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457941201034173
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Pesquisa Educacional | Pedagogia de Projetos na Pesquisa em Sala de Aula
A Pedagogia de Projetos é um meio de trabalho pertinente ao processo de ensino-aprendizagem, que se insere na educação promovendo-a de maneira significativa e compartilhada, auxiliando na formação integral dos indivíduos, permeado pelas diversas oportunidades de aprendizagem conceitual, atitudinal, procedimental para os mesmos. De acordo com Hernandez (2000), pode ser dividido em 4 etapas. Dessa forma, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Problematização.
2. Desenvolvimento.
3. Aplicação.
4. Avaliação.

( ) Nesse momento ocorre o estímulo, a circulação das ideias e a atuação no ambiente da escola ou da comunidade ligada à escola, dando ao educando a oportunidade de se colocar como sujeito ativo e transformador do seu espaço de vivência e convivência, através dos propósitos e dos conhecimentos obtidos na execução do projeto na sua realidade.
( ) Nessa etapa, os alunos irão expressar suas ideias e conhecimentos sobre o problema em questão. Essa expressão pode emergir espontaneamente, pelo interesse despertado por um acontecimento significativo dentro ou fora da escola ou mesmo pela estimulação do professor.
( ) Nessa etapa o educador busca uma dimensão diagnóstica, investigativa e processual. A investigação do professor ajuda o desenvolvimento dos alunos e a decidir como poderá ajudá-los a avançar na construção de conhecimentos, atitudes e valores e para verificar em que medida o processo está coerente com as finalidades e os resultados obtidos.
( ) É o momento em que se criam as estratégias para buscar respostas às questões e hipóteses levantadas. Alunos e professor definem juntos essas estratégias. Para isso, é preciso que criem propostas de trabalho que exijam a saída do espaço escolar, a organização em pequenos ou grandes grupos para as pesquisas, a socialização do conhecimento através de trocas de informações, vivências, debates, leituras, sessões de vídeos, entrevistas, visitas a espaços fora da escola e convites a especialista no tema em questão.

A sequência está correta em
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457941200794816
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

                                  História de passarinho


      Um ano depois os moradores do bairro ainda se lembravam do homem de cabelo ruivo que enlouqueceu e sumiu de casa.

      Ele era um santo, disse a mulher abrindo os braços. E as pessoas em redor não perguntaram nada e nem era preciso, perguntar o que se todos já sabiam que era um bom homem que de repente abandonou casa, emprego no cartório, o filho único, tudo. E se mandou Deus sabe para onde.

      Só pode ter enlouquecido, sussurrou a mulher, e as pessoas tinham que se aproximar inclinando a cabeça para ouvir melhor. Mas de uma coisa estou certa, tudo começou com aquele passarinho, começou com o passarinho. Que o homem ruivo não sabia se era um canário ou um pintassilgo. Ô, Pai! caçoava o filho, que raio de passarinho é esse que você foi arrumar?!

      O homem ruivo introduzia o dedo entre as grades da gaiola e ficava acariciando a cabeça do passarinho que por essa época era um filhote todo arrepiado, escassa a plumagem de um amarelo-pálido com algumas peninhas de um cinza-claro.

      Não sei, filho, deve ter caído de algum ninho, peguei ele na rua, não sei que passarinho é esse.

      O menino mascava chicle. Você não sabe nada mesmo, Pai, nem marca de carro, nem marca de cigarro, nem marca de passarinho, você não sabe nada.

      Em verdade, o homem ruivo sabia bem poucas coisas. Mas de uma coisa ele estava certo, é que naquele instante gostaria de estar em qualquer parte do mundo, mas em qualquer parte mesmo, menos ali. Mais tarde, quando o passarinho cresceu, o homem ruivo ficou sabendo também o quanto ambos se pareciam, o passarinho e ele.

      Ai!, o canto desse passarinho, queixava-se a mulher. Você quer mesmo me atormentar, Velho. O menino esticava os beiços tentando fazer rodinhas com a fumaça do cigarro que subia para o teto, Bicho mais chato, Pai, solta ele.

      Antes de sair para o trabalho, o homem ruivo costumava ficar algum tempo olhando o passarinho que desatava a cantar, as asas trêmulas ligeiramente abertas, ora pousando num pé ora noutro e cantando como se não pudesse parar nunca mais. O homem então enfiava a ponta do dedo entre as grades, era a despedida e o passarinho, emudecido, vinha meio encolhido oferecer-lhe a cabeça para a carícia. Enquanto o homem se afastava, o passarinho se atirava meio às cegas contra as grades, fugir, fugir. Algumas vezes, o homem assistiu a essas tentativas que deixavam o passarinho tão cansado, o peito palpitante, o bico ferido. Eu sei, você quer ir embora, você quer ir embora, mas não pode ir, lá fora é diferente e agora é tarde demais. A mulher punha-se então a falar, e falava uns cinquenta minutos sobre as coisas todas que quisera ter e que o homem ruivo não lhe dera, não esquecer aquela viagem para Pocinhos do Rio Verde e o trem prateado descendo pela noite até o mar. Esse mar que, se não fosse o pai (que Deus o tenha!), ela jamais teria conhecido, porque em negra hora se casara com um homem que não prestava para nada. Não sei mesmo onde estava com a cabeça quando me casei com você, Velho.

      Ele continuava com o livro aberto no peito, gostava muito de ler. Quando a mulher baixava o tom de voz, ainda furiosa (mas sem saber mais a razão de tanta fúria), o homem ruivo fechava o livro e ia conversar com o passarinho que se punha tão manso que se abrisse a portinhola poderia colhê-lo na palma da mão. Decorridos os cinquenta minutos das queixas, e como ele não respondia mesmo, ela se calava, exausta. Puxava-o pela manga, afetuosa, Vai, Velho, o café está esfriando, nunca pensei que nesta idade avançada eu fosse trabalhar tanto assim. O homem ia tomar o café. Numa dessas vezes, esqueceu de fechar a portinhola e quando voltou com o pano preto para cobrir a gaiola (era noite) a gaiola estava vazia. Ele então sentou-se no degrau de pedra da escada e ali ficou pela madrugada, fixo na escuridão. Quando amanheceu, o gato da vizinha desceu o muro, aproximou-se da escada onde estava o homem ruivo e ficou ali estirado, a se espreguiçar sonolento de tão feliz. Por entre o pelo negro do gato desprendeu-se uma pequenina pena amarelo-acinzentada que o vento delicadamente fez voar. O homem inclinou-se para colher a pena entre o polegar e o indicador. Mas não disse nada, nem mesmo quando o menino, que presenciara a cena, desatou a rir, Passarinho burro! Fugiu e acabou aí, na boca do gato?

      Calmamente, sem a menor pressa, o homem ruivo guardou a pena no bolso do casaco e levantou-se com uma expressão tão estranha que o menino parou de rir para ficar olhando. Repetiria depois à Mãe. Mas ele até que parecia contente, Mãe, juro que o Pai parecia contente, juro! A mulher então interrompeu o filho num sussurro, Ele ficou louco.

       Quando formou-se a roda de vizinhos, o menino voltou a contar isso tudo, mas não achou importante contar aquela coisa que descobriu de repente: o Pai era um homem alto, nunca tinha reparado antes como ele era alto. Não contou também que estranhou o andar do Pai, firme e reto, mas por que ele andava agora desse jeito? E repetiu o que todos já sabiam, que quando o Pai saiu, deixou o portão aberto e não olhou para trás.

(TELLES, Lygia Fagundes. Invenção e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.)

No 9º§, a expressão “você quer ir embora” é repetida sequencialmente. Acerca de tal recurso textual, pode-se afirmar que
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3

457941201874793
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Radiologia e Imagem MédicaTemas: Código de Ética para Técnicos em Radiologia | Regulamentos de Radioproteção
O código de ética dos profissionais das técnicas radiológicas, publicado pela Resolução CONTER nº 15, de 12 de dezembro de 2011, enuncia os fundamentos éticos e as condutas necessárias à boa e honesta prática da profissão. Segundo este código de ética, das responsabilidades profissionais, é correto afirmar que o tecnólogo, técnico e auxiliar em radiologia devem:
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4

457941201691012
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Geografia e História RegionalTemas: História e Geografia de Goiás
Foi somente no início do século XX que o Brasil passou a ter a configuração atual. Porém, internamente a divisão era diferente. O estado de Tocantins foi criado em 1988 após a divisão do seguinte estado:
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5

