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457941201541446
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Ciência Política | Relações Internacionais | Eventos Contemporâneos de 2016

Dois dias depois do início dos cortes de energia diários na Venezuela, uma onda de saques atingiu, na madrugada desta quarta-feira (27.04), as duas maiores regiões metropolitanas do país.


As tentativas de roubo a lojas ocorreram no mesmo dia em que a oposição ao presidente Nicolás Maduro começou a primeira etapa da coleta de assinaturas.


                            (Folha de S.Paulo. http://goo.gl/GWucAh, 27.04.2016. Adaptado)


Essa coleta de assinaturas tem como objetivo

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457941200692280
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado

                  Por que achamos que ser magro é bonito?


      Dieta da sopa, da lua, do pepino, da batata doce, para secar a barriga. Em um passeio rápido pela internet, não é nada difícil pinçar alguns exemplos de uma obsessão pela magreza. Mas por que queremos tanto emagrecer? Por que achamos que “magreza = beleza”?

      A preocupação com o ponteiro da balança está longe de ser apenas uma preocupação com a saúde. Essa neura com o peso não vem dos tempos mais remotos. Basta espiar as obras de arte dos séculos passados e ver que a figura feminina idealizada ali concentrava mais gordura do que as modelos de hoje. O quadril largo, as coxas generosas, o rosto mais cheinho eram traços valorizados nas musas. Ainda que o padrão em si tenha mudado, a lógica permanece. “Os padrões de beleza que aparecem ao longo da história são, como regra, acessíveis a poucos”, aponta a psicóloga Joana de Vilhena Novaes.

      Quando fazer as três refeições básicas diariamente era um luxo e morrer de fome era um destino comum para as pessoas, a gordura era um privilégio. Agora, já que temos mais comida à disposição, mais jeitos de conservá-la, comer é fácil. Portanto, não é de estranhar que as modelos extremamente magras sejam colocadas em um pedestal. É mais difícil ser muito magra com tantas calorias à disposição. O corpo magro e jovem também exige cada vez mais procedimentos estéticos e cirurgias para atingir a dita “perfeição” — exige dinheiro, mais um obstáculo.

      Só no Brasil, um terço das meninas que estão no 9° ano do Ensino Fundamental já se preocupam com o peso, de acordo com uma pesquisa de 2013 do IBGE. Em âmbito global, a probabilidade de que uma moça com idade entre 15 e 24 anos morra em decorrência de anorexia é 12 vezes maior que por qualquer outra causa. E não é à toa que as vítimas mais comuns sejam as mulheres. A nutricionista Paola Altheia explica a tendência: “Enquanto a moeda de valor masculina na sociedade é dinheiro, poder e influência, a das mulheres é a aparência”.

(Ana Luísa Fernandes, Priscila Bellini. http://super.abril.com.br. 08.07.2015. Adaptado)

Conforme o texto, a lógica que dita os padrões de beleza leva em conta
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3

457941200502254
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Problemas Algébricos | Álgebra | Frações e Decimais | Aritmética
Um passeio ciclístico foi feito em 3 etapas. Na primeira etapa, foram percorridos 2/5 do percurso total. Na segunda etapa, foram percorridos 14 km, completando assim 3/4 do percurso total. Desse modo, é correto afirmar que o número de quilômetros percorridos na terceira etapa foi
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4

457941201253900
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Eventos Contemporâneos de 2017 | Ciência Política | Política Brasileira

Depois de diversas críticas, o presidente em exercício Michel Temer decidiu voltar atrás e manter o Ministério da Cultura. O ministro da pasta será Marcelo Calero que, na quarta-feira, 18.05, foi anunciado como secretário nacional da Cultura.


                           (O Estado de S.Paulo. http://goo.gl/6dHoAe, 21.05.2016. Adaptado)


Na proposta inicial do governo interino, esse ministério seria uma secretaria subordinada ao Ministério

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457941200090333
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética | Proporcionalidade
Uma criança deverá tomar 4 doses diárias de um determinado xarope durante 6 dias. A dose determinada pelo pediatra é de 10 mL para cada 8 kg de massa corporal da criança. Se essa criança tem 10 kg de massa corporal, ao final do tratamento ela terá ingerido uma quantidade, em mL, desse medicamento igual a
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6

457941200631891
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Médias Aritméticas | Aritmética
A média aritmética das idades, em anos, de uma equipe de 30 recenseadores é de 21. Se incluirmos dois supervisores dentro dessa equipe, que têm idades iguais, essa média é aumentada em meio ano. Nessas condições, é correto afirmar que a idade, em anos, de cada supervisor é
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7

457941201329364
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal
Quanto à concordância, respeitando-se a norma-padrão da língua portuguesa, está correta a frase:
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8

457941201160897
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Conjunções | Morfologia
Texto associado

                                  O resgate do casaco

      Já entrávamos no restaurante quando minha amiga deu um grito. Tinha esquecido seu casaco no táxi. Vi no seu olho o tamanho da perda. Mulher sabe.

