Ícone Questionei
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-X
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

Logo Questioneiquestionei.com
  1. Início/
  2. Questões

Questões

Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!

Filtros

Disciplina
Tema
Cargo
Dificuldade
Banca
Ano
Organização

Excluir questões:

Filtrar por:

Seus filtros aparecerão aqui.

10 por página

1

457941201319687
Ano: 2017Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional | Regulamentação da Educação Superior

Os programas, as políticas ou os projetos que fazem parte, estritamente, da Política de Ensino Superior no Brasil são:


I- Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES).

II- Programa Universidade Para Todos (PROUNI), Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES), Educa Mais Brasil.

III- Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID).

IV- Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES), Todos pela Educação (TPE) e Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES).

V- Programa Universidade Para Todos (PROUNI), Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES).


Estão CORRETASas afirmativas

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro

2

457941200540100
Ano: 2010Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Física GeralTemas: Resistores e Potência Elétrica | Eletricidade
Leia o texto IV, a seguir, para responder a questão.

Texto IV:

Um dos meios de desperdício de energia é causado pelo consumo de energia oriundo da utilização do modo de operação em standby. O modo standby significa que um equipamento eletroeletrônico está temporariamente em repouso, ou seja, ele não está desligado, continua consumindo energia. Embora represente uma pequena quantidade de energia consumida por equipamento, a sua utilização em larga escala pode resultar em um montante de consumo desnecessário e considerável de energia. (Adaptado de RODRIGUES, Jean Ronir Ferraz. UFPa: Curitiba, 2009)

Acerca do assunto tratado no texto IV, suponha que um cidadão, ao se conscientizar sobre o desperdício de energia na utilização de aparelhos eletrodomésticos, resolveu verificar o consumo de energia do aparelho de TV de sua residência ao mantê-lo em standby. Observou que deixava o aparelho de TV em prontidão (standby) durante 18 horas por dia. Consultando o manual de utilização do aparelho de TV, constatou que, para mantê-lo em standby, é necessária uma potência de 18 W e que o custo do quilowatt-hora é R$ 0,50. Se o aparelho for mantido em “standby” durante um mês (30 dias), o custo em reais, do seu consumo de energia será de
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro

3

457941202029207
Ano: 2017Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Encontros Consonantais e Dígrafos | Fonologia
Texto associado

TEXTO 7


Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa, e sentia-me completamente feliz. Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém minha alma ficava completamente feliz.

(CECÍLIAMEIRELES. Boa companhia - Crônicas. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. (Fragmento))

Assinale o item em que as palavras abaixo indicadas, todas retiradas do Texto 7, apresentam dígrafos:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro

4

457941201982037
Ano: 2024Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado

A leitura do Texto I é necessária para responder à questão:


TEXTO I


O Mágico


André Ricardo Aguiar


    Ele era mágico, vivia disso e se orgulhava, quando saiu de sua terra, de ter de memória, todas as técnicas que aprendeu com um sujeito velho, espécie de caixeiro-viajante, que lhe ensinou o básico: tudo é ilusão.

    Agora vivia num quartinho alugado, perto da boate onde ele, com destreza, fazia mil e uma mágicas de enganar a vista, o dito ilusionismo para alguns. Desaparecia e aparecia com o espectador e sabia muito bem esticar o suspense; as inevitáveis e mirabolantes estripulias com cartas de baralhos; o truque de mover objetos. E em tudo isso o pouco rendimento, o suado resultado que mal pagava as contas – e que mal alimentava o coelho da cartola. Também sonhava com Carolina, a filha do dono do estabelecimento. Ia e vinha entre as mesas, atendendo os clientes. 

    Lembrava bem da cidade em que nasceu, da prima que se espantou com a primeira mágica, do beijo roubado no crepúsculo, da estranheza em pouco mais que um fim de semana ver o pai desaparecer numa curva da estrada e nunca mais aparecer, amargo número incompleto.