457941200172489
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Economia Global | Ciências Econômicas
Com o fim da bipolarização mundial uma nova ordem mundial surgiu e as diferenças entre países pobres e ricos tornaram-se mais evidentes. A oposição passou a ser entre países desenvolvidos, chamados países do Norte, e subdesenvolvidos, denominados países do Sul. Nessa divisão os únicos países considerados ricos localizados no Hemisfério Sul são:
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457941201360480
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Fundamentos de Energia
O Brasil possui um potencial energético privilegiado se comparado ao de muitos países. A exploração e a produção de petróleo e gás natural são essenciais para garantir o atendimento à crescente demanda de energia do país. Entretanto, a maior parte de nossas reservas de petróleo estão localizadas em campos marítimos. A área de maior exploração petrolífera onshore em nosso país é na Bacia
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457941201465946
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

                                  História de passarinho


      Um ano depois os moradores do bairro ainda se lembravam do homem de cabelo ruivo que enlouqueceu e sumiu de casa.

      Ele era um santo, disse a mulher abrindo os braços. E as pessoas em redor não perguntaram nada e nem era preciso, perguntar o que se todos já sabiam que era um bom homem que de repente abandonou casa, emprego no cartório, o filho único, tudo. E se mandou Deus sabe para onde.

      Só pode ter enlouquecido, sussurrou a mulher, e as pessoas tinham que se aproximar inclinando a cabeça para ouvir melhor. Mas de uma coisa estou certa, tudo começou com aquele passarinho, começou com o passarinho. Que o homem ruivo não sabia se era um canário ou um pintassilgo. Ô, Pai! caçoava o filho, que raio de passarinho é esse que você foi arrumar?!

      O homem ruivo introduzia o dedo entre as grades da gaiola e ficava acariciando a cabeça do passarinho que por essa época era um filhote todo arrepiado, escassa a plumagem de um amarelo-pálido com algumas peninhas de um cinza-claro.

      Não sei, filho, deve ter caído de algum ninho, peguei ele na rua, não sei que passarinho é esse.

      O menino mascava chicle. Você não sabe nada mesmo, Pai, nem marca de carro, nem marca de cigarro, nem marca de passarinho, você não sabe nada.

      Em verdade, o homem ruivo sabia bem poucas coisas. Mas de uma coisa ele estava certo, é que naquele instante gostaria de estar em qualquer parte do mundo, mas em qualquer parte mesmo, menos ali. Mais tarde, quando o passarinho cresceu, o homem ruivo ficou sabendo também o quanto ambos se pareciam, o passarinho e ele.

      Ai!, o canto desse passarinho, queixava-se a mulher. Você quer mesmo me atormentar, Velho. O menino esticava os beiços tentando fazer rodinhas com a fumaça do cigarro que subia para o teto, Bicho mais chato, Pai, solta ele.

      Antes de sair para o trabalho, o homem ruivo costumava ficar algum tempo olhando o passarinho que desatava a cantar, as asas trêmulas ligeiramente abertas, ora pousando num pé ora noutro e cantando como se não pudesse parar nunca mais. O homem então enfiava a ponta do dedo entre as grades, era a despedida e o passarinho, emudecido, vinha meio encolhido oferecer-lhe a cabeça para a carícia. Enquanto o homem se afastava, o passarinho se atirava meio às cegas contra as grades, fugir, fugir. Algumas vezes, o homem assistiu a essas tentativas que deixavam o passarinho tão cansado, o peito palpitante, o bico ferido. Eu sei, você quer ir embora, você quer ir embora, mas não pode ir, lá fora é diferente e agora é tarde demais. A mulher punha-se então a falar, e falava uns cinquenta minutos sobre as coisas todas que quisera ter e que o homem ruivo não lhe dera, não esquecer aquela viagem para Pocinhos do Rio Verde e o trem prateado descendo pela noite até o mar. Esse mar que, se não fosse o pai (que Deus o tenha!), ela jamais teria conhecido, porque em negra hora se casara com um homem que não prestava para nada. Não sei mesmo onde estava com a cabeça quando me casei com você, Velho.

