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457941201593963
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Sistemas de Numeração e Operações Básicas | Aritmética
Renata foi à loja Tem Tudo e comprou um aspirador de pó por R$ 169,00. Ela pagou sua compra com 1 nota de R$ 100,00, 4 notas de R$ 20,00, recebendo de troco
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457941200798654
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Inspeção Escolar | Temas Pedagógicos
A observação da convivência entre os alunos é um excelente material para a equipe administrativa e pedagógica analisar, planejar e executar intervenções junto aos alunos. Essa é uma das funções do monitor de aluno, que, para executá-la de forma significativa, deverá
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3

457941200102432
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Semântica Contextual
Há luz no fim do túnel dos jornais impressos?

Castigados pela conjunção de duas crises – uma primeira de ordem conjuntural, ditada pelo cenário político e econômico, e uma segunda, estrutural, causada pela revolução digital – os próprios diários brasileiros se perguntam sobre o desfecho do imbróglio que tem reduzido suas receitas e, consequentemente, encolhido as publicações, provocando demissões em massa e despertando dúvidas crescentes sobre sua capacidade de entregar notícias, análises e opiniões relevantes.

Durante o X Congresso da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), a sobrevivência dos jornais norteou um debate que reuniu o trio formado por Ascânio Seleme, diretor de redação de O Globo, Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do grupo Estado, e Vinícius Mota, secretário de redação da Folha de S.Paulo.

Coube a Mota fornecer indicadores econômicos sombrios com impacto direto sobre os principais anunciantes dos jornais: o mercado imobiliário, o de automóveis e o de móveis e eletrodomésticos.

Para além dos riscos econômicos, Gandour abordou o que considera uma preocupante rejeição por parte do público, em escala global, ao incômodo gerado pela notícia, que chamou de “aquilo que alguém não quer que seja publicado”. Segundo ele, tal fenômeno, em que a sociedade almeja o bem-estar rejeitando o contraditório, apresenta riscos para o gênero jornalístico como um todo, e não apenas para os jornais impressos.

A fragmentação também foi indicada como um desafio importante, tanto no lado da demanda – o leitor – quanto no lado da oferta – o conjunto das mídias. À medida que o público mais jovem passa a ler notícias distribuídas em redes sociais, a notícia também se fragmenta, gerando um risco adicional, que o representante do Estadão chamou de “perda do discernimento do gênero jornalístico”. Nessa perda, o público já não saberia distinguir um texto informativo de um opinativo. A mitigação desse risco específico passaria pela sinalização clara pelos sites noticiosos do que seja uma notícia ou um editorial.

Já a fragmentação da oferta repercute dramaticamente no mercado publicitário, onde os jornais, que já disputavam verbas com a TV, rádio e revistas, enfrentam os anunciantes digitais, como buscadores e redes sociais. Diante desse panorama desafiador, Gandour acredita que o futuro dos jornais depende da continuidade do método jornalístico, que rege um ofício pautado pela independência editorial e a investigação exaustiva. “A gente vê na internet coisas que não contemplam o método jornalístico, como falar de uma pessoa sem ouvi-la, reproduzir rumores sem checagem”, disse. “O jornalismo é a disciplina da verificação.”

(Angela Pimenta. http://observatoriodaimprensa.com.br. Adaptado)

Um sinônimo para o termo mitigação, destacado em – A mitigação desse risco específico passaria pela sinalização clara pelos sites noticiosos do que seja uma notícia ou um editorial. (5º parágrafo) –, é:
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457941201064595
Ano: 2019Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional | Educação Pré-Escolar | Lei nº 9.131/1995 - Conselho Nacional de Educação | Diretrizes Curriculares da Educação Básica | Normas de Qualidade para Educação Pré-Escolar
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (Resolução CNE/CEB nº 5/2009), “as práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que:


(...) II – favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical;

(...) VIII – incentivem a curiosidade, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza.


