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457941201601245
Ano: 2012Banca: FUNCABOrganização: SESC-BADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual
Texto associado

Texto 1:                                                           

                                                       Passe adiante

    Tenho vários DVDs de shows, e houve uma época em que os assistia atenta ou simplesmente deixava rodando como um som ambiente enquanto fazia outras coisas pela casa. Até que os esqueci de vez. Conhecedor do meu acervo, meu irmão outro dia pediu:

    - Posso pegar emprestado uns shows aí da tua coleção?

    Claro!Ele escolheu quatro e levou com ele. E subitamente me deu uma vontade incontrolável de voltar a assistir aqueles shows. Aqueles quatro, não é estranho?

   Logo a vontade passou, mas fiquei com o alerta na cabeça. Me lembrei de uma amiga que uma vez disse que havia comprado um vestido que nunca usara, ele seguia pendurado no guarda-roupa. Um dia ela me mostrou o tal vestido e intimou:

    - Pega pra ti, me faz esse favor. Jamais vou usar.

   Trouxe-o para casa. Muito tempo depois ela me confidenciou, às gargalhadas, que não havia dormido aquela noite. Passou a ver o vestido com outros olhos. Por que ela não dera uma chance a ele?

   Maldita sensação de posse, que faz com que a gente continue apegada ao que deixou de ser relevante. Incluindo relacionamentos.

   Uma outra amiga vivia reclamando do namorado, dizia que eles não tinham mais nada em comum e que ela estava pronta para partir para outra. E porque não partia?

   - Porque não quero deixá-lo dando sopa por aí.

   Como é que é?

  Ela não terminava com o cara porque não queria que ele tivesse outra namorada, dizia que não suportaria. Reconhecia a mesquinhez da sua atitude, mas, depois de tantos anos juntos, ela ainda não se sentia preparada para admitir que ele não seria mais dela.

   DVDs, roupas, amores: claro que não é tudo a mesma coisa, mas o apego irracional se parece. É a velha e surrada história de só darmos valor àquilo que perdemos. Será que existe solução para essa neura? Atribuir ao nosso egoísmo latente talvez seja simplista demais, porém, não encontro outra justificativa que explique essa necessidade de “ter” o que já nem levamos mais em consideração.

  É preciso abrir espaço. Limpara papelada das gavetas, doar sapatos e bolsas que estão mofando, passar adiante livros que jamais iremos abrir. É uma forma de perder peso e convidar a tão almejada “vidanova” para assumir o posto que lhe é devido. Fácil? Bref. Um pedaço da nossa história vai embora junto. Somos feitos - também - de ingressos de shows, recortes de jornal, fotos de formatura, bilhetes de amor.

  Sem falar no medo de não reconhecermos a nós mesmos quando o futuro chegar, de não ter lá na frente emoções tão ricas nos aguardando, de a nostalgia vir a ser mais potente do que a tal “vida nova”.

  Qual é a garantia? Um ano para geladeiras, três anos para carros 0km, cinco anos para apartamentos. Pra vida, não tem. É se desapegar e ver no que dá, ou ficar velando para sempre os cadáveres das vontades que passaram.

(Medeiros , Martha. Revista O Globo, 20/05/2012.)

 
Assinale o significado do verbo destacado em: “Um dia ela me mostrou o tal vestido e INTIMOU [...]”.
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2

457941200506263
Ano: 2016Banca: CEFET-BAOrganização: SESC-BADisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Cálculo de Porcentagem | Aritmética

Na pesquisa de intenção de voto nas eleições municipais de uma cidade, 55% dos entrevistados declararam o voto no candidato do Partido Honesto, o que corresponde a 660 pessoas. A quantidade total de pessoas entrevistadas nessa pesquisa eleitoral foi de

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3

457941201291381
Ano: 2012Banca: FUNCABOrganização: SESC-BADisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Políticas de Educação | Programa Saúde na Escola (PSE)
Crianças podem ter pequenos sangramentos nasais com relativa frequência e sem causa aparente.Uma das causas é a ruptura de vasos sanguíneos da mucosa do nariz. Como proceder nesse caso?
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4

457941200870249
Ano: 2016Banca: CEFET-BAOrganização: SESC-BADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado

Leia o texto 1 para responder às questões de 01 a 04.


