questões

Questões

Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!

Filtros

Disciplina
Tema
Cargo
Dificuldade
Banca
Ano
Organização

Excluir questões:

Filtrar por:

Seus filtros aparecerão aqui.

10 por página

1

457941201587444
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pontuação | Análise Textual
Texto associado
Casas amáveis


       Vocês me dirão que as casas antigas têm ratos, goteiras, portas e janelas empenadas, trincos que não correm, encanamentos que não funcionam. Mas não acontece o mesmo com tantos apartamentos novinhos em folha?
        Agora, o que nenhum arranha-céu poderá ter, e as casas antigas tinham, é esse ar humano, esse modo comunicativo, essa expressão de gentileza que enchiam de mensagens amáveis as ruas de outrora.
      Havia o feitio da casa: os chalés, com aquelas rendas de madeira pelo telhado, pelas varandas, eram uma festa, uma alegria, um vestido de noiva, uma árvore de Natal.
       As casas de platibanda expunham todos os seus disparates felizes: jarros e compoteiras lá no alto, moças recostadas em brasões, pássaros de asas abertas, painéis com datas e monogramas em relevos de ouro. Tudo isso queria dizer alguma coisa: as fachadas esforçavam-se por falar. E ouvia-se a sua linguagem com enternecimento. Mas, hoje, quem se detém a olhar para rosas esculpidas, acentos, estrelas, cupidos, esfinges, cariátides? Eram recordações mediterrâneas, orientais: mitologia, paganismo, saudade. (Que quer dizer saudade? E para que e o que recordar?)
         Os jardins tinham suas deusas, seus anões; possuíam mesmo bosques, onde morariam ecos e oráculos; e pequenas cascatas, pequenas grutas com um pouco d'água para os peixinhos. Possuíam canteiros de flores obscuras – violetas, amores- -perfeitos – para serem vistas só de perto, carinhosamente, uma por uma, de cor em cor. (Hoje, estes ventos grandiosos apagam tudo.)
       E, lá dentro, as casas tinham corredores crepusculares, porões úmidos, habitados por certos fantasmas domésticos, que de vez em quando se faziam lembrar, com seus pálidos sopros, seus transparentes calcanhares, suas algemas de escravidão.
         As famílias abrigavam cortejos de mortos.
        E havia as claraboias. Luz como aquela? Nem a do luar! – uma suavidade de cinza e marfim, a maciez da seda, o fulgor da opala. As casas eram o retrato de seus proprietários. Sabia-se logo de suas virtudes e defeitos. Retratos expostos ao público: nem sempre simpáticos, mas geralmente fiéis.
     Agora, os andaimes sobem, para os arranha-céus vitoriosos, frios e monótonos, tão seguros de sua utilidade que não podem suspeitar da sua ausência de gentileza.
      Qualquer dia, também desaparecerão essas últimas casas coloridas que exibem a todos os passantes suas ingênuas alegrias íntimas – flores de papel, abajures encarnados, colchas de franjas – e sujas risonhas proprietárias têm sempre um Y no nome, Yara, Nancy, Jeny... Ah! Não veremos mais essas palavras, em diagonal, por cima das janelas, de cortininhas arregaçadas, com um gatinho dormindo no peitoril.
       Afinal, tudo serão arranha-céus. (Ninguém mais quer ser como é: todos querem ser como os outros são.)
         E eis que as ruas ficarão profundamente tristes, sem a graça, o encanto, a surpresa das casas que vão sendo derrubadas. Casas suntuosas ou modestas, mas expressivas, comunicantes. Casas amáveis.


(MEIRELES, Cecília. Casas amáveis. Jornal “O Estado de São Paulo”. Escolha o seu sonho. 1ª edição. Ed. Record.)
Considere os trechos “(Que quer dizer saudade? E para que e o que recordar?)” (4º§); “(Hoje, estes ventos grandiosos apagam tudo.)” (5º§); e “(Ninguém mais quer ser como é: todos querem ser como os outros são.)” (11º§). É correto afirmar que os parênteses foram empregados com a seguinte finalidade: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

2

457941201306890
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe
Texto associado
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
“É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes.” (6º§). Considere o trecho anterior e assinale a afirmativa correta.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

3

457941200619033
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Morfossintática da Palavra 'Como'
Texto associado
A borboleta amarela


        Era uma borboleta. Passou roçando em meus cabelos, e no primeiro instante pensei que fosse uma bruxa ou qualquer outro desses insetos que fazem vida urbana; mas, como olhasse, vi que era uma borboleta amarela.

        Era na esquina de Graça Aranha com Araújo Porto Alegre; ela borboleteava junto ao mármore negro do Grande Ponto; depois desceu, passando em face das vitrinas de conservas e uísques; eu vinha na mesma direção; logo estávamos defronte da A.B.I.. Entrou um instante no hall, entre duas colunas; seria uma jornalista? – pensei com certo tédio.