      Ele continuava com o livro aberto no peito, gostava muito de ler. Quando a mulher baixava o tom de voz, ainda furiosa (mas sem saber mais a razão de tanta fúria), o homem ruivo fechava o livro e ia conversar com o passarinho que se punha tão manso que se abrisse a portinhola poderia colhê-lo na palma da mão. Decorridos os cinquenta minutos das queixas, e como ele não respondia mesmo, ela se calava, exausta. Puxava-o pela manga, afetuosa, Vai, Velho, o café está esfriando, nunca pensei que nesta idade avançada eu fosse trabalhar tanto assim. O homem ia tomar o café. Numa dessas vezes, esqueceu de fechar a portinhola e quando voltou com o pano preto para cobrir a gaiola (era noite) a gaiola estava vazia. Ele então sentou-se no degrau de pedra da escada e ali ficou pela madrugada, fixo na escuridão. Quando amanheceu, o gato da vizinha desceu o muro, aproximou-se da escada onde estava o homem ruivo e ficou ali estirado, a se espreguiçar sonolento de tão feliz. Por entre o pelo negro do gato desprendeu-se uma pequenina pena amarelo-acinzentada que o vento delicadamente fez voar. O homem inclinou-se para colher a pena entre o polegar e o indicador. Mas não disse nada, nem mesmo quando o menino, que presenciara a cena, desatou a rir, Passarinho burro! Fugiu e acabou aí, na boca do gato?

      Calmamente, sem a menor pressa, o homem ruivo guardou a pena no bolso do casaco e levantou-se com uma expressão tão estranha que o menino parou de rir para ficar olhando. Repetiria depois à Mãe. Mas ele até que parecia contente, Mãe, juro que o Pai parecia contente, juro! A mulher então interrompeu o filho num sussurro, Ele ficou louco.

       Quando formou-se a roda de vizinhos, o menino voltou a contar isso tudo, mas não achou importante contar aquela coisa que descobriu de repente: o Pai era um homem alto, nunca tinha reparado antes como ele era alto. Não contou também que estranhou o andar do Pai, firme e reto, mas por que ele andava agora desse jeito? E repetiu o que todos já sabiam, que quando o Pai saiu, deixou o portão aberto e não olhou para trás.

(TELLES, Lygia Fagundes. Invenção e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.)

O sentido de um enunciado é determinado pelo contexto apresentado, sua enunciação. Sentidos diferentes podem ser produzidos através da linguagem, o que lhe confere a polissemia como característica. No texto, o desfecho apresenta possibilidades diferentes de interpretação, só NÃO é uma possibilidade coerente de leitura para tal trecho:
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457941202004195
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Geografia e História RegionalTemas: História e Geografia do Acre
A maior parte do Acre é formada por florestas e reservas indígenas e extrativistas. Ele só passou a ser considerado um estado brasileiro em 1962, mesmo tendo sido integrado ao território nacional em 1903 após anos de disputa. Antes de pertencer ao território brasileiro, o Acre era uma possessão de qual país sul-americano?
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457941202061285
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Língua InglesaTemas: Compreensão de Texto
According to Robinson (1999), an ESP course distinguished feature is
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457941200433181
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Simonésia - MGDisciplina: Fisioterapia e ReabilitaçãoTemas: Fisioterapia Geriátrica
Atualmente, a avaliação geriátrica deve ser ampla e contemplar os componentes de risco de um idoso, especialmente relacionado à marcha e ao risco de quedas. Sobre o tema, analise as afirmativas a seguir.

I. Diminuição da força dos membros inferiores, diminuição da velocidade dos passos e dores provenientes de artrose do quadril são identificadas como fatores de risco para quedas.
II. Diminuição do comprimento do passo e aumento do tempo na fase de apoio simples e duplo geram maior força propulsiva na fase de impulsão, o que faz o idoso buscar um padrão de marcha mais seguro.
III. A combinação de passos é mais curta e o aumento no tempo de duplo apoio pretende gerar maior estabilidade; porém, paradoxalmente, esta estratégia está relacionada a indivíduos com maior risco de queda.
IV. A velocidade de contato do calcanhar é maior do que no adulto jovem, havendo redução do poder de absorção mecânica no joelho, além da ativação dos isquiotibiais ser tardia, aumentando os riscos de deslize e queda.
V. A rigidez do tronco é o padrão mais encontrado neste segmento corporal, e está associada a alterações de parâmetros espaciais e temporais, provoca um balanço alterado do tronco no sentido anteroposterior sendo, portanto, apontada como outro fator que altera o padrão de marcha em idosos.
VI. O indivíduo idoso apresenta maior aceleração horizontal da cabeça, transformando-a numa plataforma menos estável para o sistema visual.

Estão corretas apenas as afirmativas
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