Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!
Read Text 2 and answer the question.
Text 2
Here are four passages from an article on awareness of English as a lingua franca (ELF):
1) “Few will deny that research in the area of English as a lingua franca (ELF) has significantly contributed to our understanding of many different facets of communication involving non-native speakers of English. Such studies have added valuable insights to the growing research in the domain of critical applied linguistics and critical pedagogy and have prompted many scholars to problematize all aspects of English language teaching, learning, testing, curriculum designing, etc.”
2) “It is important at this stage to distinguish between the critical and the transformative perspective in ESOL teacher education. While they both share the element of reflection, they are different in a crucial way, although the former has often been seen as an umbrella term that subsumes the latter.”
3) “Critical pedagogy is invaluable in our attempt to understand the complex processes of the global spread of English and the intricate ways in which it continues to be localized and relocalized (Pennycook, 2010). It has the tools to help teachers appreciate the complications of context and the various underlying and often hidden discourses, from learner identity construction in the ESOL classroom (Norton and Toohey, 2011) to language testing (Shohamy, 2004) to the politics of pedagogy in the ‘classroom as a microcosm of the larger social and cultural world’” (Pennycook, 2001: 138).
4) “The value of an ELF-aware transformative perspective to ESOL teacher education lies in its power to help teachers define ELF for themselves and for their teaching contexts. In this way, teachers are involved in the co-construction of ELF and, in particular, in the development of one or more pedagogical frameworks for ELF. To achieve this, teachers have to have an informed awareness of the ELF construct, a critical awareness of their own deeper convictions about essential aspects of language, communication, and language teaching/learning, and the capability to bring about sustainable change in their teaching.”
From Sifakis, N. C. (2014). "ELF awareness as an opportunity for change: a
transformative perspective for ESOL teacher education". Journal of English as a
Lingua Franca, 3/2: 317-335
“As sensibilidades são uma forma do ser no mundo e de estar no mundo, indo da percepção individual à sensibilidade partilhada. A rigor, a preocupação com as sensibilidades da História Cultural trouxe a emergência da subjetividade nas preocupações do historiador. É a partir da experiência histórica pessoal que se resgatam emoções, sentimentos, ideias, temores ou desejos, o que não implica abandonar a perspectiva de que esta tradução sensível da realidade seja historicizada e socializada para os homens de uma determinada época. Os homens aprendem a sentir e a pensar, ou seja, a traduzir o mundo em razões e sentimentos.”
(PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & História Cultural.
Belo Horizonte: Autêntica, 2003.)
Com base no trecho, a respeito do imaginário e das representações como experiências sociais, analise as afirmativas a seguir.
I. As sensibilidades são as formas pelas quais indivíduos e grupos apreendem a imagem de si e do mundo, configurando um aspecto da realidade através das emoções e dos sentidos.
II. A História das Sensibilidades estuda as razões e os sentimentos de homens e mulheres de outros tempos, tendo em vista a alteridade da experiência histórica, com sua diferença de códigos e valores.
III. O conhecimento sensível é uma forma de reconhecimento analítico da realidade, que se origina do racional e das construções mentais mais elaboradas, não podendo ser ignorado por ser subjetivo.
Assinale:
Según la gramática de Matte Bon (2005/I, p. 257): “Existe un número consistente de verbos y expresiones que se refieren a sensaciones, reacciones físicas o emotivas, etc. que experimenta un sujeto, en las que el sujeto que las vive / sufre (es decir: el sujeto al que se aplican) va en una forma de pronombre indirecto – y el verbo no concuerda con él, sino con lo que provoca la reacción o la sensación.” Si se toma en cuenta que el verbo gustar forma parte de esa categoría verbal presentada por Matte Bon y si se observa su uso en el verso “Me gustas cuando callas porque estás como ausente”, del poema de Neruda, señale V para la afirmativa verdadera y F para la falsa, respecto a los análisis didácticos enumerados abajo:
( ) La formulación “Me gustas” – con el verbo conjugado en 2ª persona de singular – es una forma popular considerada un error respecto a la gramática culta de la lengua y no se le debe llevar a la sala de clase.
( ) En la construcción “Me gustas cuando callas” se puede identificar que el sujeto de la expresión emotiva del texto está representado gramaticalmente por el pronombre complemento indirecto de 1ª persona de singular, mientras el verbo gustar concuerda en la 2ª persona de singular con el elemento responsable por la sensación experimentada por el yo lírico.
( ) El verso de Neruda es una interesante muestra de que el verbo gustar en español puede conjugarse en cualquier persona y número dependiendo de los elementos que ocupan las posiciones sintácticas de sujeto y complemento, en general distintas en comparación al portugués.
Las afirmativas son, respectivamente,