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457941200018907
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Psicologia GeralTemas: Psicologia em Contextos Hospitalares | Psicologia da Saúde

Considerando que a comunicação é um instrumento importante para facilitar o contato com o paciente e sua adesão ao tratamento, devem ser observadas certas características da comunicação médico-paciente ocorrida no setting pediátrico. Acerca do tema, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:

(I) A capacidade de a criança compreender os conceitos de saúde/doença está relacionada a seu estágio de desenvolvimento cognitivo.

(II) Os recursos comunicativos do médico na atuação com a criança seguem o formato padrão de outros atendimentos.

(III) A interação no setting pediátrico segue uma dinâmica triádica entre médico-criança-acompanhante.

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457941200813641
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso de Letras Maiúsculas | Ortografia
Texto associado
POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 
Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 
25/11/2013 

Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
    Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
    Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
    O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
    O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
    Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
    No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
    Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
    Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
    O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
    Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
    Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
Corrupção, empulhação são vocábulos corretamente grafados; o vocábulo abaixo que apresenta erro de grafia é:
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3

457941200852066
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Compreensão e Interpretação Textual
Texto associado

BANANAS SE COMEM; VOTOS, NÃO

Clóvis Rossi, Folha de São Paulo 

            Comer a banana atirada ao campo por um descerebrado pode ter sido uma atitude inteligente do lateral Daniel Alves, do Barcelona, para repudiar o racismo. 

           Mas é muito pouco para enfrentar essa praga. Mais relevante foi a atitude da NBA (a Associação Nacional de Basquete norte-americana) de expulsar do esporte o dono do Los Angeles Clippers, flagrado em comentários racistas. 

            Esse episódio, mais que o de Daniel Alves, revela a profundidade do sentimento racista enraizado em fatias significativas da sociedade – e não só nos Estados Unidos.

           Convém lembrar que jogadores negros foram admitidos na NBA faz apenas meio século ou pouco mais (desde 1955), o que significa que a discriminação racial invadiu mais da metade do século 20. Esse passado está tão presente que o dono do LA Clippers consegue ter sentimentos infames em um esporte em que são negros, hoje, três de cada quatro jogadores, pouco mais ou pouco menos.

           No esporte, ainda é possível combater o racismo com atitudes como a de Daniel Alves e/ou punições como a da NBA ou a do Villareal, que expulsou de seu quadro de sócios o descerebrado que atirou a banana.

            O que incomoda mais é que, na política, não se podem comer votos, ao contrário da banana. 

            No Reino Unido, sociedade das mais multirraciais da Europa, William Henwood, candidato do Ukip (Partido pela Independência do Reino Unido, na sigla em inglês) às eleições europeias deste mês, mandou o ator Lenny Henry, negro, emigrar "para um país negro", só porque Henry se queixou de que a BBC dá pouco espaço, em seus programas, a representantes de minorias. 

           Parênteses: é uma queixa que poderia ser feita também no Brasil, por mais que, na novela das nove agora no ar pela Globo, haja um número razoável de atores e atrizes negras –e em papéis que não são, na maioria, de "escravos" modernos. 

        Voltando ao Reino Unido: a frase de seu candidato fez o Ukip perder votos? Ao contrário: a pesquisa mais recente de intenção de votos lhe dá o primeiro lugar, com 31% das preferências, três pontos à frente dos trabalhistas e a 12 dos conservadores. 

        Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu. 

        É verdade que se deve dar um desconto para esses resultados desalentadores: como o Parlamento Europeu tem pouca incidência sobre o cotidiano dos cidadãos de cada país, estes descontam suas frustrações votando em partidos "outsiders" nessa ocasião, mas não lhes dão maioria nem nada parecido nas eleições nacionais.

        Mesmo com essa ressalva, parece valer para o mundo a frase que o historiador Joel Rufino dos Santos usou para falar do episódio Daniel Alves, em artigo para esta Folha: "A vergonha de ser racista é que acabou, ou está acabando".

        Só a educação para a convivência pode mudar o cenário, o que não está à vista: recente pesquisa da CBS mostrou que 46% dos norte-americanos acham que discriminação racial sempre existirá.

“Também na França, outro país multirracial, a Frente Nacional, xenófoba, lidera as pesquisas para o pleito europeu.” Sobre os componentes desse segmento do texto, só NÃO se pode afirmar que:
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457941200998302
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Psicologia GeralTemas: Psicologia da Saúde | Doenças Crônicas | Manejo da Dor, Estresse e Luto
É comum a ocorrência de estresse diante de qualquer problema crônico de saúde. Diante de doença considerada evento estressor, a pessoa se desorganiza inicialmente, devendo posteriormente se reorganizar para alcançar o melhor enfrentamento possível da situação, o que é chamado de coping ou enfrentamento. A esse respeito é correto afirmar que:
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457941200551574
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Enfermagem Perioperatória
Cirurgias classificadas como infectadas são aquelas realizadas em tecidos:
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457941202010404
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Psicologia GeralTemas: Psicologia da Saúde | Psicologia em Contextos Hospitalares
De acordo com Simonetti (2004), para concretizar sua estratégia de trabalhar o adoecimento no registro simbólico, o psicólogo hospitalar lança mão das seguintes técnicas:
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457941201126584
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
POR QUE DESCONFIO DOS CAMPEÕES DA MORALIDADE? 
Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 
25/11/2013 

Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
    Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
    Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
    O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
    O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
    Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
    No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
    Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
    Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
    O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
    Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
    Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
“Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.” Essa frase do texto tem a função de:
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457941200751704
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Psicologia GeralTemas: Terapia de Grupos Terapêuticos | Terapia de Grupos Operativos | Teorias e Técnicas de Psicoterapia
A respeito da caracterização de um grupo, tanto de natureza operativa quanto terapêutica, é correto afirmar:
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9

457941201314970
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Vacinação
Apesar de as vacinas serem indicadas para a totalidade da população, nem sempre sua aplicação é possível. Algumas circunstâncias podem pôr a vida da pessoa em risco quando em contato com o agente imunológico, constituindo-se em contraindicações gerais, uma vez que são comuns a todas as vacinas.

Em determinadas situações as vacinas devem ser adiadas, aguardando-se a estabilização do quadro clínico do cliente. São exemplos de contraindicações gerais e situações em que devem ser adiadas as vacinas, respectivamente:
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457941201462533
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: Fundação SaúdeDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Saúde Pediátrica e Adolescente
Segundo o Caderno de Atenção Básica Saúde da Criança (2012), os pais e cuidadores devem ser alertados quanto ao risco de morte súbita de crianças no primeiro ano de vida, sobretudo nos primeiros 6 meses. Eles devem receber a orientação de que a melhor maneira de prevenir casos assim é colocando a criança para dormir na posição:
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