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1

457941200216510
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

Texto 5

Rotina não é monotonia


A monotonia é a morte da motivação! Isso vale tanto nas relações afetivas como nas de trabalho. Não é por acaso que as pessoas que gerenciam outras no ambiente de trabalho procuram fazer com que a rotina tenha um padrão de sequência, de completude, mas tentam alterar a situação quando veem o risco de virar monotonia.


O automatismo é distrativo. Isso serve até para ver televisão. Quando o escritor mineiro Fernando Sabino dizia, de maneira genial, que “a televisão é o chiclete dos olhos”, era para descrever o estado em que você assiste a algo e não retém nada do conteúdo exibido. Na leitura, quando lemos de forma automática, chegamos ao pé da página do livro sem lembrar do que estava nas linhas superiores. Já a leitura rotineira é aquela em que você pega o material e vai lendo em sequência, procurando fruir. Quando você se distrai, é sinal de que ela se tornou automática.


CORTELLA, M. S. Por que fazemos o que fazemos? Aflições vitais sobre trabalho, carreira e realização. São Paulo: Planeta, 2016. p. 40-41. Adaptado.

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto 5.
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2

457941200082337
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Engenharia de Produção e OtimizaçãoTemas: Gestão da Produção
A posição volume-variedade de uma produção apresenta implicações para quase todos os aspectos de atividades.

É correto afirmar que o impacto de uma posição de alto volume e baixa variedade sobre uma operação apresenta:
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3

457941200999281
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Engenharia de Produção e OtimizaçãoTemas: Gestão da Produção
Existem diversos objetivos para um bom arranjo físico.

Analise alguns desses objetivos, abaixo:

1. A extensão do fluxo se refere à distância percorrida pelos materiais, informações ou clientes pelo arranjo físico.
2. A flexibilidade a longo prazo se refere à capacidade de o arranjo físico ser alterado à medida que as necessidades da operação mudam.
3. O conforto de mão de obra se refere à qualidade do ambiente em que os colaboradores são alocados, incluindo questões associadas à ventilação, à temperatura, ao ruído e à iluminação.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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4

457941201431003
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Engenharia de Produção e OtimizaçãoTemas: Gestão da Produção
O arranjo físico de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento físico dos recursos de transformação.

Entre as características dos arranjos físicos, é incorreto afirmar:
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5

457941200149231
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Meio Ambiente e SustentabilidadeTemas: Sustentabilidade | Fundamentos da Sustentabilidade
A sustentabilidade e a responsabilidade social corporativa são conceitos que cada vez mais fazem parte das preocupações empresariais.

Esses conceitos estão intimamente relacionados e sobre eles é incorreto afirmar:
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6

457941200706063
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Advérbios | Morfologia | Morfologia dos Pronomes | Sintaxe | Análise Textual | Regência Verbal e Nominal | Flexão de Modo Verbal | Pronomes Relativos | Flexão de Tempo Verbal | Conjunções | Morfologia Verbal | Compreensão e Interpretação Textual
Texto associado

Texto 1


A filosofia como forma de vida 


A filosofia, ao menos desde os tempos de Sócrates (século V a.C.), tinha como principal objetivo ajudar os sujeitos a não viver uma mera vida animal, aprendendo a construir uma forma de vida própria (bios) que fosse além da mera sobrevivência imposta pela vida biológica (zoe). Cada sujeito deveria criar a forma de sua vida de acordo com as opções axiológicas e suas convicções epistêmicas. 


Desse modo, o aparato conceitual desenvolvido por cada escola filosófica, episteme, tinha por finalidade auxiliar na constituição de um ethos ou modo de vida dos sujeitos. A finalidade filosófica de criar uma forma de vida é uma tarefa essencialmente ética. Só há ética no modo como o sujeito constitui sua vida. Como consequência, esse ethos influía nas formas coletivas que os sujeitos criaram nas pólis, política. Havia uma estreita relação entre a forma de vida e a forma política de governo.


A preocupação da filosofia por ajudar os sujeitos a criar uma forma de vida foi diminuindo a partir do século V d.C., com a transferência gradativa dessa tarefa para a teologia cristã, que vinha se consolidando como um saber que adaptou a mensagem bíblica e a tradição sapiencial oriental, própria da teologia semita, aos parâmetros da filosofia grega. Para uma parte significativa dos pensadores cristãos, a teologia cristã, do modo como eles a estavam construindo, era vista como a culminação da filosofia clássica. Michel Foucault considera que o momento crítico em que a filosofia se afastou da teologia, na sua originária missão de criar uma forma de vida, aconteceu no século XVII, quando a razão moderna separou definitivamente o conhecimento da ética, o saber do modo de ser. O que Foucault denominou de “momento cartesiano” representaria o declínio definitivo da filosofia moderna em sua missão de auxiliar os sujeitos a criar uma forma de vida.


