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1

457941201460006
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Definições Arquivísticas | Fundamentos Arquivísticos
A respeito dos arquivos, é correto afirmar que:
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2

457941200565884
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Tipos Documentais | Fundamentos Arquivísticos
Minuta, rascunho, original ou cópia referem-se a:
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3

457941200975503
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Documentos Digitais e Eletrônicos | Automação e Microfilmagem | Certificação Digital ICP-Brasil
O seguinte requisito garante a autenticidade dos documentos arquivísticos eletrônicos:
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4

457941201587667
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Gestão de Arquivos | Legislação sobre Arquivologia | Lei nº 8.159/91 - Política Nacional de Arquivos Públicos | Decreto nº 4.073/02 - Política Nacional de Arquivos | Políticas Arquivísticas
As instituições arquivísticas públicas, nas suas específicas esferas de competência, têm como uma de suas atribuições:
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5

457941200267708
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Estrutura Textual | Análise Textual
Texto associado

TEXTO

                        MACONHA E CLASSE SOCIAL

Em recente entrevista, o presidente Barak Obama afirmou que fumar maconha é menos nocivo do que ingerir álcool. Defensor da legalização do uso recreativo, acrescentou que a criminalização dessa droga prejudica mais os jovens negros e latinos das classes pobres do que os garotos de classe média, que raramente vão para a prisão pelo seu uso.

      Os dois argumentos revelam muito da ideologia dita progressista do presidente.

      Adepto do que se convencionou chamar de Estado-babá, ele pauta suas opiniões e decisões de acordo com o perigo que determinada atividade possa representar aos cidadãos. Assim, se a maconha é menos nociva que o tolerado álcool, pode ser liberada. Já o argumento segundo o qual a legalização beneficiará os mais pobres, que costumam ser punidos com mais rigor pela lei opressora, denota sua firme adesão à teoria da luta de classes.

      O consumo e comercialização da maconha devem ser liberados sim, mas não pelos fracos argumentos usados pelo presidente. O primeiro é cientificamente controverso e o segundo, embora verdadeiro, é tosco, uma vez que, no limite, pode ser usado para defender a descriminalização de qualquer atividade ilícita, inclusive os crimes contra a vida e a propriedade. Afinal, os mais pobres costumam ser punidos com mais rigor por quaisquer crimes, e não só tráfico e consumo de drogas. A questão relevante aqui deveria ser: devemos criminalizar atividades que não prejudiquem ninguém, além dos próprios agentes?

      Ora, se uma atividade deve ser proibida ou autorizada de acordo com os níveis de risco à vida ou à saúde de seus praticantes, deveríamos aplaudir a proibição de esportes radicais, consumo de açúcares, gorduras, álcool, cigarros e, até mesmo, guiar automóveis. Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade.

                                                                                       João Luiz Mauad, o Globo, 19/02/2014

“Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade". Nesse segmento do texto, os elementos que se ligam por coesão a qualquer elemento anterior são:
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6

457941201427140
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Legislação FederalTemas: Lei de Acesso à Informação e Decreto Regulamentador
De acordo com a Lei 12.527/2011, os documentos que tratam de assuntos relativos à honra, intimidade, vida privada das pessoas, ficam com o acesso restrito por um prazo máximo de:
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7

457941201435082
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Tipos Documentais | Fundamentos Arquivísticos
Consiste na representação dos documentos nos mais variados suportes; é a configuração que o documento assume em virtude da natureza e das informações nele contidas; é a agregação de um função, razão ou atividade ao documento que foi gerado para cumprir determinado propósito relativo ao ato que o criou. As três definições referem-se respectivamente aos conceitos de:
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8

457941200767001
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Arquivos e Instituições de Documentação | Fundamentos Arquivísticos
De acordo com a teoria arquivística, há diferentes definições para as características e atribuições dos órgãos de documentação. Em relação ao tema, é correto afirmar que:
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9

457941201220623
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Legislação sobre Arquivologia | E-Arq Brasil | Resoluções do Conselho Nacional de Arquivos | Normas de Arquivologia
Considerando o disposto na Resolução nº 25 de 2007 do CONARQ, que dispõe sobre a adoção de Modelo de Requisitos - eARQ -para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD), é correto afirmar que:
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10

457941201958567
Ano: 2014Banca: BIO-RIOOrganização: CEPELDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Semântica Contextual | Análise Textual
Texto associado

TEXTO

                        MACONHA E CLASSE SOCIAL

Em recente entrevista, o presidente Barak Obama afirmou que fumar maconha é menos nocivo do que ingerir álcool. Defensor da legalização do uso recreativo, acrescentou que a criminalização dessa droga prejudica mais os jovens negros e latinos das classes pobres do que os garotos de classe média, que raramente vão para a prisão pelo seu uso.

      Os dois argumentos revelam muito da ideologia dita progressista do presidente.

      Adepto do que se convencionou chamar de Estado-babá, ele pauta suas opiniões e decisões de acordo com o perigo que determinada atividade possa representar aos cidadãos. Assim, se a maconha é menos nociva que o tolerado álcool, pode ser liberada. Já o argumento segundo o qual a legalização beneficiará os mais pobres, que costumam ser punidos com mais rigor pela lei opressora, denota sua firme adesão à teoria da luta de classes.

      O consumo e comercialização da maconha devem ser liberados sim, mas não pelos fracos argumentos usados pelo presidente. O primeiro é cientificamente controverso e o segundo, embora verdadeiro, é tosco, uma vez que, no limite, pode ser usado para defender a descriminalização de qualquer atividade ilícita, inclusive os crimes contra a vida e a propriedade. Afinal, os mais pobres costumam ser punidos com mais rigor por quaisquer crimes, e não só tráfico e consumo de drogas. A questão relevante aqui deveria ser: devemos criminalizar atividades que não prejudiquem ninguém, além dos próprios agentes?

      Ora, se uma atividade deve ser proibida ou autorizada de acordo com os níveis de risco à vida ou à saúde de seus praticantes, deveríamos aplaudir a proibição de esportes radicais, consumo de açúcares, gorduras, álcool, cigarros e, até mesmo, guiar automóveis. Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade.

                                                                                       João Luiz Mauad, o Globo, 19/02/2014

A alternativa em que a equivalência das estruturas não é verdadeira é:
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