      Não era um casaco qualquer. Era daqueles que jamais poderão ser substituídos, roupas energéticas que serão lembradas para todo o sempre. Nem pestanejei. Corri para a rua. O táxi ainda estava parado no semáforo da esquina. Me concentrei na atleta que poderia existir oculta dentro de mim e fiz minha melhor performance nos cem metros rasos.

      Quando estava bem perto, o sinal abriu e o táxi acelerou. Tive vontade de chorar. Eu estava quase.

      Por muito pouco não o alcancei. Desisti por um momento, ofegante, mas um pequeno engarrafamento parou o carro novamente. Inflei mais uma vez minha esperança atlética e dei o melhor de mim.

      Não reconhecia minhas pernas se alternando em tamanha velocidade e agora eu já pensava muito mais na minha capacidade de atingir o que me parecia impossível do que no casaco da minha amiga.

      Inacreditavelmente, o carro se pôs de novo em movimento a apenas alguns passos de minhas potentes pernas. Não parei. Não sei o que me deu. Não sei como, mas continuei a correr. Não pude engolir dois fracassos. Fui além. Corri no limite do impossível.

      O resgate do casaco virou uma questão de honra, de exercício da esperança duas vezes desafiada. Agora eu corria gritando a plenos pulmões:

      — Pare este táxi! Pare este táxi!

      Deu certo. Pararam o táxi e eu, quase morrendo, recuperei o precioso casaco de minha amiga.

      Quando o coloquei em suas mãos, ela me abraçou e caiu numa crise de choro. Não parava de chorar. Entendi que o casaco não era o que mais importava também para ela, e juntas choramos abraçadas sob os olhares curiosos de nossos maridos.

      Tínhamos ambas nos transformado pelo que tinha acontecido. Tão banal e tão revelador.

      Minha amiga sempre me fala da história do casaco. Diz que sempre se lembra dela e que já chegou a vesti-lo quando estava prestes a desistir de uma empreitada sem ao menos ter tentado.

      Quanto a mim, sei o quanto foi especial aquele momento. Minha esperança em vaivém, tornando-se elástica quando tudo parecia perdido. Uma heroína desconhecida se fazendo valer à minha revelia, desafiada pela frustração de sucessivos quases.

                               (Denise Fraga. www.folha.uol.com.br. 08.05.2016. Adaptado)

A alternativa que preenche corretamente a lacuna da frase – Já entrávamos no restaurante quando minha amiga deu um grito, _________ tinha esquecido seu casaco no táxi. –, preservando a relação de sentido estabelecida no primeiro parágrafo, é:
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457941200500766
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Razões e Proporções | Aritmética
Osvaldo fez um teste em sua residência e constatou que um banho com o chuveiro aberto durante 15 minutos consumia 120 litros de água. Já escovar os dentes, com a torneira da pia aberta durante 3 minutos, consumia 12 litros de água. Nesse teste, a razão entre a vazão (em litros por minuto) da torneira da pia e a do chuveiro, nessa ordem, foi de:
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457941201494053
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: ODACDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado

                  Por que achamos que ser magro é bonito?


      Dieta da sopa, da lua, do pepino, da batata doce, para secar a barriga. Em um passeio rápido pela internet, não é nada difícil pinçar alguns exemplos de uma obsessão pela magreza. Mas por que queremos tanto emagrecer? Por que achamos que “magreza = beleza”?

      A preocupação com o ponteiro da balança está longe de ser apenas uma preocupação com a saúde. Essa neura com o peso não vem dos tempos mais remotos. Basta espiar as obras de arte dos séculos passados e ver que a figura feminina idealizada ali concentrava mais gordura do que as modelos de hoje. O quadril largo, as coxas generosas, o rosto mais cheinho eram traços valorizados nas musas. Ainda que o padrão em si tenha mudado, a lógica permanece. “Os padrões de beleza que aparecem ao longo da história são, como regra, acessíveis a poucos”, aponta a psicóloga Joana de Vilhena Novaes.

      Quando fazer as três refeições básicas diariamente era um luxo e morrer de fome era um destino comum para as pessoas, a gordura era um privilégio. Agora, já que temos mais comida à disposição, mais jeitos de conservá-la, comer é fácil. Portanto, não é de estranhar que as modelos extremamente magras sejam colocadas em um pedestal. É mais difícil ser muito magra com tantas calorias à disposição. O corpo magro e jovem também exige cada vez mais procedimentos estéticos e cirurgias para atingir a dita “perfeição” — exige dinheiro, mais um obstáculo.

      Só no Brasil, um terço das meninas que estão no 9° ano do Ensino Fundamental já se preocupam com o peso, de acordo com uma pesquisa de 2013 do IBGE. Em âmbito global, a probabilidade de que uma moça com idade entre 15 e 24 anos morra em decorrência de anorexia é 12 vezes maior que por qualquer outra causa. E não é à toa que as vítimas mais comuns sejam as mulheres. A nutricionista Paola Altheia explica a tendência: “Enquanto a moeda de valor masculina na sociedade é dinheiro, poder e influência, a das mulheres é a aparência”.

(Ana Luísa Fernandes, Priscila Bellini. http://super.abril.com.br. 08.07.2015. Adaptado)

Segundo o texto, a supervalorização do corpo magro tem como consequência
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