Vários autores contemporâneos voltaram parte de suas pesquisas para essa problemática, identificando na filosofia um saber que tem a potencialidade de constituir formas de vida para os sujeitos. Para Foucault e Agamben, a filosofia é capaz de criar estilos de vida com autonomia efetiva dos sujeitos e, como consequência, uma prática que possibilite resistir aos dispositivos biopolíticos de sujeição e controle que dominam nossas sociedades.


RUIZ, C. B. A filosofia como forma de vida. Disponível em: <<http://

www.ihuonline.unisinos.br/artigo/5965-artigo-castor-bartolome-

Assinale a alternativa correta, com base no texto 1.
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7

457941200779257
Ano: 2018Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Tipos Textuais | Compreensão e Interpretação Textual | Categorias Textuais | Análise Textual
Texto associado
Um idoso na fila do Detran

    “O senhor aqui é idoso”, gritava a senhora para o guarda, no meio da confusão na porta do Detran da Avenida Presidente Vargas, apontando com o dedo o tal “senhor”. Como ninguém protestasse, o policial abriu o caminho para que o velhinho enfim passasse à frente de todo mundo para buscar a sua carteira. Olhei em volta e procurei com os olhos o velhinho, mas nada. De repente, percebi que o “idoso” que a dama solidária queria proteger do empurra-empurra não era outro senão eu.
    Até hoje não me refiz do choque, eu que já tinha me acostumado a vários e traumáticos ritos de passagem para a maturidade: dos 40, quando em crise se entra pela primeira vez nos “enta”; dos 50, quando, deprimido, se sente que jamais vai se fazer outros 50 (a gente acha que pode chegar aos 80, mas aos 100?); e dos 60, quando um eufemismo diz que a gente entrou na “terceira idade”. Nunca passou pela minha cabeça que houvesse uma outra passagem, um outro marco, aos 65 anos. E, muito menos, nunca achei que viesse a ser chamado, tão cedo, de “idoso”, ainda mais numa fila do Detran.
    Na hora, tive vontade de pedir à tal senhora que falasse mais baixo. Na verdade, tive vontade mesmo foi de lhe dizer: “idoso é o senhor seu pai”. O que mais irritava era a ausência total de hesitação ou dúvida. Como é que ela tinha tanta certeza? Que ousadia! Quem lhe garantia que eu tinha 65 anos, se nem pediu pra ver minha identidade? E o guarda paspalhão, por que não criou um caso, exigindo prova e documentos? Será que era tão evidente assim? Como além de idoso eu era um recém-operado, acabei aceitando ser colocado pela porta adentro. Mas confesso que furei a fila sonhando com a massa gritando, revoltada: “esse coroa tá furando a fila! Ele não é idoso! Manda ele lá pro fim!” Mas que nada, nem um pio.
    O silêncio de aprovação aumentava o sentimento de que eu era ao mesmo tempo privilegiado e vítima – do tempo. Me lembrei da manhã em que acordei fazendo 60 anos: “Isso é uma sacanagem comigo”, me disse, “eu não mereço.” Há poucos dias, ao revelar minha idade, uma jovem universitária reagira assim: “Mas ninguém lhe dá isso.” Respondi que, em matéria de idade, o triste é que ninguém precisa dar para você ter. De qualquer maneira, era um gentil consolo da linda jovem. Ali na porta do Detran, nem isso, nenhuma alma caridosa para me “dar” um pouco menos.

VENTURA, Z. Disponível em: <http://www.releituras.com/zven-tura_idoso.asp
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), considerando o texto.

( ) O texto é uma crônica que mescla trechos narrativos e comentários avaliativos.
( ) O texto é escrito com tom crítico e polêmico, pois denuncia o desrespeito com que o idoso é tratado no Brasil.
( ) Todos os acontecimentos mencionados no texto dizem respeito a um momento específico na vida do narrador.
( ) Trata-se de um texto subjetivo, de caráter reflexivo, construído a partir de um assunto do cotidiano.
( ) O autor coloca um toque de humor ao tratar de um acontecimento banal que, aparentemente, não teria significado relevante.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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8

457941200428965
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Língua InglesaTemas: Sinônimos | Adjetivos | Comparativo e Superlativo
Texto associado

The Pros and Cons of Nuclear Power


Since the disaster at the Fukushima nuclear power plant in Japan in 2011, a debate has been raging (1) the future of atomic energy. Consequently, the safety risks have been well publicized in the global media. But do the risks outweigh the damage that could be done to the planet because of our ongoing addiction to fossil fuels?


Even environmentalists don’t have the answer. They are split over nuclear (2) , and its pros and cons. Some say it is neither safe nor economical because it produces potentially (3) radioactive waste, and reactors are so costly to build. However, others believe nuclear energy is a necessary evil. They say we should continue using it until (4) energy sources, like wind turbines and solar panels, can meet global demand. Supporters also argue that nuclear energy helps cut down on carbon emissions from fossil fuels such as coal and natural gas, which are linked to global warming and pollute the environment. They say this is because nuclear reactors produce a tiny fraction of the carbon dioxide generated by burning coal.


