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457941202032358
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Inspeção Escolar | Temas Pedagógicos
O Agente Educacional é responsável por orientar as crianças sobre as normas de comportamento, contribuindo, assim, para a integração e convivência saudável apropriada ao ambiente escolar e ao processo de ensino-aprendizagem. Quando identifica alta incidência de faltas às aulas, o Agente Educacional deve
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2

457941201795549
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Autores Influentes | José Carlos Libâneo
Demerval Saviani, citado por LIBÂNEO, OLIVEIRA e TOSCHI (2012), classifica as concepções de educação em: teorias não críticas, teorias crítico-reprodutivistas e teoria histórico-crítica. Pode ser considerada, entre outras, uma característica da teoria histórico-crítica:
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3

457941201178451
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Cálculo de Áreas e Perímetros | Geometria Euclidiana Plana | Cálculo de Porcentagem | Aritmética
Conforme dados que constavam da página eletrônica oficial do Município de Itápolis em 06.03.2016, aproximadamente 9,3% da população do município residia, na primeira década deste século, na área rural, o que correspondia, aproximadamente, a 3700 habitantes. Com base somente nessa informação, a alternativa que apresenta um valor que mais se aproxima do número de habitantes que residia na área urbana, naquela ocasião, é:
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4

457941201837973
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Semântica Contextual | Análise Textual
Texto associado
Leia o texto “Carnes vivas”, de João Pereira Coutinho, e responda a questão.

      Tive uma infância de príncipe. Passei longas horas na rua, sem supervisão parental, a me aventurar. Isso na cidade.
      No campo, o cardápio era melhor. Parti o braço (uma vez) e o pulso (idem). Tudo porque teimava em subir nas árvores. E, por falar em árvores, cheguei a construir uma casa rudimentar no cimo de uma oliveira que aguentou apenas duas horas. Findas as duas horas, já eu estava no chão, com os joelhos em carne viva. 
      Às vezes pergunto o que aconteceria aos meus pais se o pequeno selvagem que fui reaparecesse agora. Provavelmente, seria exibido em uma jaula, como um King Kong pré- -púbere.
    “Minhas senhoras e meus senhores, vejam com os próprios olhos, uma criança que gosta de brincar!”
      Imagino a plateia, horrorizada, tapando os olhos dos filhos – ou, melhor ainda, ligando os tablets e anestesiando-os com a dose apropriada de pixels.
      E a minha mãe certamente estaria presa. Exagero? Não creio. Conta a “Economist” dessa semana que Debra Harrell, da Carolina do Sul, foi detida por deixar a filha de nove anos brincar no parque sem vigilância apurada.
   Engraçado. Na década de 1950, uma criança tinha cinco vezes mais possibilidades de morrer precocemente do que uma criança do século 21. Mas os pais da “baby-boom generation” deixavam as suas crianças à solta, talvez por entenderem que uma criança é uma criança. Esses pais não eram, como diz a revista, “pais-helicóptero”.
    Expressão feliz. Conheço vários casais que devotam aos filhos a mesma atenção obsessiva que um pesquisador dedica aos seus ratinhos de laboratório. Gostam de controlar tudo sobre os filhos. Como os helicópteros, estão constantemente a planar sobre a existência dos petizes.
    E quando finalmente descem a terra, é a desgraça: correm com eles para aulas de música, caratê, natação, matemática. No regresso a casa, é ver esses pequenos escravos, mortificados e exaustos, antes de se recolherem aos quartos.
   Não sei que tipo de crianças os “pais-helicóptero” estão a produzir. Deixo essas matérias para os especialistas. Digo apenas que a profusão de “pais-helicóptero” é uma brutal amputação da infância e da adolescência. Para além de corromper a relação entre pais e filhos.
    Sobre a amputação, não sei que adulto eu seria se nesses primeiros anos não houvesse a sensação de liberdade, mas também a percepção do risco, que me acompanhava todos os dias. Apesar dos ossos que quebrei, dores foram compensadas pela confiança que ganhei e pela intuição de que o mundo não é uma ameaça constante, povoado por sequestradores, pedófilos ou extraterrestres. 
    Mas os “pais-helicóptero” corrompem a relação essencial entre eles e os filhos. Anos atrás, o filósofo  Michael Sandel escreveu um ensaio contra o uso da engenharia genética para produzir descendências perfeitas. Dizia Sandel que se os pais pudessem manipular os fetos para terem superfilhos, estaria quebrada a qualidade essencial da parentalidade: o fato de amarmos os filhos incondicionalmente. Sejam ou não perfeitos.
    Igual raciocínio é aplicável aos “pais-helicóptero”: é natural desejar o melhor para os filhos. Porém não é natural ter com os filhos a mesma relação que existe entre um treinador e o seu atleta, como se a vida – acadêmica, pessoal, emocional – fosse uma mini-Olimpíada permanente.
    Na minha infância, as únicas medalhas que colecionei são as cicatrizes que trago no corpo. Não as troco por nada.
(Folha de S.Paulo, 29.07.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa correta.
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5

