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1

457941200869862
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sentido Literal e Figurado | Análise Textual
Texto associado

Um reino cheio de mistério

      No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.

      Mas, ao que eu saiba não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.

       Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.

       Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.

(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do Mundo. Trecho com adaptações.)

Assinale o enunciado que faz uso da linguagem conotativa.
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2

457941200414087
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Psicologia GeralTemas: Teorias da Personalidade | Melanie Klein
A teoria dos objetos de Melanie Klein concentrava-se na ligação emocional intensa entre mãe e filho, principalmente durante os seis primeiros meses de vida do bebê. Em relação à teoria de Klein, é INCORRETO afirmar que:
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3

457941201786383
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Profissão de Assistente Social e Código de Ética | Códigos de Ética 1947-1975 e 1986

O Código de Ética de 1986 se apõe ao neotomismo e busca superar a concepção universal abstrata dada aos conceitos de pessoa humana e bem comum contida nos códigos anteriores. Sobre o Código de Ética de 1986, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Explicita a dimensão política da profissão.

( ) Expressa uma apreensão da especificidade da ética ao comprometer-se com a classe trabalhadora.

( ) Está além dos avanços teórico-metodológicos e políticos efetuados pelo Serviço Social brasileiro na década de 1980.

( ) Expressa uma concepção mecanicista ao derivar, imediatamente, a moral da produção econômica e dos interesses de classe.

A sequência está correta em

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4

457941201318351
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Sistema Único de Saúde (SUS) e Saúde ColetivaTemas: Políticas de Saúde no Brasil | Gestão e Planejamento em Saúde Pública

O Pacto pela Vida é um conjunto de reformas nas relações institucionais para fortalecimento da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo prioridades desse conjunto de reformas:

I. Saúde do idoso.

II. Redução da mortalidade materna.

III. Controle do câncer de colo de útero.

Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)

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5

457941200228922
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Política de Humanização | Legislação Sanitária
“É uma estratégia do Ministério da Saúde fundamentada nos princípios da humanização para garantia de mulheres e recém-nascidos o direito à ampliação do acesso e melhoria do pré-natal; realização de parto seguro; atenção à saúde da criança; e, acesso ao planejamento reprodutivo.” A afirmativa anterior refere-se a:
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6

457941201159763
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

O que é, mesmo, respeito?

      Um processo judicial chamou a atenção do país, provocando boa dose de polêmica. Um juiz de Niterói, Rio de Janeiro, descontente com a forma pela qual era tratado pelos empregados do seu condomínio, entrou na Justiça com uma ação em que exigia ser chamado de “senhor” ou “doutor”. E, de fato, obteve uma liminar que reconhecia sua queixa como procedente.

      Não se trata de caso único. Muitas pessoas têm queixas similares: não gostam do “você” ou do “meu bem”, formas de tratamento de uso cada vez mais disseminado no Brasil. O que, aliás, corresponde a uma mudança cultural. Num país que, durante a maior parte de sua história, admitiu a escravidão como fato normal e considerou indígenas criaturas inferiores (no período colonial discutia-se se os índios tinham alma), o servilismo era a regra. Escravos, empregados e até os filhos tinham de se dirigir aos donos da casa chamando-os de “senhor” ou “de senhora”. Aliás, e como a gente vê nas novelas de época, era este também o tratamento entre marido e mulher. “Doutor” era um título honorífico, sobretudo porque poucos concluíam a universidade: o analfabetismo era a regra. Até mesmo o coloquial “você” tem origem reverente: é a forma simplificada de vossa mercê – e quando se diz que uma pessoa está à mercê de alguém, estamos, inevitavelmente, falando de submissão. Quanto ao “tu”, só podia ser usado em relações íntimas; “tutear”, tratar alguém por tu, sempre foi sinônimo de grosseria. Notem que o inglês simplifica tudo isso com o “you”, que pode ser usado para qualquer um, desde o amigo até o presidente.

     As formas de tratamento mudaram no Brasil. E mudaram por razões práticas, mudaram porque se alterou a conjuntura social e cultural: doutores não nos faltam, e aqueles que têm doutorado já começam a questionar o uso do título por simples graduados em universidades. Mas as coisas mudaram, sobretudo, porque o país ficou mais democrático, mais igualitário. O juiz de Niterói tem direito a um tratamento respeitoso; aliás, qualquer pessoa tem direito a isso. A pergunta é se “doutor”, por exemplo, significa respeito. Talvez respeito seja uma coisa mais profunda, um tipo de relacionamento em que os direitos do outro, não importando a posição social desse outro, sejam reconhecidos. A melhor forma de respeito não é aquela imposta de cima para baixo, de dentro para fora, aquela que implica uma postura reverente, servil; a melhor forma de respeito é aquela que nasce de uma convicção interna, de uma forma madura de consciência: respeitamos o conhecimento, a competência, a dedicação, o valor pessoal de alguém. Quando essa motivação não existe, o tratamento pode ser até reverente, mas ocultará revolta ou deboche. “Sim, senhor” pode traduzir humildade, mas pode também ser a expressão de uma latente hostilidade.

