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457941201807229
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Tendências Pedagógicas | Temas Pedagógicos
NÃO é uma característica correspondente às tendências pedagógicas:
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2

457941201109444
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Recursos Estilísticos | Análise Textual
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Texto

                                       Os pobres homens ricos



      Um amigo meu estava ofendido porque um jornal o chamou de boa‐vida. Vejam que país, que tempo, que situação! A vida deveria ser boa para toda gente, o que é insultuoso é que o seja apenas para alguns.

     “Dinheiro é a coisa mais importante do mundo.” Quem escreveu isso não foi nenhum de nossos estimados agiotas. Foi um homem que a vida inteira viveu de seu trabalho, e se chamava Bernard Shaw. Não era um cínico, mas um homem de vigorosa fé social, que passou a vida lutando, a seu modo, para tornar melhor a sociedade em que vivia – e em certa medida o conseguiu. Ele nos fala de alguns homens ricos:

      “Homens ricos e aristocratas com um desenvolvido senso de vida – homens como Ruskin, Willian Morris, Kropotkin – têm enormes apetites sociais… não se contentam com belas casas, querem belas cidades… não se contentam com esposas cheias de diamantes e filhas em flor; queixam‐se porque a operária está malvestida, a lavadeira cheira a gim, a costureira é anêmica, e porque todo homem que encontra não é um amigo e toda mulher não é um romance… sofrem com a arquitetura do vizinho…”

      Esse “apetite social” é raríssimo entre os nossos homens ricos; a não ser que “social” seja tomado no sentido de “mundano”. E nossos homens de governo têm uma pasmosa desambição de governar. Vi, há tempo, um conhecido meu, que se tornou muito rico, sofreu horrorosamente na hora de comprar um quadro. Achava o quadro uma beleza, mas como o pintor pedia tantos contos ele se perguntava, e me perguntava, e perguntava a todo mundo se o quadro “valia” mesmo aquilo, se o artista não estaria pedindo aquele preço por sabê‐lo rico, se não seria “mais negócio” comprar um quadro de fulano.

      Fiquei com pena dele, embora saiba que numa noite de jantar e boate ele gaste tranquilamente aquela importância, sem que isso lhe dê nenhum prazer especial. Fiquei com pena porque realmente ele gostava do quadro, queria tê‐lo, mas o prazer que poderia ter obtendo uma coisa ambicionada era estragado pela preocupação do negócio. Se não fosse pelo pintor, que precisava de dinheiro, eu o aconselharia a não comprar.
  
      Homens públicos sem sentimento público, homens ricos que são, no fundo, pobres‐diabos – que não descobriram que a grande vantagem real de ter dinheiro é não ter que pensar a todo momento, em dinheiro…

                             (BRAGA, Rubem. 200 Crônicas escolhidas. 31ª Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)
“Vi, há tempo, um conhecido meu, que se tornou muito rico, sofreu horrorosamente na hora de comprar um quadro.”
(5º§) Essa frase contém um exemplo de figura de linguagem denominada
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3

457941201544290
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sentido Literal e Figurado | Análise Textual
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Texto 

                                                                                                                     Sinais 

    Costumamos associar o nome de linguagem à crença secular de que só interagimos sobre uma base comum de referências. A base brasileira, como outras de mesma estirpe, nunca foi tão comum que nos intimidasse nem tão heterogênea que nos esgarçasse.
    Historicamente, o brasileiro acostumou-se a fazer atalhos de intimidade, quando a hierarquia e a segregação impediam o contato confortável. Mas, aparte o esforço e o relativo sucesso de conversas e confrontos verbais, há de fato diferentes abismos sociais na interação brasileira: expressões usadas no cotidiano de uma classe social, intransponíveis para o repertório de camadas inteiras da sociedade; a falta de clareza das empresas privadas e órgãos públicos com seus documentos para o consumidor cidadão; a segregação regional, das zonas mais ricas em relação às mais pobres do país; a relação de poder entre o certo e o errado na pronúncia de vocábulos. 
    Muros de  incompreensão  se  instalam, de  tal maneira que  é de  desconfiar  se, no  terreno  interpessoal, parte da dificuldade não seja tão social quanto do indivíduo. [...] 
    Um cenário impressionante mostra quase 50% de aumento de estudantes surdos matriculados no ensino fundamental e 80% no ensino médio, entre 2008 e 2012. O crescimento da demanda na educação tornou nítido um fosso que a exclusão social havia maquiado. Pois, agora se sabe, parte dos nossos deficientes auditivos é desenvolta em língua de sinais e ignara em português, do qual conhece rudimentos.
    Muitos vivem um universo particular, fora do acesso a interações escritas. Esta lacuna está sendo aos poucos preenchida. Novos dicionários especializados e professores empenhados tiram o atraso. Que a linguagem será base mínima em comum ou isolamento comum. Não vida comungada.  

(Luiz Costa Pereira Junior. Língua Portuguesa, abril de 2014. Ed. Segmento.) 