Buscando aplicar essas diretrizes, Bernadete, professora de uma turma de pré-escola municipal, concluiu, acertadamente, que era preciso desenvolver essas experiências a partir de uma abordagem
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5

457941200215633
Ano: 2019Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Funções e Análise de Resultados da Avaliação Escolar | Avaliação na Educação Básica e Superior | Avaliação Institucional de Desempenho e Aprendizagem | Indicadores de Qualidade Educacional | Avaliação da Educação
Sobre a avaliação da aprendizagem na educação básica, as diretrizes curriculares estabelecem que deve basear-se “na concepção de educação que norteia a relação professor-estudante-conhecimento-vida em movimento”. Nesse sentido, pode-se afirmar que, em relação à aprendizagem, a avaliação deve ter por objetivo
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6

457941200751286
Ano: 2019Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Língua InglesaTemas: Compreensão de Texto | Advérbios e Conjunções
Texto associado

Ask teachers what method they subscribe to, and most will answer either that they don’t follow a method at all, or that they are ‘eclectic’, and pick and choose from techniques and procedures associated with a variety of different methods. Some might add that, essentially, their teaching follows the principles laid down by the communicative approach, itself a mixed bag, embracing anything from drills to communicative tasks, and everything in between. But the concept of a single, prescriptive ‘method’ – as in the Direct Method or the Oral Method – seems now to be dead and buried.

The demise of method is consistent with the widely held view that we are now in a ‘post-method’ era. Thus, as long ago as 1983, Stern declared that ‘several developments indicate a shift in language pedagogy away from the single method concept as the main approach to language teaching’ (1983). One such development was the failure, on the part of researchers, to find any significant advantage in one method over another. As Richards (1990) noted, ‘studies of the effectiveness of specific methods have had a hard time demonstrating that the method itself, rather than other factors, such as the teacher’s enthusiasm, or the novelty of the new method, was the crucial variable’. …

Kumaravadivelu (1994) identified what he called the ‘postmethod condition’, a result of ‘the widespread dissatisfaction with the conventional concept of method’. Rather than subscribe to a single set of procedures, postmethod teachers adapt their approach in accordance with local, contextual factors, while at the same time being guided by a number of ‘macrostrategies’. Two such macrostrategies are ‘Maximise learning opportunities’ and ‘Promote learner autonomy’. …

Nevertheless, and in spite of the claims of the postmethodists, the notion of method does not seem to have gone away completely. In fact, it seems to be doggedly persistent, even if the term itself is often replaced by its synonyms. … This is a view echoed by Bell (2007) who interviewed a number of teachers on the subject, and concluded that ‘methods, however the term is defined, are not dead. Teachers seem to be aware of both the usefulness of methods and the need to go beyond them.’

On the other hand, in a recent paper, Akbari (2008) suggests that it is textbooks that have largely replaced methods in their traditional sense: ‘The concept of method has not been replaced by the concept of postmethod but rather by an era of textbook-defined practice. What the majority of teachers teach and how they teach ... are now determined by textbooks’.

(by Scott Thornbury – http://www.teachingenglish.org.uk/article/ methods-post-method-metodos. Adaptado)

Os dois últimos parágrafos deixam claro que
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457941201088497
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal
Assinale a alternativa em que a concordância das palavras está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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8

457941200668797
Ano: 2019Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Língua InglesaTemas: Compreensão de Texto | Advérbios e Conjunções
Texto associado

Ask teachers what method they subscribe to, and most will answer either that they don’t follow a method at all, or that they are ‘eclectic’, and pick and choose from techniques and procedures associated with a variety of different methods. Some might add that, essentially, their teaching follows the principles laid down by the communicative approach, itself a mixed bag, embracing anything from drills to communicative tasks, and everything in between. But the concept of a single, prescriptive ‘method’ – as in the Direct Method or the Oral Method – seems now to be dead and buried.