Texto 1


Março, 12

Tanto trabalho para redigir a carta de resposta a uma diretora de

serviço público que me mandou observações sobre uma crônica

que publiquei no Jornal do Brasil. Problema: achar o tom

adequado, a palavra justa, a expressão medida e insubstituível,

05 nem mais nem menos. Chego à conclusão de que escritor é

aquele que não sabe escrever, pois quem não sabe, escreve sem

esforço. Já Manoel Bandeira era de outra opinião: “Se você faz

uma coisa com dificuldade, é que não tem jeito para ela.” Duvido

(grifos meus).

ANDRADE, Carlos Drummond de. O observador no escritório: páginas de diário. Rio de Janeiro: Record, 1985.

Pode-se inferir que para se chegar à “palavra justa”, tão procurada por Drummond, exige-se um posicionamento de quem escreve, baseado em

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5

457941201063502
Ano: 2012Banca: FUNCABOrganização: SESC-BADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso dos Conectivos | Sintaxe | Orações Subordinadas Adverbiais
Texto associado

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Texto 1:

Passe adiante

    Tenho vários DVDs de shows, e houve uma época em que os assistia atenta ou simplesmente deixava rodando como um som ambiente enquanto fazia outras coisas pela casa. Até que os esqueci de vez. Conhecedor do meu acervo, meu irmão outro dia pediu:

    – Posso pegar emprestado uns shows aí da tua coleção?

    Claro! Ele escolheu quatro e levou com ele. E subitamente me deu uma vontade incontrolável de voltar a assistir aqueles shows.Aqueles quatro, não é estranho?

    Logo a vontade passou, mas fiquei com o alerta na cabeça. Me lembrei de uma amiga que uma vez disse que havia comprado um vestido que nunca usara, ele seguia pendurado no guarda-roupa. Um dia ela me mostrou o tal vestido e intimou:

    – Pega pra ti, me faz esse favor. Jamais vou usar.

    Trouxe-o para casa. Muito tempo depois ela me confidenciou, às gargalhadas, que não havia dormido aquela noite. Passou a ver o vestido com outros olhos. Por que ela não dera uma chance a ele?

    Maldita sensação de posse, que faz com que a gente continue apegada ao que deixou de ser relevante. Incluindo relacionamentos.

    Uma outra amiga vivia reclamando do namorado, dizia que eles não tinham mais nada em comum e que ela estava pronta para partir para outra. E por que não partia?

    – Porque não quero deixá-lo dando sopa por aí.

    Como é que é?

    Ela não terminava com o cara porque não queria que ele tivesse outra namorada, dizia que não suportaria. Reconhecia a mesquinhez da sua atitude, mas, depois de tantos anos juntos, ela ainda não se sentia preparada para admitir que ele não seria mais dela.

    DVDs, roupas, amores: claro que não é tudo a mesma coisa, mas o apego irracional se parece. É a velha e surrada história de só darmos valor àquilo que perdemos. Será que existe solução para essa neura? Atribuir ao nosso egoísmo latente talvez seja simplista demais, porém, não encontro outra justificativa que explique essa necessidade de “ter” o que já nem levamos mais em consideração.

    É preciso abrir espaço. Limpar a papelada das gavetas, doar sapatos e bolsas que estão mofando, passar adiante livros que jamais iremos abrir. É uma forma de perder peso e convidar a tão almejada “vida nova” para assumir o posto que lhe é devido. Fácil? Bref. Um pedaço da nossa história vai embora junto. Somos feitos – também – de ingressos de shows, recortes de jornal, fotos de formatura, bilhetes de amor.

    Sem falar no medo de não reconhecermos a nós mesmos quando o futuro chegar, de não ter lá na frente emoções tão ricas nos aguardando, de a nostalgia vir a ser mais potente do que a tal “vida nova”.

    Qual é a garantia? Um ano para geladeiras, três anos para carros 0km, cinco anos para apartamentos. Pra vida, não tem. É se desapegar e ver no que dá, ou ficar velando para sempre os cadáveres das vontades que passaram. (MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, 20/05/2012.)