But perhaps the biggest hurdle for atomic energy to overcome is its image problem. Despite industry claims of a strong safety record, critics remain unconvinced because each reactor annually produces up to 30 tons of nuclear waste, which can continue to be radioactive and hazardous for thousands of years. Furthermore, the Chernobyl disaster in 1986 left the public with vivid images of the impact of a nuclear meltdown, including deformed babies, mutated vegetables, and abandoned towns.


While nuclear reactors may continue to be installed in some countries for decades to come, after Fukushima others have decided to rethink their energy policies. For example, the German government has revealed plans for a “green” renewable energy plan, even though it has relied on nuclear power for up to 23 percent of its consumption in the past. It has been announced that all seventeen nuclear power plants would be phased out by 2022. The policy will also promote energy-saving measures encouraging people to insulate their homes, recycle, and reduce waste. Experts argue it could be a risky strategy because Germany doesn’t have natural gas or oil supplies, and coal supplies have been depleted.


Meanwhile, in Brazil, there is just one nuclear plant at Angra dos Reis. Nuclear power represents only three per cent of Brazil’s energy production. After sharp oil price rises in the 1970s, the country’s leaders anticipated future energy supply problems. So they concentrated on developing alternative energy sources including biofuel, hydroelectric schemes, and wind power. 


This approach seems to be working because by May 2012 plans to build more nuclear reactors were shelved by Brazilian officials. The move was welcomed by environmental lobby groups, which had feared a potential ecological catastrophe in case of an accident. If a big country like Brazil, which is the tenth largest energy consumer in the world, can survive and improve its economy without much nuclear power, maybe others can do so, too.

The words in bold, in: ‘But perhaps the biggest hurdle for atomic energy to overcome is its image problem.”, has its correct synonym in which alternative?
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9

457941200796247
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Engenharia de Produção e OtimizaçãoTemas: Gestão da Qualidade
Qual a principal característica da Gestão da Qualidade no Processo?
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10

457941200025552
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Língua InglesaTemas: Compreensão de Texto
Texto associado

The Pros and Cons of Nuclear Power


Since the disaster at the Fukushima nuclear power plant in Japan in 2011, a debate has been raging (1) the future of atomic energy. Consequently, the safety risks have been well publicized in the global media. But do the risks outweigh the damage that could be done to the planet because of our ongoing addiction to fossil fuels?


Even environmentalists don’t have the answer. They are split over nuclear (2) , and its pros and cons. Some say it is neither safe nor economical because it produces potentially (3) radioactive waste, and reactors are so costly to build. However, others believe nuclear energy is a necessary evil. They say we should continue using it until (4) energy sources, like wind turbines and solar panels, can meet global demand. Supporters also argue that nuclear energy helps cut down on carbon emissions from fossil fuels such as coal and natural gas, which are linked to global warming and pollute the environment. They say this is because nuclear reactors produce a tiny fraction of the carbon dioxide generated by burning coal.


But perhaps the biggest hurdle for atomic energy to overcome is its image problem. Despite industry claims of a strong safety record, critics remain unconvinced because each reactor annually produces up to 30 tons of nuclear waste, which can continue to be radioactive and hazardous for thousands of years. Furthermore, the Chernobyl disaster in 1986 left the public with vivid images of the impact of a nuclear meltdown, including deformed babies, mutated vegetables, and abandoned towns.


While nuclear reactors may continue to be installed in some countries for decades to come, after Fukushima others have decided to rethink their energy policies. For example, the German government has revealed plans for a “green” renewable energy plan, even though it has relied on nuclear power for up to 23 percent of its consumption in the past. It has been announced that all seventeen nuclear power plants would be phased out by 2022. The policy will also promote energy-saving measures encouraging people to insulate their homes, recycle, and reduce waste. Experts argue it could be a risky strategy because Germany doesn’t have natural gas or oil supplies, and coal supplies have been depleted.


Meanwhile, in Brazil, there is just one nuclear plant at Angra dos Reis. Nuclear power represents only three per cent of Brazil’s energy production. After sharp oil price rises in the 1970s, the country’s leaders anticipated future energy supply problems. So they concentrated on developing alternative energy sources including biofuel, hydroelectric schemes, and wind power. 


This approach seems to be working because by May 2012 plans to build more nuclear reactors were shelved by Brazilian officials. The move was welcomed by environmental lobby groups, which had feared a potential ecological catastrophe in case of an accident. If a big country like Brazil, which is the tenth largest energy consumer in the world, can survive and improve its economy without much nuclear power, maybe others can do so, too.

Which statements below can be inferred from the article?

1. If the Fukushima disaster hadn’t happened, recent discussions about the safety of nuclear energy may not have taken place.
2. Germany may have problems in the future with their energy because of decisions they have taken now.
3. Brazil has absolutely no plans to use nuclear energy again.

Choose the alternative which indicates the correct statements.
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