Em “Muros de incompreensão se instalam, de tal maneira que é de desconfiar se, no terreno interpessoal, parte da dificuldade não seja tão social quanto do indivíduo.” (3º§), na expressão em destaque, faz-se o uso de uma linguagem ________________ em que há________________________________. Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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4

457941201274642
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética
Pedalando de segunda a sexta‐feira, um grupo de seis ciclistas percorre, no total, 500 km (somando‐se o trajeto percorrido por cada ciclista). Dessa forma, para alcançar o total de 900 km percorridos, o número de ciclistas necessários, pedalando de terça a domingo e mantendo‐se a mesma carga horária diária e velocidade média, será
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5

457941200865356
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Projeto Político-Pedagógico | Temas Pedagógicos
Sobre cidadania e Projeto Político‐Pedagógico, assinale a afirmativa INCORRETA.
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6

457941201499410
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Advérbios | Morfologia
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Texto


    Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos. Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim… do companheirismo vivido.

    Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso.

    Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar quem sabe… nos e‐mails trocados.

    Podemos nos telefonar, conversar algumas bobagens… aí os dias vão passar, meses… anos… até este contato tornar‐se cada vez mais raro.

    Vamos nos perder no tempo… um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: “Quem são aquelas pessoas?”

    Diremos… que eram nossos amigos. E… isso vai doer tanto!

    Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida! A saudade vai apertar bem dentro do peito.

    Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente…

    Quando o nosso grupo estiver incompleto… nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrimas nos abraçaremos.

    Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado.

    E nos perderemos no tempo… Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades seja a causa de grandes tempestades…

    Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!

(Disponível em:<http://astexis.wordpress.com/2008/04/20/sobre‐as‐amizades‐texto‐completo‐de‐fernando‐pessoa/>

Em “Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo...”, a palavra destacada acrescentou ao verbo “ficar” uma circunstância de
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7

457941201241997
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Projeto Ético-Político e Diretrizes Curriculares | Profissão de Assistente Social e Código de Ética
Os projetos profissionais, como o projeto ético‐político do Serviço Social, apresentam a autoimagem da profissão. Sobre o projeto profissional do Serviço Social, é correto afirmar que
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8

457941202077782
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Ecologia e Mudanças Climáticas
O  impacto nas mídias das destruições  causadas pela passagem do  furacão  Sandy pelo Caribe e América do Norte,  além da coincidência do nome deste fenômeno com o de uma grande artista brasileira, levantaram discussão sobre a  nomeação destes fenômenos, o que nos permite afirmar que, EXCETO: 
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9

457941200692438
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Psicologia Educacional | Teorias do Desenvolvimento e Aprendizagem
“A concepção construtivista do ensino e da aprendizagem e a natureza dos diferentes conteúdos estabelecem determinados parâmetros nas atuações e relações que acontecem em aula, envolvendo um conjunto de relações interativas necessárias para facilitar a aprendizagem.” NÃO é uma função dos professores, segundo tal concepção:
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10

457941201004337
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Juatuba - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Estrutura Textual
Texto associado
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                                       Os pobres homens ricos



      Um amigo meu estava ofendido porque um jornal o chamou de boa‐vida. Vejam que país, que tempo, que situação! A vida deveria ser boa para toda gente, o que é insultuoso é que o seja apenas para alguns.

     “Dinheiro é a coisa mais importante do mundo.” Quem escreveu isso não foi nenhum de nossos estimados agiotas. Foi um homem que a vida inteira viveu de seu trabalho, e se chamava Bernard Shaw. Não era um cínico, mas um homem de vigorosa fé social, que passou a vida lutando, a seu modo, para tornar melhor a sociedade em que vivia – e em certa medida o conseguiu. Ele nos fala de alguns homens ricos:

      “Homens ricos e aristocratas com um desenvolvido senso de vida – homens como Ruskin, Willian Morris, Kropotkin – têm enormes apetites sociais… não se contentam com belas casas, querem belas cidades… não se contentam com esposas cheias de diamantes e filhas em flor; queixam‐se porque a operária está malvestida, a lavadeira cheira a gim, a costureira é anêmica, e porque todo homem que encontra não é um amigo e toda mulher não é um romance… sofrem com a arquitetura do vizinho…”

      Esse “apetite social” é raríssimo entre os nossos homens ricos; a não ser que “social” seja tomado no sentido de “mundano”. E nossos homens de governo têm uma pasmosa desambição de governar. Vi, há tempo, um conhecido meu, que se tornou muito rico, sofreu horrorosamente na hora de comprar um quadro. Achava o quadro uma beleza, mas como o pintor pedia tantos contos ele se perguntava, e me perguntava, e perguntava a todo mundo se o quadro “valia” mesmo aquilo, se o artista não estaria pedindo aquele preço por sabê‐lo rico, se não seria “mais negócio” comprar um quadro de fulano.

      Fiquei com pena dele, embora saiba que numa noite de jantar e boate ele gaste tranquilamente aquela importância, sem que isso lhe dê nenhum prazer especial. Fiquei com pena porque realmente ele gostava do quadro, queria tê‐lo, mas o prazer que poderia ter obtendo uma coisa ambicionada era estragado pela preocupação do negócio. Se não fosse pelo pintor, que precisava de dinheiro, eu o aconselharia a não comprar.
  
      Homens públicos sem sentimento público, homens ricos que são, no fundo, pobres‐diabos – que não descobriram que a grande vantagem real de ter dinheiro é não ter que pensar a todo momento, em dinheiro…

                             (BRAGA, Rubem. 200 Crônicas escolhidas. 31ª Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)
“... e em certa medida o conseguiu.” (2º§) O termo sublinhado se refere a(o)
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