    Estava nas reminiscências naquela manhã, quando treinava os números daquele dia, e, num momento raro, pegou o coelho, o pôs na cartola e o viu sumir. A mão sentiu a penugem ir aos poucos se desfazendo numa matéria mínima até pouco restar, a não ser pelos entre os dedos. Depois, olhou para o fundo da cartola, para os lados, para a sala e nada.

    Demorou muito a cair em si. Não era apenas a cartola. Qualquer coisa que pudesse se ocultar por ele, podia sim, sumir. E não mais voltar. Esperou dias pela volta do coelhinho e nada. Sentiu ânsias de vômito e teve a impressão de uma bola de pelos efervescentes subir a garganta, e nada.

    Na boate, a platéia (SIC.) entediada, como a esperar que ele fosse apenas a atração secundária para o show com mulheres voluptuosas. Então, de pirraça, começou a desaparecer com pessoas. Escolhia ao acaso, na platéia (SIC.), aqueles seres desacompanhados, que geralmente ficavam nos cantos apenas pedindo, com os gestos mínimos, para não serem perturbados. Mas quando chamados, talvez para evitar um constrangimento na recusa, iam ao palco e se submetiam à humilhação de serem vistos e analisados com os olhares. Durava pouco, pois entravam numa cabine e, num zastrás, o vazio apenas, o holofote chicoteava e pronto, música de finalização. Ninguém reclamava o fechamento do círculo. Achavam que quem desaparecia, ia para os bastidores e de lá, talvez pegar a lateral da boate e ir embora. O dono do estabelecimento, vez ou outra, preocupado, perguntava mesmo, onde o sujeito? E ele, vestindo a roupa comum, desconversava dizendo, está na mesa perto do balcão, é só conferir. E dizia com poucas palavras, já anunciando que o silêncio era o que faltava vestir para ir cuidar da vida. 

    Mágica. Não tinha a capacidade, esta sim, necessária, de fazer aparecer coisas. Dinheiro no bolso ou na cartola, por exemplo. Só desaparecia. Sabia, pois sonhou com isso, que as pessoas que desapareciam, forçosamente apareciam em outros lugares. Os solitários caíam em antigas aldeias festivas e geralmente eram solicitados a cantar ou tocar. Os tímidos ou feios terminavam em serviço social, os hospitais do outro lado do mundo, os contratavam para atender pacientes. Os que estavam terrivelmente molestados, com pouco tempo de vida, iam para as guerras fronteiriças, e na luta, descobriam um sentido imediato de vida. Morriam úteis, sem saber se foi a bala ou o tumor.

    Foi só quando Carolina confessou o seu amor, um amor que seria sempre proibido, que ele se lembrou do conselho do caixeiro-viajante e tornou a frase ao avesso: vida é ilusão. E programou seu último número, às ocultas.

    Naquela última noite, o mágico fez tudo às pressas, tão nervoso estava. Alguns números não funcionaram. Outros, arrancaram risadas, outros ainda nem foram aplaudidos. Deixou pra o final, já cansado e com a cartola jogada no canto do palco, o número da cabine. Olhou para a platéia (SIC.) na luz difusa e com um gesto, chamou a filha do dono do estabelecimento. Tudo combinado, ela veio às pressas, enquanto o pai estava ocupado, com urgências de última hora. E quando entrou na cabine, o mágico suspirou aliviado e sem muita cerimônia, para surpresa do público, também entrou, uma maleta nas mãos. Fechou e entrou no abafado mundo do seu talento. Escuro estava. Tateou até encontrar uma mão trêmula e febril. Podia ser Carolina ou a ilusão que lhe convinha, não importa.

    Desaparecer sempre era um bom começo.


ANDRÉ RICARDO AGUIAR nasceu em Itabaiana, Paraíba e ficou tempo suficiente nesta zona rural para adquirir o olhar para as coisas mais básicas da vida, tempo e memória. Veio para João Pessoa, tomou contato com livros e bibliotecas e nunca mais parou de beber da fonte. Passou por jornalismo e letras e através de muitas amizades, integrou os movimentos culturais do fim de século, além de colaborar com jornais e revistas, entre eles, Correio das Artes, sua estreia. Participou de concursos literários, fundou o selo Trema, junto com Antonio Mariano e José Caetano e ajudou a fundar o Clube do Conto da Paraíba. Começou na poesia, publicando AFlor em Construção (Idéia), Alvenaria (Ed. UFPB). Em seguida, o livro de crônicas de viagem Bagagem Lírica (Sal da Terra) e os infantis O rato que roeu o rei (Rocco) e Pequenas Reinações. Tem inéditos outros livros.

