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O controle de ansiedade na odontologia, na grande maioria dos casos é feita a partir do condicionamento do paciente por meio do diálogo. No entanto, em algumas situações o profissional poderá lançar mão do controle da ansiedade por meio de fármacos. Dentre os ansiolíticos de uso comum na odontologia, podemos nos voltar para os benzodiazepínicos. Este grupo farmacológico apresenta algumas contraindicações de uso. Analise as afirmativas a seguir:
(Fonte: Terapêutica Medicamentosa em Odontologia - Andrade).
I. Portadores de insuficiência respiratória grave.
II. Portadores de glaucoma de ângulo estreito.
III. Portadores de miastenia grave.
IV. Gestante (primeiro trimestre e final da gestação).
V. Apneia do sono.
VI. Etilistas.
Após análise, assinale a alternativa CORRETA quanto às contraindicações do uso dos benzodiazepínicos:
Considere as afirmativas relacionadas à saúde auditiva do trabalhador, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A Organização Mundial da Saúde estima que 25% das perdas auditivas em adultos decorram do ruído ocupacional.
(__)A Norma Regulamentadora 9 (NR 9) estabelece que é de responsabilidade do empregador e do empregado o que se refere ao uso de EPI para prevenção de perdas auditivas.
(__)A Norma Regulamentadora 7 (NR 7) define o Programa Médico de Saúde Ocupacional, abordando o monitoramento audiométrico em trabalhadores.
Assinale a alternativa com a sequência respectivamente CORRETA:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ar poluído afeta seu corpo e sua mente
Em algumas partes do mundo, a qualidade do ar melhorou rapidamente com políticas destinadas a limitar a poluição. Mas outros lugares correm o risco de perder essa melhoria alcançada.
Nos Estados Unidos, mais de 25% da população está exposta a ar considerado não saudável pela Agência de Proteção Ambiental do país, segundo um relatório de uma organização climática.
Estima-se que o número de pessoas expostas a dias não saudáveis aumente em mais da metade até 2050. E os piores dias de poluição do ar, os chamados dias perigosos ou marrons, aumentarão em 27%.
Para contextualizar melhor esta situação, existe um tipo de poluição do ar chamado PM2.5. Ele é composto de material particulado que mede trinta vezes menos que a espessura de um fio de cabelo humano.
Essas partículas minúsculas são formadas por uma mistura de substâncias líquidas e sólidas. Sua composição química é variável e inclui carbono, metais e compostos orgânicos.
Esses grupos de poeira, fuligem e outras substâncias suspensas no ar causam inflamações e elas geram lesões neurais do cérebro.
Um estudo concluiu que 25% da poluição causada por PM2.5 nos Estados Unidos vem da fumaça de incêndios florestais. Este índice chegou à metade no oeste do país.
Em 2023, grandes partes dos Estados Unidos sofreram queda significativa da visibilidade e da qualidade do ar, quando a fumaça dos incêndios florestais ao norte da fronteira com o Canadá se espalhou pelo continente.
As pessoas portadoras de condições respiratórias preexistentes e os recém-nascidos com os pulmões em desenvolvimento são os mais prejudicados pela fumaça dos incêndios florestais.
Como as mudanças climáticas aumentam o risco de incêndios florestais em todo o mundo, a qualidade do ar piorará ainda mais. E, enquanto os incêndios florestais se intensificam, a poluição afeta nossos corpos de maneiras profundas e inesperadas.
Os riscos à saúde causados pela poluição do ar gerada pelos incêndios florestais dependem do tipo de material consumido pelo fogo.
Em 2020, na Sibéria, havia turfa e resina da floresta boreal. O incêndio liberou um volume recorde de poluição, incluindo altas quantidades de mercúrio.
Já se descobriu que a fumaça dos incêndios florestais é prejudicial para certas células imunológicas dos pulmões. Sua toxicidade é quatro vezes maior que outras fontes de poluição.
À medida que a fumaça envelhece, a situação piora. Um estudo demonstrou que a toxicidade da fumaça dobra nas horas que se seguem à sua emissão, atingindo um pico de quatro vezes a sua toxicidade inicial.
"Mesmo alguém que esteja longe de uma fonte de incêndio tem sua saúde prejudicada pela inalação de fumaça oxidada e altamente diluída", afirmou o químico atmosférico Athanasios Nenes, do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8vn304r633o. adaptado.