The demise of method is consistent with the widely held view that we are now in a ‘post-method’ era. Thus, as long ago as 1983, Stern declared that ‘several developments indicate a shift in language pedagogy away from the single method concept as the main approach to language teaching’ (1983). One such development was the failure, on the part of researchers, to find any significant advantage in one method over another. As Richards (1990) noted, ‘studies of the effectiveness of specific methods have had a hard time demonstrating that the method itself, rather than other factors, such as the teacher’s enthusiasm, or the novelty of the new method, was the crucial variable’. …

Kumaravadivelu (1994) identified what he called the ‘postmethod condition’, a result of ‘the widespread dissatisfaction with the conventional concept of method’. Rather than subscribe to a single set of procedures, postmethod teachers adapt their approach in accordance with local, contextual factors, while at the same time being guided by a number of ‘macrostrategies’. Two such macrostrategies are ‘Maximise learning opportunities’ and ‘Promote learner autonomy’. …

Nevertheless, and in spite of the claims of the postmethodists, the notion of method does not seem to have gone away completely. In fact, it seems to be doggedly persistent, even if the term itself is often replaced by its synonyms. … This is a view echoed by Bell (2007) who interviewed a number of teachers on the subject, and concluded that ‘methods, however the term is defined, are not dead. Teachers seem to be aware of both the usefulness of methods and the need to go beyond them.’

On the other hand, in a recent paper, Akbari (2008) suggests that it is textbooks that have largely replaced methods in their traditional sense: ‘The concept of method has not been replaced by the concept of postmethod but rather by an era of textbook-defined practice. What the majority of teachers teach and how they teach ... are now determined by textbooks’.

(by Scott Thornbury – http://www.teachingenglish.org.uk/article/ methods-post-method-metodos. Adaptado)

No trecho do segundo parágrafo – studies of the effectiveness of specific methods have had a hard time demonstrating that the method itself, rather than other factors… –, a palavra itself é utilizada para efeito de
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457941201999716
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Código de Trânsito Brasileiro (CTB)Temas: Código de Trânsito Brasileiro: Introdução e Conceitos Básicos
Em um cruzamento não sinalizado, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, terá preferência de passagem o veículo
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457941200324326
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Iguape - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual
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                                    O melhor amigo


      Ana, a mãe de Pedro, estava na sala costurando. O menino abriu a porta da rua, meio assustado, arriscou um passo para dentro e mediu cautelosamente a distância. Como a mãe não se voltasse para vê-lo, ele deu uma corridinha em direção de seu quarto

.     – Meu filho? – gritou ela.

      – O que é? – respondeu Pedro com o ar mais natural que lhe foi possível.

      – O que você está carregando aí? Pedro ficou pensando como a mãe poderia ter visto alguma coisa, se nem levantara a cabeça. Sentindo-se perdido, tentou ainda ganhar tempo.

      – Eu? Nada...

      – Está sim. Você entrou carregando uma coisa.

      Pronto: ele estava descoberto. Não adiantava negar. O jeito era procurar comovê-la. Então veio caminhando desconsolado até a sala, mostrou à mãe o que estava carregando.

      – Olha aí, mamãe: é um filhote...

      Os olhos de Pedro aguardavam a decisão.

      – Um filhote? Onde é que você arranjou isso?

      – Achei na rua. Tão bonitinho, não é mãe?

      – Trate de levar embora esse cachorro agora mesmo!

      – Ah, mãe... já fazendo cara de choro.

      – Você tem dez minutos para levar esse bicho embora. Já disse que não quero animais aqui em casa. Tanta coisa para cuidar!

      Pedro voltou para o quarto, emburrado.

      – Todo mundo tem cachorro, só eu que não tenho.

      – Dez minutos! – repetiu a mãe.

      Ele conhecia bem a mãe, sabia que não haveria apelo. Então saiu com o cachorro e pouco tempo depois voltou.

      – Pronto, mãe.

      E exibia-lhe uma nota de 20. Havia vendido seu melhor amigo por dinheiro.

      – Eu deveria ter pedido 50!

(Fernando Sabino. http://www. phaleixo.blogspot.com. br – Acesso em 01.07.2015. Adaptado) 

Na frase – ... mediu cautelosamente a distância. – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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