457941200558876
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Educação Pré-Escolar | Direitos Humanos | Cuidados na Educação Pré-Escolar | Temas Pedagógicos

A higiene corporal é tratada como condição para a vida saudável. A aquisição de hábitos de higiene corporal tem início na infância, destacando-se a importância de sua prática sistemática. As experiências de fazer junto com a criança os procedimentos passíveis de execução no ambiente escolar, como lavagem das mãos ou escovação dos dentes, por exemplo, podem ter significado importante na aprendizagem. O grande desafio na abordagem da higiene corporal é levar em conta a realidade do aluno, não empobrecendo os conteúdos em condições adversas, mas buscando as soluções críticas e viáveis. O conhecimento dessa realidade é condição fundamental; portanto, pesquisar, recolher e elaborar informações sobre os usos e costumes da comunidade, analisá-los e avaliar sua eficácia, é um caminho para articular conhecimentos, atitudes e possibilidades de ação.


Pode-se entender como papel atribuído à educação em relação ao direito da criança à higiene e à saúde:

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6

457941200203451
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Compreensão e Interpretação Textual
Texto associado
Leia o texto “Carnes vivas”, de João Pereira Coutinho, e responda a questão.

      Tive uma infância de príncipe. Passei longas horas na rua, sem supervisão parental, a me aventurar. Isso na cidade.
      No campo, o cardápio era melhor. Parti o braço (uma vez) e o pulso (idem). Tudo porque teimava em subir nas árvores. E, por falar em árvores, cheguei a construir uma casa rudimentar no cimo de uma oliveira que aguentou apenas duas horas. Findas as duas horas, já eu estava no chão, com os joelhos em carne viva. 
      Às vezes pergunto o que aconteceria aos meus pais se o pequeno selvagem que fui reaparecesse agora. Provavelmente, seria exibido em uma jaula, como um King Kong pré- -púbere.
    “Minhas senhoras e meus senhores, vejam com os próprios olhos, uma criança que gosta de brincar!”
      Imagino a plateia, horrorizada, tapando os olhos dos filhos – ou, melhor ainda, ligando os tablets e anestesiando-os com a dose apropriada de pixels.
      E a minha mãe certamente estaria presa. Exagero? Não creio. Conta a “Economist” dessa semana que Debra Harrell, da Carolina do Sul, foi detida por deixar a filha de nove anos brincar no parque sem vigilância apurada.
   Engraçado. Na década de 1950, uma criança tinha cinco vezes mais possibilidades de morrer precocemente do que uma criança do século 21. Mas os pais da “baby-boom generation” deixavam as suas crianças à solta, talvez por entenderem que uma criança é uma criança. Esses pais não eram, como diz a revista, “pais-helicóptero”.
    Expressão feliz. Conheço vários casais que devotam aos filhos a mesma atenção obsessiva que um pesquisador dedica aos seus ratinhos de laboratório. Gostam de controlar tudo sobre os filhos. Como os helicópteros, estão constantemente a planar sobre a existência dos petizes.
    E quando finalmente descem a terra, é a desgraça: correm com eles para aulas de música, caratê, natação, matemática. No regresso a casa, é ver esses pequenos escravos, mortificados e exaustos, antes de se recolherem aos quartos.
   Não sei que tipo de crianças os “pais-helicóptero” estão a produzir. Deixo essas matérias para os especialistas. Digo apenas que a profusão de “pais-helicóptero” é uma brutal amputação da infância e da adolescência. Para além de corromper a relação entre pais e filhos.
