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457941200746434
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Segurança do Trabalho e Normas Regulamentadoras (NRs)Temas: Prevenção de Acidentes de Trabalho | Saúde e Segurança Ocupacional
Conceitue o termo “Segurança”, assinalando a alternativa que NÃO consiste com a realidade do termo:
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457941201463284
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Direito TributárioTemas: Panorama das Ações Fiscais | Cobrança Judicial de Tributos | Procedimentos Fiscais e Processos Tributários
Assinale a alternativa correta:
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3

457941200179174
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Flexão de Tempo Verbal | Flexão de Modo Verbal | Morfologia Verbal
Analise a correlação entre tempos e modos verbais empregados nas orações a seguir e assinale aquela que foge à norma padrão da língua portuguesa:
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4

457941200802241
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Segurança do Trabalho e Normas Regulamentadoras (NRs)Temas: Princípios de Saúde Ocupacional
Conceitue: “Abordagem Reativa” assinalando a alternativa INCORRETA:
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5

457941201878075
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Estrutura do Poder Judiciário | Direitos Penais Constitucionais e Garantias Processuais Constitucionais | Direitos Eleitorais | Supremo Tribunal Federal | Direitos Fundamentais - Remédios Constitucionais e Garantias Processuais
Após a leitura das assertivas I a IV, assinale a resposta correta
I. Segundo a Constituição Federal, cabe ao Supremo Tribunal Federal processar e julgar, originariamente, a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo municipal.
II. Dentre os direitos e garantias fundamentais reconhecidos pela Constituição Federal, está o reconhecimento aos litigantes, em processo judicial, do direito ao contraditório, à ampla defesa e aos recursos a ela inerentes, com acesso ao duplo grau de jurisdição.
III. Segundo a Constituição Federal, a soberania popular é exercida por meio de sufrágio censitário e, nos termos da lei, mediante plebiscito, referendo e iniciativa popular.
IV. Segundo a Constituição Federal, o alistamento eleitoral e o voto, são obrigatórios para os maiores de dezoito anos e para os menores de setenta anos de idade, inclusive se analfabetos.
Considerando tais assertivas, responda:
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6

457941201082592
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Língua InglesaTemas: Compreensão de Texto
Texto associado

The Great Wall of China

Walls and wall building have played a very important role in Chinese culture. These people, from the dim mists of prehistory have been wallconscious; from the Neolithic period – when barriers were used - to the Communist Revolution, walls were an essential part of any village. Not only towns and villages; the houses and the temples within them were somehow walled, and the houses also had no windows overlooking the street, thus giving the feeling of wandering around a huge maze. The name for “city” in Chinese (ch’eng) means wall, and over these walled cities, villages, houses and temples presides the god of walls and mounts, whose duties were, and still are, to protect and be responsible for the welfare of the inhabitants. Thus a great and extremely laborious task such as constructing a wall, which was supposed to run throughout the country, must not have seemed such an absurdity. 

However, it is indeed a common mistake to perceive the Great Wall as a single architectural structure, and it would also be erroneous to assume that it was built during a single dynasty. For the building of the wall connected the various dynasties, and each of these dynasties somehow contributed to the refurbishing and the construction of a wall, whose foundations had been laid many centuries ago. It was during the fourth and third century B.C. that each warring state started building walls to protect their kingdoms, both against one another and against the northern nomads. Especially three of these states: the Ch’in, the Chao and the Yen, corresponding respectively to the modern provinces of Shensi, Shanzi and Hopei, over and above building walls that surrounded their kingdoms, also laid the foundations on which Ch’in Shih Huang Di would build his first continuous Great Wall. 