Fonte: https://clubedoconto.blogspot.com/search/label/Conto 

Releia o trecho: “Naquela última noite, o mágico fez tudo às pressas, tão nervoso estava. Alguns números não funcionaram. Outros, arrancaram risadas, outros ainda nem foram aplaudidos. Deixou pra o final, já cansado e com a cartola jogada no canto do palco, o número da cabine”.


Qual foi o motivo predominante que levou o mágico a escolher apresentar o número da cabine no final da última noite?

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro

5

457941201452223
Ano: 2024Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Técnicas LaboratoriaisTemas: Métodos de Esterilização e Desinfecção Laboratorial
Qual é a diferença entre os processos de esterilização por calor úmido e por calor seco? 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro

6

457941201194431
Ano: 2011Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Naturalismo Literário | Movimentos Literários
Sobre o Naturalismo literário, é correto afirmar:


I - Ao aprofundar aspectos realistas da literatura, cientificiza um discurso, assumido no plano estético pela ficção, induzindo o leitor a buscar não somente entretenimento em seus romances, mas também a problematização de estruturas sociais e de aspectos psicológicos das personagens.

II - O romance de tese, a exemplo de O cortiço, é o melhor projeto para o naturalista, uma vez que este só é considerado naturalista na medida em que sua produção literária se realiza unicamente no chamado romance de tese.

III - O realce de traços físicos e psicológicos nos romances de tese ratifica a ideia de o naturalismo, em suas narrativas, acentuar as tensões sociais e de demandas coletivas como proposta a ser problematizada a partir do elemento com o qual o leitor estabelece um grau de intimidade ou identificação, a saber, a personagem de ficção.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro

7

457941201970702
Ano: 2025Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Redes de Computadores e Segurança de RedesTemas: Comunicação de Dados | Qualidade de Serviço
Qual técnica é mais eficaz para reduzir o impacto de congestionamento de rede durante uma transmissão ao vivo?
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro

8

457941200435903
Ano: 2012Banca: PaqTcPBOrganização: UEPBDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Processo de Microfilmagem | Procedimentos de Higienização Documental | Práticas de Conservação | Métodos de Restauração | Digitalização Documental | Automação e Microfilmagem | Gestão de Conservação e Preservação
A primeira ação de um programa de conservação de documentos é:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro

9

457941200067392
Ano: 2025Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Técnicas LaboratoriaisTemas: Histologia e Microscopia

De acordo com a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP), Parecer Nº 31/2005: “Considerando os dispositivos legais vigentes, a Sociedade Brasileira de Patologia recomenda que: No prazo legalmente estabelecido para a guarda de blocos e lâminas histológicas, estes só poderão ser retirados do Laboratório de Patologia com a autorização expressa e devidamente protocolada do paciente ou de seu representante legal, obrigando-se o uso de Termo de Consentimento Informado, para esclarecimento do objetivo da cessão do material”. Por quanto tempo o serviço de patologia deve manter em arquivo as lâminas histológicas?

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro

10

457941200437181
Ano: 2023Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Linguagens de ProgramaçãoTemas: Fundamentos de Programação | Linguagens de Programação
A remoção de containers Docker é uma tarefa essencial para liberar recursos e manter um ambiente limpo. Com o devido comando, é possível remover containers específicos, evitando o acúmulo desnecessário de instâncias. A remoção adequada ajuda a otimizar o uso dos recursos e manter a organização do sistema. Qual dos seguintes comandos é usado para remover um container Docker chamado "nome_do_container"? 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Reportar erro
..
Logo Questioneiquestionei.com