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1

457941201113186
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética | Razões e Proporções
Um agente arquivou 1 / 4 dos documentos financeiros num dia e no outro dia arquivou 2 / 3 dos documentos financeiros. Se ainda faltam arquivar 9 documentos financeiros, então o total dos documentos que já foram arquivados é:
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2

457941201022211
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Cálculo de Porcentagem | Aritmética
 Carlos digitou 48 páginas de um documento e ainda faltam digitar 60% das páginas. Nessas condições, o total de páginas que ainda faltam digitar é:
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3

457941201399413
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Fundamentos de Arte e Cultura
Aleijadinho foi escultor e arquiteto, artista plástico do barroco mineiro, e é até hoje considerado por muitos a maior expressão da arte brasileira. Na época, a descoberta da pedra sabão abriu novos horizontes a Aleijadinho, que esculpiu dois púlpitos para a Igreja de São José de Vila Rica. O ponto mais alto da arquitetura de Aleijadinho seria atingido num projeto da Igreja São Francisco de Assis. Assinale a alternativa que apresenta o nome real do Aleijadinho:
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4

457941200151730
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia | Advérbios
Texto associado

Um pé de milho

     Os americanos, através do radar, entraram em contato com a lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com meu pé de milho.

     Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.

    Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi numa noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando.

     Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas fores belas no mundo, e a for de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão frme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afrma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.

(BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27. Ed. Rio de Janeiro:

Record, 2007. p.77)

No primeiro parágrafo, a expressão “através do radar” cumpre papel adverbial e introduz, especifcamente, o valor semântico de:
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5

457941201946886
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Eventos Contemporâneos de 2018 | América Latina Contemporânea

“A situação econômica da Venezuela vai se agravar, a crise social vai se aprofundar ainda mais e não se vislumbra uma solução política. Em síntese, esta é análise que o Itamaraty faz sobre o quadro geral da Venezuela”.

G1 – Globo - 26/12/2017 (Texto adaptado)

O nome do presidente da Venezuela, em janeiro de 2018, é:

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6

457941201036446
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Questões Sociais | Saúde Pública

Um velho inimigo volta a assombrar o Brasil, a febre amarela. Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue, chikungunya e do zika vírus. A doença se espalhou pelo Rio de Janeiro durante o governo de Rodrigues Alves (1902 - 1906) causando sérios impactos sociais e econômicos.

O médico sanitarista chamado para conter essa e outras moléstias - como a varíola e a peste bubônica – que se proliferavam pela capital da República, assumindo caráter epidêmico, foi:

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7

457941200219671
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

Um pé de milho

     Os americanos, através do radar, entraram em contato com a lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com meu pé de milho.

     Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.

    Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi numa noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando.

     Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas fores belas no mundo, e a for de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão frme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afrma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.

(BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27. Ed. Rio de Janeiro:

Record, 2007. p.77)

Ao caracterizar—se, no terceiro parágrafo, como “um ignorante, um pobre homem da cidade”, o enunciador revela seu desconhecimento em relação:
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8

457941201993890
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Sequências Lógicas
O total de pessoas que constam do cadastro de uma empresa cujos nomes começam com a letra M é o mesmo que o próximo termo da sequencia lógica (3, 6, 18, 72, 360, ...). Nessas condições, a metade do total de pessoas que constam do cadastro dessa empresa e cujos nomes começam com a letra M é:
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9

457941201388653
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual
Texto associado

Um pé de milho

     Os americanos, através do radar, entraram em contato com a lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com meu pé de milho.

     Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.

    Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi numa noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando.

     Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas fores belas no mundo, e a for de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão frme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afrma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.

(BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27. Ed. Rio de Janeiro:

Record, 2007. p.77)

Considerando-se o contexto, pode-se inferir que a palavra em destaque, no trecho “Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa” (2º§), tem o sentido de algo muito:
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10

457941201879140
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: DIVIPREVDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Estrutura Textual
Texto associado

Um pé de milho

     Os americanos, através do radar, entraram em contato com a lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com meu pé de milho.

     Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.

    Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi numa noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando.

     Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas fores belas no mundo, e a for de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão frme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afrma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.

(BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27. Ed. Rio de Janeiro:

Record, 2007. p.77)

“Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho.” (3°§)


Para evitar a repetição de “pé de milho”, no trecho acima, o autor fez uso de um par de estratégias coesivas. Assinale-as.
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