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Com a grande demanda por troca de informações a grandes velocidades, já se observa nas grandes cidades a oferta de internet banda larga por fibra óptica. Uma onda eletromagnética consegue ir de uma extremidade a outra de uma fibra óptica, graças a um fenômeno físico conhecido como:
As operações envolvendo processos são controladas por uma porção do sistema operacional denominada kernel. Uma de suas funções mais importantes é manter o bom desempenho na utilização de recursos do sistema e prover tempos de respostas aceitáveis pelos usuários. Analise as afirmações abaixo sobre o kernel e escreva (F) para Falso ou (V) para Verdadeiro e, em seguida, marque a sequência CORRETA.
I. Desempenha a função de criação e destruição de processos;
II. Desempenha a função de suspensão de processos;
III. Desempenha a função de suporte ao sistema de arquivos.
Quando se faz uma comparação entre essas três religiões, logo se torna evidente que elas possuem muito mais coisas em comum do que razões de separação (KÜNG, H. Religiões do mundo: em busca dos pontos comuns. Campinas: Verus, 2004. p. 218):
I. As três são religiões da fé: creem no único Deus;
II. As três possuem caráter histórico: raciocinam não em termos de ciclos do universo, mas sim a partir da criação de Deus, em vista da perfeição do mundo e da vida humana;
III. Todas as três são marcadas por grandes figuras proféticas: não são religiões míticas, mas sim religiões proféticas no sentido histórico;
IV. Todas as três lançaram sua mensagem em escritos sagrados: são algo assim como religiões do livro;
V. Todas as três possuem um ethos básico comum: os grandes mandamentos da humanidade, que consideram como expressão da vontade de Deus.
As três religiões cujas características comuns estão elencadas no enunciado desta questão são:
TEXTO V
SOTAQUE MINEIRO: É ILEGAL, IMORAL OU ENGORDA?
Gente, simplificar é um pecado. Se a vida não fosse tão corrida, se não tivesse tanta conta para pagar, tantos processos — oh sina — para analisar, eu fundaria um partido cuja luta seria descobrir as falas de cada região do Brasil.
Cadê os linguistas deste país? Sinto falta de um tratado geral das sotaques brasileiros. Não há nada que me fascine mais. Como é que as montanhas, matas ou mares influem tanto, e determinam a cadência e a sonoridade das palavras?
(...)
Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho (não dizem: pode parar, dizem: pó parar. Não dizem: onde eu estou?, dizem: ôndôtô?). Parece que as palavras, para os mineiros, são como aqueles chatos que pedem carona. Quando você percebe a roubada, prefere deixá-los no caminho.
(...)
Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade. Fala que ele é bom de serviço. Pouco importa que seja um juiz, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô. Se der no couro — metaforicamente falando, claro — ele é bom de serviço. Faz sentido...
Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: cê tá boa? Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa, é como perguntar a um peixe se ele sabe nadar. Desnecessário.
Há outras. Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada. Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer: — Mexe com isso não, sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc).(...).
Os mineiros também não gostam do verbo conseguir. Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta. Sôcê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz: — Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô.
(...)
Mineiras não dizem apaixonado por. Dizem, sabe-se lá por que, apaixonado com. Soa engraçado aos ouvidos forasteiros. Ouve-se a toda hora: Ah, eu apaixonei com ele.... Ou: sou doida com ele (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). Elas vivem apaixonadas com alguma coisa.
(Texto de Felipe Peixoto Braga Netto - Crônica extraída do livro "As coisas simpáticas da vida", Landy Editora, São Paulo (SP) -
2005, pág. 82. Publicação retirada do site: http://goo.gl/ajNZpc. - Acesso em 14.6.2015).
A chamada ''Carta de Aristeias'' conta que o rei do Egito, Ptolomeu IV Filadelfo (285 a 247 a.C.) patrocinou a tradução das escrituras dos judeus para a língua grega. Segundo a referida carta, Ptolomeu IV solicitou ao sumo sacerdote Eleazar, em Jerusalém, uma cópia do texto hebraico e tradutores para a realização da obra. O sumo sacerdote enviou, então, uma comissão de tradução formada por 72 piedosos eruditos judeus, seis de cada tribo dos filhos de Israel, cujos nomes são listados na carta (§ 45-51), que foram recebidos com festa pelo rei em Alexandria. O relato da Carta afirma ainda que esses 72 levaram 72 dias para concluir a tradução do hebraico para o grego. Terminado o trabalho, o bibliotecário do rei, Demétrio, leu o texto em voz alta para a comunidade judaica, que o acolheu com aclamação unânime.
O texto se refere à versão grega do Antigo Testamento conhecida pelo nome de: