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457941200109451
Ano: 2014Banca: CONSULPLANOrganização: CBTUDisciplina: Direito AdministrativoTemas: Responsabilidades do Servidor | Servidores Públicos e Lei 8.112/1990
Em relação ao processo administrativo e com base na Lei nº 8.112/90, assinale a afirmativa INCORRETA.
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2

457941200897819
Ano: 2014Banca: CONSULPLANOrganização: CBTUDisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Métodos e Técnicas de Intervenção | Ferramentas Técnico-Operacionais do Serviço Social
A mediação e a conciliação são meios alternativos de resolução de conflitos; uma opção ao processo judicial tradicional. Indique a opção que descreve de forma correta a lógica das formas alternativas de resolução de conflitos.
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3

457941200306788
Ano: 2014Banca: CONSULPLANOrganização: CBTUDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Teoria das Funções | Função Afim e Problemas Associados
A reta que representa a função f(x) = ax + b intercepta o eixo y no ponto (0, 4) e passa pelo ponto (–1, 3). A raiz dessa função é
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4

457941201867861
Ano: 2014Banca: CONSULPLANOrganização: CBTUDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado
A reconstrução da democracia 

    A sociedade brasileira acorda para os 50 anos de um trauma que viveu em sua história democrática.
    O golpe de 1964 atrasou a consolidação das bases da democracia brasileira e o alargamento de suas vias de desenvolvimento político, socioeconômico e cultural. É extremamente oportuno trazer à memória os eventos arbitrários que levaram à destituição do presidente João Goulart, que cumpria legítimo mandato democrático. Tais eventos abriram ao país os terríveis anos de chumbo, fechando as portas da liberdade com a instalação de 21 anos de ditadura.
    Todos os desdobramentos, danos e reflexos daquele fatídico 31 de março devem ser lembrados como aprendizado, como antídoto a eliminar, de pronto, eventuais sinais de ameaça que venham a pairar sobre o Estado democrático de Direito. 
    Regimes de exceção perpetuam privilégios, disseminam a injustiça, atrasam o desenvolvimento, comprometem as perspectivas de emancipação do povo e fecham as janelas do futuro de uma nação. 
    As sociedades atuais encontraram nas legislações de caráter democrático a referência para estabilizar a convivência entre os homens, sob a base ampla de direitos e deveres comuns a todos. Nesse contexto está a advocacia, profissão com status constitucional que defende os direitos dos cidadãos junto ao Estado, exercendo extraordinária função de caráter social. Na moldura arbitrária e sombria imposta aos brasileiros entre 1964 e 1985, a advocacia emergiu como principal defensora da cidadania, a despeito de pressões, prisões, ameaças e abusos de toda a espécie que se abateram sobre seus quadros. 
    A seccional paulista e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enfrentaram corajosamente os governos militares pela salvaguarda das prerrogativas dos advogados em seu papel de defesa dos presos e perseguidos políticos, procurando-os em delegacias, quartéis e em centros clandestinos de detenção e tortura. Pesava aí não apenas a demanda pela legalidade processual, mas a urgência da preservação da vida. É sabido que centenas de brasileiros, vítimas de prisões arbitrárias, acabaram mortos sob tortura. 
    A advocacia emergiu na linha de frente pela reconstrução da ordem democrática, mesmo nos anos mais duros da repressão. Conduziu as bandeiras libertárias a um Congresso que atuava com direitos mínimos e controlados, aos representantes do Judiciário, à imprensa, às entidades organizadas da sociedade civil, às praças. Viveu-se nesse tempo sob a imposição de atos institucionais, como o AI-5, que estabeleceu o estado de sítio, suspendeu direitos políticos e cassou o habeas corpus daqueles acusados de crimes contra a Lei de Segurança Nacional. 
    Momento digno de nota, porque memorável, foi a leitura da “Carta aos Brasileiros” pelo jurista Goffredo Telles Júnior. Em 8 de agosto de 1977, sob as arcadas da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, ele conclamou a volta da democracia, do “Estado de Direito, já”. Goffredo justifica o brado dizendo-se representante da família do Direito, uma “família indestrutível, espalhada por todos os rincões da pátria”.
    Nos duros anos do regime militar, os advogados, em todos os espaços do país, assumiram com destemor seu papel em defesa dos cidadãos e da normalidade institucional. Alguns desses nomes ainda permanecem à frente de ações que, hoje, buscam promover o resgate da memória nacional e da verdade, em uma demonstração de que o caminho mais viável para o Brasil superar seus imensos desafios passa, necessariamente, pela democracia. 

