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1

457941201257637
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase

“....... direita ficam o setores administrativos.”

“Chegamos ...... tempo para a apresentação.”

“Ninguém foi favorável ...... greve.”

“Refiro-me ...... uma situação atípica.”

“Todas as mercadorias podem ser vendidas ....... prazo.”


Levando em consideração o emprego ou não da crase, assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as orações acima.

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2

457941200494194
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Direito SanitárioTemas: Saúde Coletiva

Constituem medidas que evitam a transmissão da dengue, EXCETO:

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3

457941201445333
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

Metendo a tesoura


Ganhei de minha filha uma calça jeans realmente irada. Tão irada, que já veio rasgada, esfolada, remendada. Coisa da moda. Da moda de hoje. Talvez de ontem, coisa que começou nos anos 60.

Rubem Braga dizia que ele era do tempo em que geladeira era branca e telefone era preto. Com efeito, houve um tempo, algo entre o Mesozoico e o Paleolítico superior, em que todos os automóveis eram pretos e as etiquetas sociais eram outras. Mas ganhei esse jeans iradíssimo, surradíssimo e, contraditoriamente, novo. Lembrei-me de quando fui lecionar na Califórnia nos anos 60 (ah! Os anos 60! “those were the days, my friend, I thouught they’ll never end”) (que quer dizer – aqueles foram os dias, meu amigo, pensei que eles nunca fossem terminar) e no primeiro dia de aula causou-me surpresa ver os estudantes de bermuda na aula, mas uma bermuda toda desfiada, meio rasgada. Meninos e meninas meio molambentos, até descalços, e não eram mendigos, eram jovens californianos ricos, cheios de dentes e brilho nos olhos e na pele, falando alto e achando que o mundo era deles. E quase era. Mas muitos deles foram morrer no Vietnã.

Mas eu via aqueles garotos em plena emergência da ideologia hippie, e pensava: eles brincam de pobre porque são ricos, vai ver que nunca viram um, por isto, estão se fantasiando assim. Enfim, fazia parte da revolução de costumes, inverter papeis, subverter o sistema.

Mas o fato é que ganhei aquele jeans. Não era tão degenerado como um que vi o Ronaldinho, numa foto, usando, rasgado de propósito no joelho e que ele botou para ir a uma festa, como se estivesse de fraque. Examinei o meu jeans e dentro, costurado, havia não sei quantas etiquetas dizendo que veio do México com sofisticadas instruções de como lavar o valioso traste. Quer dizer, a moda é do “trash”, mas a gente tem que, mesmo assim, ter cuidado para não estragar o estragado. Então, o experimentei. E ficou ótimo. Cintura baixa, “muderno”. Meio esfolado, com desgaste e talhos aqui e ali.

Terei coragem? Não fica ridículo num coroa? Mas há muito que aceito, aliás, obedeço sugestões de vestuários das filhas e da mulher. Me olhei no espelho e voltei a ter 27 ou 17 anos talvez.

Mas estava sobrando quatro ou cindo dedos de pano na bainha. Tem uma loja ali na esquina que faz bainha, me lembram. Mas aí, o grande paradoxo: como e por que levar para fazer bainha num jeans desmazelado? Que hipocrisia é essa? Estou tendo de ler notícias sobre o Severino*, estou tendo que enfrentar tiroteios na Linha Vermelha. Guerra é guerra, uai! Na véspera, uma amiga disse que a filha compra roupas e, quando estão meio grandes, mete a tesoura na sobrante bainha, forçando até para que o tecido desfiasse.

Houve um tempo em que o telefone e a geladeira eram pretos e quem tivesse um fiapo na roupa morria de vergonha. Agora saímos para mostrar a descostura, o avesso, a etiqueta do fabricante, o rasgão.


Ou seja, como nas bienais, o rascunho virou obra de arte.


Affonso Romano de Sant’Anna


* Severino – Político pernambucano. Foi presidente da Câmara dos Deputados entre fevereiro e setembro de 2005, quando renunciou.

De acordo com a expressão “Houve um tempo [...]”, o enunciador desenvolve uma relação entre tempo e moda no penúltimo parágrafo. Sendo assim, é possível concluir que, para o enunciador, a moda:

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4

457941202024946
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Termos Integrantes da Oração | Sintaxe
Texto associado

Leia a anedota abaixo para responder as questões de 28 a 30.


O camarada telefona pro consultório médico:


─ Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!

─ Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...

─ Peraí... Até lá, posso ter morrido!

─ Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!

“O camarada telefona pro consultório médico:”. O termo destacado é:

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5

457941200549251
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal
Texto associado

Metendo a tesoura


Ganhei de minha filha uma calça jeans realmente irada. Tão irada, que já veio rasgada, esfolada, remendada. Coisa da moda. Da moda de hoje. Talvez de ontem, coisa que começou nos anos 60.