The role that the Great Wall played in the growth of Chinese economy was an important one. Throughout the centuries many settlements were established along the new border. The garrison troops were instructed to reclaim wasteland and to plant crops on it, roads and canals were built, to mention just a few of the works carried out. All these undertakings greatly helped to increase the country’s trade and cultural exchanges with many remote areas and also with the southern, central and western parts of Asia – the formation of the Silk Route. Builders, garrisons, artisans, farmers and peasants left behind a trail of objects, including inscribed tablets, household articles, and written work, which have become extremely valuable archaeological evidence to the study of defence institutions of the Great Wall and the everyday life of these people who lived and died along the wall


Crops were planted
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7

457941200186038
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Informática BásicaTemas: Hardware - Armazenamento, Memórias e Periféricos
Com relação aos principais componentes de um computador (hardware e software) assinale a única alternativa CORRETA:
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8

457941200885939
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Informática BásicaTemas: Planilhas Eletrônicas - Excel e Calc | Excel | Planilhas Eletrônicas
Na planilha eletrônica Microsoft Office Excel, versão 2007, as células A1, A2, A3 e A4 estão preenchidas respectivamente com os números: 2, 4, 6 e 8. E, em seguida, a célula B1 é preenchida com o número 10. Ao se selecionar a célula B1 e dar um duplo clique no quadro do canto inferior direito desta célula, pode-se afirmar que a célula B4 estará preenchida com o número:
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9

457941200424429
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

Leia o texto 1 para responder à questão

TEXTO I

CUIDADO: “por conta de” é o novo “a nível de”

O uso exagerado de uma locução que serve para qualquer situação é um miasma que pode ser tomado como evidência da diminuição da riqueza vocabular da língua portuguesa

Por: Sérgio Rodrigues

Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/cuidado-%E2%80%9Cpor-contade%E2%80%9D-e-o-novo-%E2%80%9Ca-nivel-de%E2%80%9D Acesso em 20/03/2012

    A locução prepositiva “por conta de” não é um novo animal na floresta da língua. Faz alguns anos que professores de português, conselheiros gramaticais e outros profissionais encarregados de zelar por uma versão limpa e correta do português falado no Brasil vêm alertando o público sobre seus riscos. Não adiantou. A novidade que se anuncia aqui é que esse modismo besta está vencendo o jogo - e de goleada. Se “a nível de” é uma praga que, de tão ridicularizada, entrou em declínio, “por conta de” está em alta. Quem separar uns poucos minutos para folhear com atenção revistas e jornais, navegar na internet ou ouvir TV e rádio - sobretudo este - encontrará uma impressionante variedade de frases sintaticamente mancas, construções rebarbativas e outras bobagens com “por conta de” no meio.  

    Uma complicação adicional é que nem sempre essa locução agride a gramática e o bom-senso, embora o desgaste provocado pela repetição excessiva torne cada vez mais difícil acomodá-la num texto de estilo apurado. Como costuma ocorrer com modismos linguísticos bem-sucedidos demais, os casos mais graves são aqueles em que a expressão fetichista, julgando-se todo-poderosa, transborda do nicho gramatical que lhe foi reservado e passa a atuar como predadora de outras espécies ao seu redor. Mais do que empobrecer o vocabulário em circulação na sociedade, esse espalhamento instaura um vale-tudo em que a muleta linguística faz o papel de curinga chamado a remendar às pressas raciocínios esfarrapados. É o momento em que a inteligência coletiva paga a conta.

    Não se trata de exagero. Talvez os danos fossem menores, computados apenas no placar da elegância, se os ataques se restringissem às preposições simples e curtas - como “com”, “contra”, “por” e “de” - que são as primeiras vítimas de “por conta de”:

  • • “Corintianos fazem piada por conta da derrota do Santos” (com);
  • • “Atriz Y. está deprimida por conta da separação” (com);
  • • “Moradores protestam por conta da situação da estrada” (contra);
  • • “Escritor X. é processado por conta de plágio” (por);
  • • “Morreu por conta de câncer” (de).

