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457941200735440
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Geometria Euclidiana Plana | Unidades de Medida | Aritmética | Cálculo de Áreas e Perímetros
O formato interno de uma caixa d’água é um prisma triangular reto, cuja base é um triângulo retângulo com o maior lado medindo 2,5 metros, e o menor lado, 1,5 metro. Se essa caixa comporta um volume máximo de água igual a 15 000 litros, então é verdade que sua altura interna mede, em metros,
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2

457941200167595
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Autores Influentes | Antoni Zabala
A diretora da escola Vinícius de Moraes observou que os professores da sua unidade escolar utilizam sempre a mesma organização social da aula. Diante dessa constatação, ela elaborou uma formação em serviço sobre as diferentes formas de organizar as atividades na aula, para discutir e sistematizar as vantagens e desvantagens de cada uma. De acordo com ZABALA (1998),
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3

457941200117009
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Problemas Algébricos | Álgebra
Para uma atividade extraclasse, que deverá ser feita em várias etapas, 196 alunos do 6° ano e 140 alunos do 7° ano de certa escola deverão ser divididos em grupos. Todos os grupos deverão ter o mesmo número de alunos, sendo esse número o maior possível, de modo que cada grupo tenha somente alunos de um mesmo ano, e que nenhum desses alunos fique fora de um grupo. Se cada etapa terá a participação de 2 grupos distintos, então o número de etapas necessárias para que todos os alunos participem dessa atividade será
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4

457941201613384
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional | Lei nº 9.131/1995 - Conselho Nacional de Educação | Diretrizes Curriculares da Educação Básica
Em conformidade com o art. 6º , Resolução CNE/CEB 07/2010 – Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, os sistemas de ensino e as escolas adotarão, como norteadores das políticas educativas e das ações pedagógicas, princípios éticos, políticos e estéticos. Com relação aos princípios políticos, pode(m)-se destacar, entre outros:
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5

457941200045742
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal
Assinale a alternativa correta quanto à concordância padrão.
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6

457941201771173
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
Leia o texto “Carnes vivas”, de João Pereira Coutinho, e responda a questão.

      Tive uma infância de príncipe. Passei longas horas na rua, sem supervisão parental, a me aventurar. Isso na cidade.
      No campo, o cardápio era melhor. Parti o braço (uma vez) e o pulso (idem). Tudo porque teimava em subir nas árvores. E, por falar em árvores, cheguei a construir uma casa rudimentar no cimo de uma oliveira que aguentou apenas duas horas. Findas as duas horas, já eu estava no chão, com os joelhos em carne viva. 
      Às vezes pergunto o que aconteceria aos meus pais se o pequeno selvagem que fui reaparecesse agora. Provavelmente, seria exibido em uma jaula, como um King Kong pré- -púbere.
    “Minhas senhoras e meus senhores, vejam com os próprios olhos, uma criança que gosta de brincar!”
      Imagino a plateia, horrorizada, tapando os olhos dos filhos – ou, melhor ainda, ligando os tablets e anestesiando-os com a dose apropriada de pixels.
      E a minha mãe certamente estaria presa. Exagero? Não creio. Conta a “Economist” dessa semana que Debra Harrell, da Carolina do Sul, foi detida por deixar a filha de nove anos brincar no parque sem vigilância apurada.
   Engraçado. Na década de 1950, uma criança tinha cinco vezes mais possibilidades de morrer precocemente do que uma criança do século 21. Mas os pais da “baby-boom generation” deixavam as suas crianças à solta, talvez por entenderem que uma criança é uma criança. Esses pais não eram, como diz a revista, “pais-helicóptero”.
    Expressão feliz. Conheço vários casais que devotam aos filhos a mesma atenção obsessiva que um pesquisador dedica aos seus ratinhos de laboratório. Gostam de controlar tudo sobre os filhos. Como os helicópteros, estão constantemente a planar sobre a existência dos petizes.
    E quando finalmente descem a terra, é a desgraça: correm com eles para aulas de música, caratê, natação, matemática. No regresso a casa, é ver esses pequenos escravos, mortificados e exaustos, antes de se recolherem aos quartos.
   Não sei que tipo de crianças os “pais-helicóptero” estão a produzir. Deixo essas matérias para os especialistas. Digo apenas que a profusão de “pais-helicóptero” é uma brutal amputação da infância e da adolescência. Para além de corromper a relação entre pais e filhos.
    Sobre a amputação, não sei que adulto eu seria se nesses primeiros anos não houvesse a sensação de liberdade, mas também a percepção do risco, que me acompanhava todos os dias. Apesar dos ossos que quebrei, dores foram compensadas pela confiança que ganhei e pela intuição de que o mundo não é uma ameaça constante, povoado por sequestradores, pedófilos ou extraterrestres. 
    Mas os “pais-helicóptero” corrompem a relação essencial entre eles e os filhos. Anos atrás, o filósofo  Michael Sandel escreveu um ensaio contra o uso da engenharia genética para produzir descendências perfeitas. Dizia Sandel que se os pais pudessem manipular os fetos para terem superfilhos, estaria quebrada a qualidade essencial da parentalidade: o fato de amarmos os filhos incondicionalmente. Sejam ou não perfeitos.
    Igual raciocínio é aplicável aos “pais-helicóptero”: é natural desejar o melhor para os filhos. Porém não é natural ter com os filhos a mesma relação que existe entre um treinador e o seu atleta, como se a vida – acadêmica, pessoal, emocional – fosse uma mini-Olimpíada permanente.
    Na minha infância, as únicas medalhas que colecionei são as cicatrizes que trago no corpo. Não as troco por nada.
(Folha de S.Paulo, 29.07.2014. Adaptado)
Com base na leitura do texto, é correto o que se afirma na alternativa:
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7

457941201376402
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Legislação Municipal (São Paulo)Temas: Lei Complementar nº 2.913/2012 - Estatuto e Plano de Carreira do Magistério | Legislação Municipal de Itápolis
O artigo 35 da Lei Complementar no 2.913/2012, Estatuto, Plano de Carreira e Remuneração e Reestruturação dos Cargos e Empregos dos Profissionais do Magistério Público da Educação Básica do município de Itápolis, estabelece que
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457941200040958
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Gestão do Tempo e Espaço na Educação Pré-Escolar | Cuidados na Educação Pré-Escolar | Educação Pré-Escolar
Quando o banho é incluído na rotina, precisa ser planejado, preparado e realizado como um procedimento que tanto promove o bem-estar quanto uma oportunidade para descobertas e aprendizado. As condições ambientais precisam garantir a segurança das crianças evitando
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9

457941200694200
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Na opinião do autor, os garotos gritavam de maneira excessiva
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457941200930908
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Gestão Escolar | Temas Pedagógicos
Bordignon e Gracindo (In FERREIRA & AGUIAR) definem paradigma como ideias e valores assumidos coletivos, consciente ou inconscientemente, e representa o cenário da sociedade que temos ou que queremos. Ao abordar a questão da gestão educacional, os autores apontam a existência de dois paradigmas, um “tradicional”, que deriva do paradigma racional positivista, e outro “emergente”, que requer a mudança das estruturas mais radicais do pensamento. Ao explicitar as mudanças de enfoque e de atitudes que o novo paradigma propõe, os autores indicam que no paradigma “emergente”
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