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O governo decidiu nesta quarta-feira (19 de julho de 2017) aumentar tributos com o objetivo de cobrir um buraco nas receitas públicas.
(Folha de S.Paulo, 19 jul. 17. Disponível em: <https://goo.gl/rZpaXg>
A Câmara dos Deputados rejeitou a denúncia contra o presidente Michel Temer. Com o resultado, a Câmara não aprova a admissibilidade para que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue Temer. Com essa decisão, a denúncia é suspensa e só pode ser retomada depois que Temer deixar a Presidência da República. No dia 26 de junho, o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF a denúncia contra Temer, com base na delação premiada de Joesley Batista, dono do grupo JBS. Foi a primeira vez que um Presidente da República foi alvo de um pedido de investigação no exercício do mandato.
(EBC, 2 ago.17. Disponível em: <https://goo.gl/yvS27T>
Um usuário criou uma apresentação no Microsoft PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, com botões de ação com as seguintes características e ações:
I. A apresentação tem 8 slides.
II. No slide 2, ele criou 2 botões de ação: botão A para ir para o slide 5 e botão B para ir para o slide 7.
III. Nos slides 5 e 6, ele criou um botão de ação em cada slide, com a ação “ir para o slide exibido mais recentemente”.
Ao iniciar sua apresentação, esse usuário, a partir do slide 2, clicou no botão de ação A, e a apresentação foi para o slide 5. No slide 5, esse usuário pressionou ENTER, e a apresentação exibiu o slide 6. No slide 6, o usuário clicou no botão de ação “ir para o slide exibido mais recentemente”. Então, a apresentação
Cidades inovadoras
Se uma cidade criativa fosse uma simples soma aritmética, os termos seriam: tecnologia, tolerância, talentos e tesouros.
A equação original, cunhada pelo urbanista americano Richard Florida, continha os três primeiros “tês”. O último é acréscimo do engenheiro e professor brasileiro Victor Mirshawka, autor de “Cidades Criativas”.
De acordo com Mirshawka, o uso da tecnologia nas cidades não se reduz ao universo digital. Inclui também iniciativas que têm impacto direto no cotidiano da população.
Ele cita Barcelona, que implementou o sistema de captação de lixo por tubos. A medida levou à redução no número de caminhões de coleta, com consequências positivas no trânsito.
Os itens tolerância e talentos, por sua vez, estão intimamente ligados. O primeiro, diz o autor, abarca temas como orientação sexual e migração. “Essa mescla, envolvendo várias religiões e costumes, permite diversidade, com resultados em campos como gastronomia e música.”
Já o quesito talentos depende de um excelente sistema educacional, que funciona como um ímã para pessoas com ideias inovadoras.
“Nesse sentido, a cidade com mais talentos do mundo é Boston (EUA), que tem 350 mil estudantes em instituições como Harvard e MIT. Metade dos alunos são estrangeiros e, obviamente, os americanos ganham com isso.”
Por último, há os tesouros, que são tanto obras humanas (museus e monumentos) quanto da natureza (rio Amazonas e cataratas do Iguaçu). Essas atrações, diz Mirshawka, geram “visitabilidade”, fator fundamental para as cidades criativas. “A grande questão é como fazer com que as pessoas queiram estar na sua cidade.”
Assim, também é preciso pensar na criação de um calendário de eventos. Holambra, com seu Festival das Flores, e Barretos, com sua Festa do Peão, são dois exemplos em São Paulo.
O Brasil conta com cinco membros na Rede de Cidades Criativas da Unesco, escolhidos pela atuação em áreas específicas. A capital do Pará, por exemplo, destaca-se na gastronomia pela pesquisa e utilização dos múltiplos ingredientes de origem amazônica e pela capacidade de gerar milhares de empregos.
(Bruno Lee. Folha de S.Paulo, 30.06.2017. Adaptado)