     O verdadeiro respeito nasce da democracia, nasce da igualdade. No verdadeiro respeito o clássico “Você sabe com quem está falando?” deixa de existir, como deixa de existir o carteiraço. Quando chegamos a um clima de verdadeiro respeito, a questão das formas de tratamento torna-se secundária e tão antiga como a expressão vossa mercê.

(SCLIAR, Moacyr. Do jeito que nós vivemos – Belo Horizonte: Editora Leitura, 2007.)

No 2º§ do texto, o autor faz algumas referências a partir do trecho “Num país que, durante a maior parte de sua história, admitiu a escravidão como fato normal e considerou indígenas criaturas inferiores (no período colonial discutia-se se os índios tinham alma), o servilismo era a regra. (...)” que, no contexto de produção textual configura como
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7

457941201982876
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pontuação | Emprego da Vírgula
Texto associado

As mortes violentas entre os jovens

As mortes de jovens por causas violentas no Brasil, na contramão do que se passa nos

países desenvolvidos, superam as causadas por acidentes automobilísticos e suicídio.

   O assassinato brutal de um garoto de 18 anos agora em setembro dentro do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, voltou a chamar a atenção para a principal causa de morte de homens jovens no Brasil de hoje: a violência.

    Marlon Roldão Soares foi assassinado por dois jovens, que descarregaram ao menos 15 tiros na vítima. Ele se despedia de um amigo que iria viajar. O pai de Soares estava com ele. Dezenas de pessoas estavam no saguão do aeroporto no momento do crime. Até a quarta-feira, dia 21, não estava clara a causa do assassinato, que pelo padrão lembra uma execução. O jovem não tinha antecedentes criminais e não parecia ter relação com o tráfico. No entanto, o bairro em que residia, Vila Jardim, na Zona Norte da capital gaúcha, sofre com a disputa de duas facções criminosas rivais.

    Esse conflito parece ter conexão com o ataque. Em um primeiro momento, a polícia trabalhava com a hipótese de um crime passional. O namoro de Soares com uma jovem de outra parte do bairro poderia ter gerado reação do grupo que “domina” a outra área. Outra possibilidade é o garoto ter sido morto por engano. O alvo seria o amigo que embarcava no aeroporto e que teria “desertado” de uma quadrilha de traficantes. O que aconteceu excepcionalmente dentro do saguão de um aeroporto é realidade cotidiana em áreas espalhadas pelo país, territórios com “donos” que não toleram a presença das autoridades. Criam verdadeiros bolsões em que a lei parece não ter vez.

   Há uma banalização da violência entre os mais novos. A cena dos garotos saindo do aeroporto, rosto limpo, dando tiros para o alto, pegando “carona” em um carro que os aguardava, sem se preocupar se estavam sendo gravados, revela um desprezo com as autoridades

    . As mortes de jovens por causas violentas no Brasil, na contramão do que se passa nos países desenvolvidos, superam as causadas por acidentes automobilísticos e suicídio. É o retrato de uma guerra urbana, que provoca a morte de dezenas de jovens, principalmente garotos, todo dia. As vítimas são majoritariamente pobres, negros e habitantes de periferias.   

     A sensação de impunidade, a impulsividade típica dessa fase da vida, a busca pela sensação de poder, a escola pouco atraente, o mercado de trabalho retraído, os empregos mal remunerados, o dinheiro “fácil” gerado pelo crime, o uso de álcool e drogas, a ausência de projeto de vida, a desestruturação familiar, história de prisões e agressões envolvendo os pais deixam uma grande parcela da população jovem mais vulnerável às promessas e à sedução do tráfico e do uso da violência. É um ciclo complexo, difícil de quebrar. Mas, sem enfrentar suas causas econômicas e sociais, continuaremos a apenas ficar chocados, dia após dia. 

(BOUER, Jairo. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/jairo-bouer/noticia/2016/10/mortes-violentas-entre-os-jovens.html.Acesso em: 18/10/2016.)