      Mas logo saiu. E subiu mais alto, acima das colunas, até o travertino encardido. Na rua México eu tive de esperar que o sinal abrisse: ela tocou, fagueira, para o outro lado, indiferente aos carros que passavam roncando sob suas leves asas. Fiquei a olhá-la. Tão amarela e tão contente da vida, de onde vinha, aonde iria? Fora trazida pelo vento das ilhas – ou descera no seu voo sassaricante e leve da floresta da Tijuca ou de algum morro – talvez o de São Bento. Onde estaria uma hora antes, qual sua idade? Nada sei de borboletas. Nascera, acaso, no jardim do Ministério da Educação? Não; o Burle Marx faz bons jardins, mas creio que ainda não os fez com borboletas – o que, aliás, é uma boa ideia. Quando eu o mandar fazer os jardins de meu palácio, direi: Burle, aqui sobre esses manacás, quero uma borboleta amare... Mas o sinal abriu e atravessei a rua correndo, pois já ia perdendo de vista a minha borboleta.

        A minha borboleta! Isso, que agora eu disse sem querer, era o que eu sentia naquele instante: a borboleta era minha – como se fosse meu cão ou minha amada de vestido amarelo que tivesse atravessado a rua na minha frente, e eu devesse segui- -la. Reparei que nenhum transeunte olhava a borboleta; eles passavam, devagar ou depressa, vendo vagamente outras coisas – as casas, os veículos ou se vendo –, só eu vira a borboleta, e a seguia, com meu passo fiel. Naquele ângulo há um jardinzinho, atrás da Biblioteca Nacional. Ela passou entre os ramos de uma acácia e de uma árvore sem folhas, talvez um “flamboyant”; havia, naquela hora, um casal de namorados pobres em um banco, e dois ou três sujeitos espalhados pelos outros bancos, dos quais uns são de pedra, outros de madeira, sendo que estes são pintados de azul e branco. Notei isso pela primeira vez, aliás, naquele instante, eu que sempre passo por ali; é que a minha borboleta amarela se tornava sensível às cores.

      Ela borboleteou um instante sobre o casal de namorados; depois passou quase junto da cabeça de um mulato magro, sem gravata, que descansava num banco; e seguiu em direção à Avenida. Amanhã eu conto mais.




(BRAGA, Rubem. A Borboleta Amarela. Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1963. p. 170-176. Adaptado.)

No trecho “[…] a borboleta era minha – como se fosse meu cão ou minha amada de vestido amarelo que tivesse atravessado a rua na minha frente, […]” (4º§), a palavra em destaque transmite sentido de: 

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

4

457941201034034
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Meio Ambiente e SustentabilidadeTemas: Meio Ambiente | Sustentabilidade e Meio Ambiente
Dia Mundial do Meio Ambiente: a saúde do Planeta e a da humanidade estão interligadas


No dia 5 de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, uma data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1972, com o objetivo de promover a conscientização e a ação global em prol da proteção do meio ambiente. A celebração é um lembrete da necessidade urgente de ação coordenada para mitigar as mudanças climáticas e proteger a saúde humana. A causa do meio ambiente se torna ainda mais urgente recentemente devido à crescente frequência de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, secas severas e enchentes devastadoras, que têm causado impactos significativos. Face a tal cenário, a relação entre meio ambiente e saúde não pode ser ignorada. A proteção ao meio ambiente é, essencialmente, a proteção à vida humana.


(Disponível em: https://fiocruz.br/noticia. Acesso em: junho de 2025.)



As datas comemorativas têm por função a garantia da memória coletiva acerca de um tema ou acontecimento. No caso do Dia do Meio Ambiente, pode-se vislumbrar sua importância internacional para a proteção das diferentes formas de vida na Terra. São ações coletivas que podem contribuir para a preservação e a manutenção do meio ambiente: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

5

457941201823866
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Redes de Computadores e Segurança de RedesTemas: Fundamentos de Redes de Computadores | Protocolos
Os navegadores são responsáveis por carregar as páginas e exibir todo o conteúdo existente nos sites. Para que isso aconteça, existe um protocolo responsável por interpretar o código que está por trás das páginas e apresentá-lo em um formato visual, compreensível para o usuário. Qual protocolo é responsável por essas funções? 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

6

457941200361774
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Informática BásicaTemas: Pacotes de Produtividade: Microsoft Office, BrOffice, OpenOffice, LibreOffice | Planilhas Eletrônicas - Excel e Calc
Ricardo está utilizando o Microsoft Excel 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) para criar uma planilha. Em determinado momento, ele precisou realizar uma divisão envolvendo as células “A10” e “B10” na célula “C10” para obter o resultado desejado. Qual fórmula Ricardo aplicou na célula “C10” para realizar essa divisão?
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

7

457941201986511
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Odontologia ClínicaTemas: Legislação Odontológica | Lei nº 11.889/2008 - Técnico e Auxiliar em Saúde Bucal
A Lei nº 11.889/2008 regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Saúde Bucal (TSB) e de Auxiliar de Saúde Bucal (ASB) no Brasil. De acordo com essa normativa, o ASB pode:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

8

457941201743613
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Governo de Minas lança competição ‘Mestres da Merenda’ para valorizar as cantineiras das escolas da rede estadual


Programa estreia em setembro na Rede Minas com foco na alimentação escolar
e na culinária mineira.