    Sobre a amputação, não sei que adulto eu seria se nesses primeiros anos não houvesse a sensação de liberdade, mas também a percepção do risco, que me acompanhava todos os dias. Apesar dos ossos que quebrei, dores foram compensadas pela confiança que ganhei e pela intuição de que o mundo não é uma ameaça constante, povoado por sequestradores, pedófilos ou extraterrestres. 
    Mas os “pais-helicóptero” corrompem a relação essencial entre eles e os filhos. Anos atrás, o filósofo  Michael Sandel escreveu um ensaio contra o uso da engenharia genética para produzir descendências perfeitas. Dizia Sandel que se os pais pudessem manipular os fetos para terem superfilhos, estaria quebrada a qualidade essencial da parentalidade: o fato de amarmos os filhos incondicionalmente. Sejam ou não perfeitos.
    Igual raciocínio é aplicável aos “pais-helicóptero”: é natural desejar o melhor para os filhos. Porém não é natural ter com os filhos a mesma relação que existe entre um treinador e o seu atleta, como se a vida – acadêmica, pessoal, emocional – fosse uma mini-Olimpíada permanente.
    Na minha infância, as únicas medalhas que colecionei são as cicatrizes que trago no corpo. Não as troco por nada.
(Folha de S.Paulo, 29.07.2014. Adaptado)
Segundo o filósofo Michael Sandel,
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7

457941200413544
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Construção do Conhecimento | Temas Pedagógicos | Didática e Ensino-Aprendizagem
Para DELORS, cap. 4º , 2001, a educação ao longo de toda a vida baseia-se em quatro pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser. Segundo o autor, aprender a conhecer significa
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8

457941201098467
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Informática BásicaTemas: Sistemas Operacionais | Microsoft Windows
Utilizando o MS-Windows 7, em sua configuração original, o usuário pretende arrastar uma pasta do pen drive para a biblioteca Documentos do computador que, coincidentemente, possui uma subpasta de mesmo nome.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da afirmação a seguir.

__________________ pasta para o computador, aparecerá uma janela para o usuário confirmar a mesclagem da subpasta.
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9

457941200938441
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Problemas Algébricos | Álgebra
No dia 6 de março de 2016, na página oficial do Município de Itápolis, constavam informações relacionadas ao número x de servidores contratados via concurso público e ao número y de estagiários do Programa Jovem Cidadão, que somavam, ao todo, 1166 pessoas. Se x era maior em 23 pessoas quando comparado a oito vezes y, então é verdade que a diferença entre x e y, nessa ordem, era igual a
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10

457941200713376
Ano: 2016Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Itápolis - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Relações entre Educação, Sociedade e Prática Escolar | Sociologia da Educação
Para conhecer uma escola é preciso conhecer o seu cotidiano, que traduz o que ela realmente é. E ela é o que fazem dela os seus participantes. Nesse sentido, nenhuma escola é igual a outra, embora possam ser parecidas, por expressarem elementos comuns. Segundo LUCK (2009), uma escola pode se situar em um determinado ponto de diversos eixos situacionais. Como exemplo de eixos situacionais que oferecem perspectivas de análise do cotidiano com a possibilidade de identificação do conservadorismo, uma das características apresentadas pela autora é a
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