No contexto, a oração destacada abaixo expressa ideia de:
“[...] e houve uma época em que os assistia atenta ou simplesmente deixava rodando como um som ambiente ENQUANTO FAZIA OUTRAS COISAS PELACASA.”
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6

457941200376233
Ano: 2016Banca: CEFET-BAOrganização: SESC-BADisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Segurança do Paciente em Saúde
O trabalho em saúde oportuniza aos profissionais o acesso ao corpo e às informações sobre as condições de vida e de saúde daqueles que buscam cuidado e atendimento, frequentemente, emergindo questões que envolvem a privacidade do usuário.

Sobre a privacidade em serviços de saúde, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) A forma automatizada como muitas das ações de cuidado ocorrem, bem como o incisivo foco na doença e em procedimentos técnicos, eliminam a vulnerabilidade nos serviços de saúde.
( ) A privacidade é considerada um direito individual que contempla situações relacionadas à proteção da intimidade dos sujeitos, respeito à dignidade, limitação de acesso ao corpo, aos objetos íntimos, aos relacionamentos familiares e sociais.
( ) Para que o respeito à privacidade do usuário como virtude ética no cenário dos serviços de saúde se concretize, depende do esforço e da dedicação consciente apenas dos profissionais de saúde, que estão envolvidos no processo de cuidado.
( ) Em decorrência de fatores relacionados ao ambiente físico e à cultura institucional, por vezes, o paciente é desrespeitado em sua privacidade e dignidade, fatores estes que associados à condição de fragilidade, podem interferir no processo de autonomia e tomada de decisão do paciente.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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7

457941200275197
Ano: 2016Banca: CEFET-BAOrganização: SESC-BADisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Incidentes com Animais Peçonhentos
Os soros hiperimunes heterólogos são medicamentos que contém anticorpos produzidos por animais imunizados, utilizados para o tratamento de intoxicações causadas por venenos de animais, toxinas ou infecções por vírus. Diferentes soros heterólogos estão disponíveis, tais como o antibotrópico, o anticrotálico, o antielapídico, o antiaracnídico, o antiescorpiônico, o antirábico, o antidiftérico e o antitetânico.

Sobre o tratamento de envenenamentos por animais peçonhentos, é correto afirmar que
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8

457941200580488
Ano: 2012Banca: FUNCABOrganização: SESC-BADisciplina: BiblioteconomiaTemas: Classificação de Bibliotecas | Gestão de Bibliotecas e Centros de Informação
A biblioteca cujo acervo é especializado em livros e outros tipos de documentos voltados para crianças e que também pode incluir salas para jogos e brinquedos, denomina-se:
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9

457941200515887
Ano: 2012Banca: FUNCABOrganização: SESC-BADisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Educação Pré-Escolar | Gestão do Tempo e Espaço na Educação Pré-Escolar
Ao valorizar a criança, as instituições de Educação Infantil resgatam sua função social, revitalizando as relações no espaço escolar como um espaço integrador, dinâmico, vivo, ao invés de um lugar cristalizado como transmissor de conteúdos da matéria. Com relação à organização do espaço e tempo, leia atentamente as afirmativas.

I. Os espaços físicos e os ambientes devem oferecer condições para as crianças variarem as posições corporais. Para isso a escola poderá providenciar tapetes ou almofadas para o conforto das crianças.

II. Estar junto é compartilhar a experiência do jogo e a troca de papéis nas relações conflituosas com o jogo.

III. Repetir faz parte da elaboração para a compreensão de uma atividade, assim como está relacionado ao prazer de viver essa ou aquela situação.

IV. O tempo reservado para a realização das atividades deve ter no máximo 10 minutos para evitar a dispersão da criança.

Estão corretas as afirmativas:
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10

457941201683803
Ano: 2012Banca: FUNCABOrganização: SESC-BADisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Temas Pedagógicos | Inclusão e Exclusão
Dada a diversidade do alunado e das realidades escolares, não temos ainda conhecimentos e experiências de escolas inclusivas acumuladas que permitam afirmar que as classes comuns da maioria das escolas brasileiras – com número grande de alunos, professores sem formação adequada, entre outros aspectos – são a melhor opção para a aprendizagem e o desenvolvimento destes alunos. Nesse sentido, segundo Ainscow (2004) apud Glat (2009) a inclusão escolar pressupõe três elementos básicos:
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