(Marcos da Costa. Folha de São Paulo. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/04/1434430-marcos-da-costa-a- reconstrucao-da-democracia.shtml. Adaptado.) 

Em “Momento digno de nota, porque memorável, [...]" (8º§), nota-se que, para identificar o referente temporal da expressão destacada, deve-se associá-la ao ano em que o
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5

457941201383743
Ano: 2014Banca: CONSULPLANOrganização: CBTUDisciplina: Administração: Conceitos EssenciaisTemas: Gestão de Organizações e Métodos | Diagramas Organizacionais
A representação da estrutura organizacional de uma empresa é denominada organograma, isto é, um gráfico que representa as relações de autoridade e responsabilidade das pessoas numa organização, bem como as linhas de comunicação. Em relação ao organograma de uma empresa, assinale a alternativa INCORRETA.
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6

457941201377761
Ano: 2016Banca: FUMARCOrganização: CBTUDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Sistemas de Numeração e Operações Básicas | Aritmética

Pedro e Michel compraram uma rifa por R$ 20,00 para concorrer a um prêmio de R$ 1000,00. Pedro deu R$ 15,00 e Michel, R$ 5,00. Caso o bilhete comprado por eles seja sorteado, Pedro receberá a mais que Michel:

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7

457941201721977
Ano: 2014Banca: CONSULPLANOrganização: CBTUDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Ciência Política | Sociologia e Comportamento Social | Política Doméstica
Um dos casos mais emblemáticos ocorridos nos últimos anos de governos militares no Brasil foi o atentado a bomba no Riocentro, um centro de convenções no Rio de Janeiro. A Comissão Nacional da Verdade obteve documentos que apresenta detalhes inéditos sobre a ação dos militares para acobertar a autoria do atentado que ocorreu em 1981, durante a realização de um show para comemorar o
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8

457941200768328
Ano: 2014Banca: CONSULPLANOrganização: CBTUDisciplina: Economia e MercadoTemas: Custo de Oportunidade | Microeconomia
Determinada empresa inicia estudos para levantar o valor dos seus custos de produção para tomada de decisões empresariais visando à análise de sua lucratividade. Efetivando os levantamentos nos setores responsáveis pela apuração dos custos e preço de venda no setor comercial da empresa, pode-se constar que o custo fixo mensal é da ordem de R$ 15.000,00, e que o custo variável por unidade produzida iguala-se a R$ 5,00. Considerando que esta empresa possui estoques nulos, determine o valor do custo médio total dessa empresa quando são produzidos 1.500 unidades ao mês.
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9

457941201131516
Ano: 2014Banca: CONSULPLANOrganização: CBTUDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética

Três amigos – Matheus, Marcos e Marcelo – estão ouvindo suas músicas favoritas – Tell me, Home e Come back – das bandas SPM, LCD E CPW, não necessariamente nesta ordem. Diante do exposto, considere que:

• Matheus está ouvindo a música Home, que não é da banda CPW;

• a música Tell me não é da banda SPM;

• a música Come back é da banda LCD;

• Marcos não está ouvindo a música da banda LCD.

