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Fusari (1993) define que “Por trabalho coletivo entende-se aquele realizado por um grupo de pessoas – diretores, coordenadores, professores, funcionários, alunos, membros do Conselho de Escola e demais representantes da comunidade (...)”.
De acordo com o autor, a construção do trabalho coletivo na escola visa
Brasil repele cientistas que investigam novo tratamento para glaucoma
Líder de investigação sobre causa de cegueira irreversível lamenta fuga de estudantes talentosos
Marcelo Leite
O glaucoma, doença do nervo óptico que responde pela maior parte dos casos de cegueira irreversível, avança no país com o envelhecimento da população. Um grupo de jovens pesquisadores do Rio de Janeiro procura uma via revolucionária para tratar a enfermidade, mas está perto de abandonar o Brasil.
O mais correto seria dizer que o Brasil os abandonou. Ou ameaça fazê-lo, como se verá adiante. Antes, a boa nova: sai nesta segunda-feira (12) na conceituada revista Development artigo do time sobre a promissora via alternativa de tratamento. A notícia é excelente não só para idosos brasileiros, uma vez que a OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que no ano que vem haverá 80 milhões de pessoas com glaucoma no mundo. A equipe se formou liderada por Mariana Souza da Silveira no laboratório de Rafael Linden no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Também participou Rodrigo Martins, do Instituto de Ciências Biomédicas da mesma UFRJ.
Eles demonstraram que a ativação de um único gene (Klf4) pode induzir a reconstituição de células ganglionares da retina, cuja degeneração está na raiz do glaucoma.
O experimento empregou ratos, portanto não há garantia plena de que ocorrerá o mesmo efeito de regeneração em seres humanos. É o bastante, no entanto, para encorajar a persistência nesse rumo, que um dia poderá render frutos.
“Acreditamos que há um longo caminho até uma terapia de verdade, e muita coisa ainda por entender na biologia subjacente”, afirmam Silveira e o principal autor do estudo, Maurício Rocha-Martins, em entrevista à Development. “Nossos dados indicam, contudo, que o programa para gerar células ganglionares [no embrião] pode ser reativado, o que abre novas direções para terapias regenerativas”.
Até então os tratamentos experimentais sob investigação envolviam a proteção ou transplantes de células ganglionares cultivadas em laboratório (“in vitro”, dizem os biólogos), que conseguem integrar-se na retina e lançar prolongamentos (axônios) até as áreas visuais do cérebro do roedor. O procedimento, porém, tem baixa eficiência e risco de rejeição das células. Criar células ganglionares a partir de outras presentes no próprio organismo (“in vivo”) é alternativa bem mais atraente. Espera-se que o gene Klf4 possa provocar o mesmo efeito em seres humanos.
É provável, entretanto, que aconteçam no exterior os novos passos do estudo de pesquisadores brasileiros reunidos por Silveira (ainda que uma pequena parte tenha sido realizada na Alemanha). A equipe se dispersou. A própria líder da pesquisa se encontra em Portugal. Passa por um período sabático no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da cidade do Porto, “como estratégia de sobrevivência”.
Silveira tenta consolidar colaborações fora do país e diversificar linhas de pesquisa com o intuito de garantir a manutenção do grupo de pesquisa no Brasil: “A ideia é buscar financiamentos internacionais”, explica, pois os recursos de pesquisa no país estariam decididamente desaparecendo.
Dos seis estudantes coautores do artigo, só uma - a mais jovem - continua no Brasil. O primeiro autor faz pós-doutorado na Alemanha, três outros estão cursando ou concluindo doutorado na Alemanha e na França, e o quinto acaba de se decidir por um doutorado no Canadá e está de partida. E há pouco incentivo para retornarem.
“Estudantes talentosos estão desmotivados a ficar ou voltar para o Brasil em função da redução drástica do número de bolsas, dos seus valores desatualizados e da falta de financiamento. O fundamental é considerar o impacto que isso possivelmente terá a médio e longo prazo. A fuga de estudantes excelentes já é uma realidade”.