    Nos casos acima, a locução do momento comete um crime típico do bacharelismo brasileiro, a enrolação palavrosa — a mesma que já levou muita gente a acreditar que soava sofisticada ao proferir tolices como “passar mal a nível de estômago”. Diante do que vem depois, porém, isso pode ser considerado secundário. Fortalecido pelas primeiras vitórias, “por conta de” logo se aventura em regiões distantes de seu habitat, passando a exterminar e substituir espécies linguísticas com as quais não tem a mais pálida semelhança. É o caso da preposição “sobre”: “O craque analisou a equipe adversária, mas por conta da queda do treinador preferiu não fazer comentários”.

    E de repente atingimos o ponto culminante na escala da falta de noção: “por conta de” aparece ocupando o lugar de um advérbio como “apesar”, numa construção concessiva como esta: “Mesmo por conta da epidemia de dengue, as pessoas continuam deixando recipientes com água no quintal”.

    Onde estarão errando os opositores de “por conta de” para ser ignorados de tal forma, inclusive por falantes que, para todos os efeitos, se incluem entre os praticantes da variedade culta da língua? Curiosamente, seu equívoco parece residir no excesso de rigor, e não na leniência — extremos que, como bem sabe quem educa ou já educou filhos, podem produzir resultados igualmente negativos. Ao condenarem indiscriminadamente como erro o uso dessa locução prepositiva com o sentido causal que dicionários de qualidade como Houaiss e Aulete (embora não o Aurélio) já reconhecem como um brasileirismo legítimo, tais críticos abrem o flanco a uma desmoralizante acusação de ultraconservadorismo. Qualquer um que, a essa altura dos estudos linguísticos, seja visto como defensor de um impossível imobilismo de idiomas vivos é excluído do jogo com facilidade.

    O fato é que o sentido causal de “por conta de” está além da polêmica. Sua origem clara — e castiça — deve ser buscada em “à conta de”, locução prepositiva à prova de controvérsia, embora pouco usada hoje. “À conta de” quer dizer “por causa de, a pretexto de”, informa o Aurélio, dando como exemplo uma frase de frei Vicente do Salvador (1564-1639), autor do clássico História do Brasil: “...à conta de defenderem a jurisdição de el-rei, totalmente extinguiam a da Igreja”. Para transformar “à conta de” em “por conta de”, basta uma troca de preposição tão simples quanto a que levou o “para” do início desta frase a suplantar “por” como indicador de efeito a atingir, numa das evoluções marcantes do português antigo para o moderno analisadas por Said Ali em seus estudos pioneiros de gramática histórica.

    No entanto, isso passa longe de esgotar a questão. Enquanto a expressão “por conta de” puder ser trocada por “em razão de”, “em decorrência de” ou “devido a” (que também já foi malvista, mas hoje goza de boa reputação), estaremos diante de uma defensável escolha de estilo, ainda que irreverente se observada por um prisma tradicional. Mas quando, numa língua de cultura como o português, filha legítima do latim, uma peça polivalente qualquer começa a substituir grosseiramente mecanismos programados para estabelecer entre palavras uma malha intrincada de relações lógicas, espaciais e temporais, como são as preposições, vemo-nos no terreno daquele círculo vicioso para o qual o escritor inglês George Orwell chamava atenção ao afirmar que, “se o pensamento corrompe a linguagem, a linguagem também pode corromper o pensamento”. A epidemia do “por conta de” é um sintoma da falência educacional brasileira.

São ideias presentes no texto:
I. As expressões “a nível de” e “por conta de” não só são vazias de sentido, como empobrecem o vocabulário corrente na sociedade.
II. É melhor empregar as preposições simples, pois o uso na forma de locução passa a ideia de falsa sofisticação vocabular.
III. O texto cita apenas o uso da locução prepositiva substituindo preposições simples, como com, contra, por, de, sobre.
IV. A locução prepositiva “por conta de” pode ser substituída por outras formas como escolha de estilo, mas seu uso pode deturpar a linguagem.
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457941201498804
Ano: 2012Banca: IESESOrganização: Potigás - RNDisciplina: Química GeralTemas: Fontes de Energia Química | Fontes de Energia Convencional e Alternativa
O gás natural pode ter diferentes composições dependendo de onde é extraído. A composição média do gás natural é de:
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