Elas chegam antes do primeiro sinal bater, com olhos atentos e mãos que carregam o tempero na medida certa. As cantineiras das mais de 3,4 mil escolas estaduais de Minas não apenas alimentam os estudantes, mas também nutrem futuros. Para prestigiar as profissionais que transformam ingredientes simples em refeições cheias de afeto, o Governo de Minas anunciou, nesta sexta-feira (06/06), o programa de TV “Mestres da Merenda”, com estreia na Rede Minas, uma competição culinária voltada às Auxiliares de Serviços da Educação Básica (ASBs) da rede estadual de ensino.


(Disponível em: https://www.educacao.mg.gov.br. Acesso em: junho de 2025.)



A cultura brasileira se estende, de forma ampla e original, entre as diferentes unidades da federação. Em especial, o estado de Minas Gerais é tradicionalmente reconhecido pela sua gastronomia. Nesse sentido, medidas de valorização, como “Mestres da Merenda”, são relevantes socialmente, pois: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

9

457941201562543
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe
Texto associado
Uma vida ao lado


       Fina, a parede. 
       E, além dela, a vida do vizinho. Irritante a princípio. Ruídos, pancadas, tosse, tudo interferindo, infiltrando-se. Depois, aos poucos, familiar.
      Sabia-lhe o banho, as refeições, as horas de repouso. A cada gesto, um som. E no som, recriado, o via mover-se em geometrias idênticas às suas. A sala, o quarto, o corredor.
      Cada vez mais ligava-se ao vizinho, absorvendo seus hábitos. Ouvia bater de louças e se apressava à cozinha, vinham vozes moduladas e ligava a televisão. À noite só conseguia dormir depois do baque dos sapatos do outro, o ranger da cama assinalando que se metera entre lençóis.
     Perdia-o, porém, quando saía porta afora. Passos, tinir de chaves, lá se ia o vizinho. Sem ele, vazios a sala e o quarto, a parede emudecia, separando silêncios.
      Voltava ao fim do dia, pontual. Passos, tinir de chaves. Ele então acendia a luz ao estalar do interruptor do outro, e juntos punham a casa em andamento.
    Tentava, às vezes, seguir-lhe as andanças. Espiava pelo olho mágico estudando a paciência com que esperava o elevador, postava-se à janela para ver que direção tomava, em que ônibus subia.
      E, justamente numa tarde em que espreitava, viu o outro atravessar em má hora a rua movimentada, hesitar, correr e ser atropelado por um furgão.
       Percebeu que precisava trabalhar rápido. Sem hesitar, arrancou as portas dos armários, as cortinas, pegou a caixa de ferramentas, e começou a serrar, lixar, bater, colar.
     Tudo estava pronto quando ouviu o caixão do outro chegar para o velório. Sobre a mesa da sala, na exata posição em que o do vizinho deveria estar, colocou seu próprio caixão. Depois abriu a porta de par em par e, vestido no terno azul-marinho, deitou-se cruzando as mãos sobre o peito.
      Ainda teve tempo de pensar que tinha esquecido de engraxar os sapatos. E já os primeiros visitantes começavam a chegar, entrando com a mesma tristeza nos dois apartamentos, para prantear defuntos tão iguais.



(COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco. 1986.)
Considerando o excerto “Perdia-o, porém, quando saía porta afora.” (5º§), assinale, a seguir, o valor semântico atribuído ao vocábulo em destaque, tendo em vista o contexto no qual está inserido. 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

10

457941200352752
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: CISBAF - RJDisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Ciência, Tecnologia e Inovação Contemporâneas | Questões Socioculturais | Educação e Questões Socioculturais

Inteligência artificial na educação é tema de reunião do Brics Brasil


Em seminário organizado pelo Ministério da Educação, países do grupo debateram o uso ético e inclusivo da tecnologia na educação básica. Evento integra agenda que culminará em reunião de ministros em junho.


Os potenciais e os desafios das novas tecnologias na educação pública foram tema de agenda do Brics, com protagonismo do Brasil. O Ministério da Educação (MEC) organizou, na última terça-feira, 25 de fevereiro, o primeiro seminário virtual da atual presidência brasileira do Brics-Educação. [...] A diretora de Apoio à Gestão Educacional da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Anita Stefani, abriu o encontro informando que o MEC desenvolve estratégias, como cursos e o referencial de saberes digitais docentes, para que a Inteligência Artificial (IA) favoreça e amplie oportunidades, sem deixar a equidade de lado. “Entendemos que professores e gestores escolares devem se apropriar do potencial tecnológico da IA de forma crítica e produtiva, e, por isso, o trabalho com adaptação curricular e formação é fundamental”, explicou.


(Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias. Acesso em: junho de 2025.)



A tecnologia e a educação podem estabelecer conexões de contribuição mútua. No cenário atual, em que os smartphonessão acessórios indispensáveis no cotidiano, inclusive, entre adolescentes, pode-se pensar as contribuições das IAs, no contexto educacional, como:

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
..
Logo Questioneiquestionei.com