A tabela que ilustra corretamente a situação apresentada é:

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10

457941202012324
Ano: 2016Banca: FUMARCOrganização: CBTUDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Conjunções | Morfologia
Texto associado
Quem são nossos ídolos?
Claudio de Moura Castro

Eu estava na França nos idos dos anos 80. Ligando a televisão, ouvi por acaso uma entrevista com um jovem piloto de Fórmula 1. Foi-lhe perguntado em quem se inspirava como piloto iniciante. A resposta foi pronta: Ayrton Senna. O curioso é que nessa época Senna não havia ganho uma só corrida importante. Mas bastou ver o piloto brasileiro se preparando para uma corrida: era o primeiro a chegar no treino, o único a sempre fazer a pista a pé, o que mais trocava ideias com os mecânicos e o último a ir embora. Em outras palavras, sua dedicação, tenacidade, atenção aos detalhes eram tão descomunais que, aliadas a seu talento, teriam de levar ao sucesso.
Por que tal comentário teria hoje alguma importância?
Cada época tem seus ídolos, pois eles são a tradução de anseios, esperanças, sonhos e identidade cultural daquele momento. Mas, ao mesmo tempo, reforçam e ajudam a materializar esses modelos de pensar e agir.
Já faz muito tempo, Heleno de Freitas foi um grande ídolo do futebol. Segundo consta, jactava-se de tomar uma cachacinha antes do jogo, para aumentar a criatividade. Entrava em campo exibindo seu bigodinho e, após o gol, puxava o pente e corrigia o penteado. O ídolo era a genialidade pura do futebol-arte.
Mais tarde, Garrincha era a expressão do povo, com sua alegria e ingenuidade. Era o jogador cujo estilo brotava naturalmente. Era a espontaneidade, como pessoa e como jogo, e era facilmente amado pelos brasileiros, pois materializava as virtudes da criação genial.
Para o jogador "cavador", cabia não mais do que um prêmio de consola- ção. Até que veio Pelé. Genial, sim. Mas disciplinado, dedicado e totalmente comprometido a usar todas as energias para levar a cabo sua tarefa. E de atleta completo e brilhante passou a ser um cidadão exemplar.
É bem adiante que vem Ayrton Senna. Tinha talento, sem dúvida. Mas tinha mais do que isso. Tinha a obsessão da disciplina, do detalhe e da dedicação total e completa. Era o talento a serviço do método e da premeditação, que são muito mais críticos nesse desporto.
Há mais do que uma coincidência nessa evolução. Nossa escolha de ídolos evoluiu porque evoluímos. Nossos ídolos do passado refletiam nossa imaturidade. Era a época de Macunaíma. Era a apologia da genialidade pura. Só talento, pois esforço é careta. Admirávamos quem era talentoso por graça de Deus e desdenhávamos o sucesso originado do esforço. Amadurecemos. Cresceu o peso da razão nos ídolos. A emoção ingênua recuou. Hoje criamos espaço para os ídolos cujo êxito é, em grande medida, resultado da dedicação e da disciplina – como Pelé e Senna.
Mas há o outro lado da equação, vital para nossa juventude. Necessitamos de modelos que mostrem o caminho do sucesso por via do esforço e da dedicação. Tais ídolos trazem um ideário mais disciplinado e produtivo.
Nossa educação ainda valoriza o aluno genial, que não estuda – ou que, paradoxalmente, se sente na obrigação de estudar escondido e jactar-se de não fazê-lo. O cê-dê-efe é diminuído, menosprezado, é um pobre-diabo que só obtém bons resultados porque se mata de estudar. A vitória comemorada é a que deriva da improvisação, do golpe de mestre. E, nos casos mais tristes, até competência na cola é motivo de orgulho.
Parte do sucesso da educação japonesa e dos Tigres Asiáticos provém da crença de que todos podem obter bons resultados por via do esforço e da dedicação. Pelo ideário desses países, pobres e ricos podem ter sucesso, é só dar duro.
O êxito em nossa educação passa por uma evolução semelhante à que aconteceu nos desportos – da emoção para a razão. É preciso que o sucesso escolar passe a ser visto como resultado da disciplina, do paroxismo de dedica- ção, da premeditação e do método na consecução de objetivos.
A valorização da genialidade em estado puro é o atraso, nos desportos e na educação. O modelo para nossos estudantes deverá ser Ayrton Senna, o supremo cê-dê-efe de nosso esporte. Se em seu modelo se inspirarem, vejo bons augúrios para nossa educação.

Disponível em: http://veja.abril.com.br/idade/educacao/060601/ponto_de_vista.html. Acesso em: jul. 2016.
O termo destacado está corretamente substituído entre parênteses, EXCETO em:
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