(Marcelo Leite, Brasil repele cientistas que investigam novo tratamento para glaucoma. Folha de S.Paulo. 12.08.2019. Adaptado)
A professora Elza de Matemática propôs, aos seus alunos, o problema a seguir e disse quem acertasse, ela atribuiria um ponto positivo.
Rita sempre compra maçãs e laranjas em uma quitanda para fazer doces. A tabela a seguir contém a quantidade de maçãs e a de laranjas compradas por ela, em dois dias da semana e os valores pagos.
Dia da compra maçã laranja Valor pago (R$)
Segunda-feira 3 kg 4 kg 34,00
Sexta-feira 1 kg 4 kg 22,00
Sabendo que nesses dois dias não houve aumento de
preço de nenhuma das frutas, qual foi o valor cobrado por
um kg de maçã?
A maioria dos alunos resolveu corretamente o problema por meio de sistema de equações, tendo em vista que ela havia ensinado esse assunto nas últimas aulas. Entretanto, um de seus alunos encontrou a resposta correta, apresentando os seguintes cálculos:
34,00 – 22,00 = 12,00
3 kg – 1 kg = 2 kg
12,00 ÷ 2 = 6,00
Em relação a essa resolução, a professora Elza
Leia o texto para responder à questão.
Problemas de comportamento na escola podem ser indícios de TOD
Crianças são naturalmente agitadas. Cabe à família estabelecer limites e regras, e à escola reforçá-las e fazer com que sejam respeitadas. Mas, quando pais e educadores não conseguem controlar excessos no comportamento de algumas crianças, é preciso auxílio profissional; o problema pode ser o Transtorno Opositivo Desafiador (TOD), que tem se tornado cada vez mais comum no ambiente escolar.
De acordo com o neuropediatra Clay Brites, um dos fundadores do Instituto NeuroSaber, o TOD é o excesso de um traço de comportamento inadequado e resulta da união de fatores genéticos com fatores ambientais desajustados. “É uma condição que leva a comportamentos altamente restritivos por gerar na criança e no adolescente acessos de raiva exagerados, sentimentos de vingança e dificuldade em seguir regras e conselhos de outras pessoas, especialmente pais e autoridades”, explica. Ele ressalta que o transtorno costuma aparecer nos primeiros sete anos de vida e a incidência é maior em meninos.
O tratamento para o TOD é feito por uma rede multidisciplinar composta por pais, escola e profissionais. A terapia é fundamental tanto para a criança com TOD, quanto para a família, que precisa aprender o manejo comportamental ideal para seus filhos e também necessita de equilíbrio para lidar com a situação. Embora não seja um problema simples, pois o tratamento é longo e requer persistência da família e da escola, os números são animadores: características do TOD desaparecem em 65% das crianças e adolescentes que recebem o tratamento adequado. Porém, quando o problema não tem a devida atenção, pode evoluir para outros quadros, como baixo rendimento escolar e problemas de aprendizagem.
(Lilian Martins. Gazeta do Povo. 02.03.2018.
www.gazetadopovo.com.br. Adaptado)
A respeito de polígonos semelhantes, analise as sentenças a seguir.
I. Se dois triângulos são semelhantes, então eles são congruentes.
II. Se dois triângulos possuem as medidas dos ângulos, respectivamente, proporcionais, então eles são semelhantes.
III. Se dois triângulos possuem as medidas dos ângulos, respectivamente, congruentes, então eles são semelhantes.
IV. Se dois triângulos possuem os lados, respectivamente, proporcionais, então eles são semelhantes.
As duas únicas afirmações verdadeiras são
No tempo em que a escola, mesmo a pública, não era para todos, manter a disciplina, como problema de gestão em sala de aula, talvez não tivesse a dimensão que tem hoje. Rigor, ameaça de expulsão, castigos físicos, cumplicidade da família com as estratégias usadas pelo professor garantiam, talvez de forma mais imediata e eficaz, que os alunos se mantivessem quietos enquanto o professor expunha sua matéria. Hoje, quando a escola fundamental é obrigatória para todas as crianças, manter a classe interessada nas propostas do professor concorre com tudo o que os alunos insistem em fazer.
(Macedo, 2005)
Nesse contexto, o autor faz uma reflexão pedagógica sobre três formas de se considerar a competência: a competência do sujeito em relação