“A sensação de impunidade, a impulsividade típica dessa fase da vida, a busca pela sensação de poder, a escola pouco atraente, o mercado de trabalho retraído, os empregos mal remunerados, o dinheiro ‘fácil’ gerado pelo crime, o uso de álcool e drogas, a ausência de projeto de vida, a desestruturação familiar, história de prisões e agressões envolvendo os pais deixam uma grande parcela da população jovem mais vulnerável às promessas e à sedução do tráfico e do uso da violência.” (7º§) Assinale a alternativa que justifica o uso das vírgulas no trecho anterior.
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8

457941201432052
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Fundamentos de Arte e Cultura
“O primeiro prêmio exclusivo de teatro musical do Brasil que leva o nome de uma grande Diva dos palcos foi concebido em 2011, a partir da troca de informações entre a Marcenaria de Cultura com a Broadway Leaguee American Wings, responsáveis pela realização do Prêmio Tony (Nova York – EUA), e a Sociedade Teatral de Londres, responsável pelo Prêmio Olivier (Londres – UK). A cada ano, os laços de parcerias entre as organizações se estreitam ainda mais, o que faz com que o Prêmio se torne cada vez melhor estruturado. O Prêmios e torna um selo de qualidade e referência. Alguns dos atores indicados para a próxima edição são: Daniela Blois, LucyAlvese Ruy Brissac.”
(Disponível em: https://abroadwayeaqui.com.br/category/premio-teatro.)

O prêmio a que se refere o enunciado denomina-se:
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9

457941201539236
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Cálculo de Áreas e Perímetros | Propriedades dos Quadriláteros | Geometria Euclidiana Plana | Cálculo de Porcentagem | Aritmética
Em um losango o comprimento da diagonal maior supera em 25% o comprimento da diagonal menor. Sabendo que a área deste losango é de 40 cm², pode-se concluir que a diferença entre os comprimentos das diagonais deste losango é de:
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10

457941201523051
Ano: 2017Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
Os fumantes e o trabalho
Fica mais difícil conseguir trabalho. Mas discriminar o fumante é socialmente injusto.

  Justificativas para deixar de contratar fumantes não faltam: em média, eles elevam os custos dos contratos com os planos de saúde, apresentam índices mais altos de absenteísmo e produtividade mais baixa.
    Em 2008, a Organização Mundial da Saúde (OMS) introduziu a recomendação de contratar apenas não fumantes, como estratégia de constrangimento para abandonar o cigarro.
   Grandes organizações de saúde americanas, como Cleveland Clinic e a Universidade da Pensilvânia, adotaram essa política com o argumento de que seus empregados devem servir de exemplo para a comunidade. Veladamente, resoluções semelhantes têm sido implantadas em outras companhias.
  De início justificadas para proteger contra o fumo passivo, medidas como essas estigmatizaram o fumante. Embora haja desacordo sobre o emprego de estigmas em nome de “boas causas”, eles contribuíram de fato para reduzir a prevalência do fumo.
  Na Cleveland Clinic, a proibição de fumar no campus foi adotada em 2005 e a da contratação de fumantes em 2007. A prevalência de fumantes em Cuyahoga (onde a clínica está situada) caiu de 20,7%, em 2005, para 15%, em 2009, enquanto no restante do estado de Ohio a diminuição foi de 22,4% para 20,3%. A questão fundamental é se políticas desse tipo são elaboradas com o objetivo de reduzir o número de dependentes ou para estigmatizar e excluir os fumantes dos empregos, por razões puramente econômicas?
    Parece paradoxal que instituições dedicadas ao tratamento de doenças para as quais o comportamento certamente contribui (diabetes, hipertensão arterial, Aids etc.) discriminem dependentes de nicotina.
    Regras para alijar os fumantes do mercado de trabalho não levam em consideração o fato de que 88% deles se tornam dependentes antes dos 18 anos; de que a nicotina causa a dependência mais escravizadora que a medicina conhece; e que embora mais de 80% dos fumantes digam que pretendem largar, apenas 2% a 3% dos que tentam conseguem passar um ano longe do cigarro. Políticas discriminatórias agravam desigualdades sociais. Como outras epidemias, a do fumo deslocou-se para os estratos mais pobres da população. Negar trabalho ao fumante perpetuará injustiças que a sociedade brasileira tem procurado corrigir.
   Avançamos muito na educação e nas medidas de combate ao cigarro. Na década de 1960, mais de 60% dos brasileiros com mais de 15 anos fumavam. Hoje, somos de 15% a 17%, conforme as estatísticas. Fumamos menos do que os norte-americanos, e também menos do que na Noruega, França, Alemanha, Itália e demais países europeus, com exceção da Suécia (12%).
  Esses resultados foram obtidos por meio de estratégias educativas divulgadas pelos meios de comunicação e da legislação antifumo, que infelizmente ainda padece de timidez acovardada.
  Empregadores que escolhem apenas funcionários não fumantes prejudicam as populações mais vulneráveis, colaboram para aprofundar desigualdades e se comportam de forma pouco ética.
(Por Drauzio Varella. Publicado em 21/09/2014. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/revista/818/os-fumantes-e-o-trabalho324.html. Acesso em: 17/10/2016. Adaptado.)
Assinale a afirmativa transcrita do texto que revela circunstância de tempo.
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