Rubem Braga dizia que ele era do tempo em que geladeira era branca e telefone era preto. Com efeito, houve um tempo, algo entre o Mesozoico e o Paleolítico superior, em que todos os automóveis eram pretos e as etiquetas sociais eram outras. Mas ganhei esse jeans iradíssimo, surradíssimo e, contraditoriamente, novo. Lembrei-me de quando fui lecionar na Califórnia nos anos 60 (ah! Os anos 60! “those were the days, my friend, I thouught they’ll never end”) (que quer dizer – aqueles foram os dias, meu amigo, pensei que eles nunca fossem terminar) e no primeiro dia de aula causou-me surpresa ver os estudantes de bermuda na aula, mas uma bermuda toda desfiada, meio rasgada. Meninos e meninas meio molambentos, até descalços, e não eram mendigos, eram jovens californianos ricos, cheios de dentes e brilho nos olhos e na pele, falando alto e achando que o mundo era deles. E quase era. Mas muitos deles foram morrer no Vietnã.

Mas eu via aqueles garotos em plena emergência da ideologia hippie, e pensava: eles brincam de pobre porque são ricos, vai ver que nunca viram um, por isto, estão se fantasiando assim. Enfim, fazia parte da revolução de costumes, inverter papeis, subverter o sistema.

Mas o fato é que ganhei aquele jeans. Não era tão degenerado como um que vi o Ronaldinho, numa foto, usando, rasgado de propósito no joelho e que ele botou para ir a uma festa, como se estivesse de fraque. Examinei o meu jeans e dentro, costurado, havia não sei quantas etiquetas dizendo que veio do México com sofisticadas instruções de como lavar o valioso traste. Quer dizer, a moda é do “trash”, mas a gente tem que, mesmo assim, ter cuidado para não estragar o estragado. Então, o experimentei. E ficou ótimo. Cintura baixa, “muderno”. Meio esfolado, com desgaste e talhos aqui e ali.

Terei coragem? Não fica ridículo num coroa? Mas há muito que aceito, aliás, obedeço sugestões de vestuários das filhas e da mulher. Me olhei no espelho e voltei a ter 27 ou 17 anos talvez.

Mas estava sobrando quatro ou cindo dedos de pano na bainha. Tem uma loja ali na esquina que faz bainha, me lembram. Mas aí, o grande paradoxo: como e por que levar para fazer bainha num jeans desmazelado? Que hipocrisia é essa? Estou tendo de ler notícias sobre o Severino*, estou tendo que enfrentar tiroteios na Linha Vermelha. Guerra é guerra, uai! Na véspera, uma amiga disse que a filha compra roupas e, quando estão meio grandes, mete a tesoura na sobrante bainha, forçando até para que o tecido desfiasse.

Houve um tempo em que o telefone e a geladeira eram pretos e quem tivesse um fiapo na roupa morria de vergonha. Agora saímos para mostrar a descostura, o avesso, a etiqueta do fabricante, o rasgão.


Ou seja, como nas bienais, o rascunho virou obra de arte.


Affonso Romano de Sant’Anna


* Severino – Político pernambucano. Foi presidente da Câmara dos Deputados entre fevereiro e setembro de 2005, quando renunciou.

A frase em que a concordância nominal está INDEVIDA é:

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6

457941200259299
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Doenças Infecciosas e Parasitárias | Outras Infecções e Parasitárias

A transmissão do Trypanossoma cruzi para o ser humano pode ocorrer de diferentes maneiras de acordo com a Organização Pan-americana da Saúde, sendo CORRETO afirmar que ocorre das seguintes formas:

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7

457941201846459
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Epidemiologia e Vigilância em Saúde

A vigilância epidemiológica é responsável pelo controle de riscos de doenças e agravos à saúde. Constitui um procedimento que garante o seu bom funcionamento.

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8

457941200877119
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Direito SanitárioTemas: Saúde Coletiva

Existem várias formas de fazer o planejamento das ações de saúde e se sabe que quanto maior for o problema, maior será a necessidade de planejar para garantir os resultados esperados. São etapas essenciais do planejamento, EXCETO:

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9

457941201066881
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Dengue | Doenças Infecciosas e Parasitárias | Febre Amarela

Sobre o Aedes Aegypti é correto afirmar, EXCETO.

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10

457941201720618
Ano: 2017Banca: MáximaOrganização: Prefeitura de Antônio Dias - MGDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Chagas | Doenças Infecciosas e Parasitárias

Doença transmitida através das fezes contaminadas de um inseto hemíptero, sendo o principal transmissor do gênero triatoma.

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