Devido à alta dos juros e à instabilidade do mercado de
ações, um investidor decidiu ser mais cauteloso e retirou
R$50.000,00 da renda variável para aplicar em uma opção
mais conservadora. Depois de analisar qual seria o
melhor investimento, optou por um que lhe renderia juros
simples de 1,1% ao mês.
Se esse investidor manter o dinheiro aplicado no mesmo
investimento por 2,5 anos, qual será o rendimento obtido
no fim do período?
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando
acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também
pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do
peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se
dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de
peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos
no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve
começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a
ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer
depois do parto e a engordar em gestações futuras. O
feto também sofre as consequências do excesso de peso
materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco
de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o
metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com
tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à
luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as
mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais,
perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas
fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e
no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes
fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na
infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a
gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional,
estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal
aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão
umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de
vida aumenta o risco de obesidade e de doença
cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica
inteiramente essas alterações, já que os bebês
amamentados no peito materno tendem a ganhar mais
peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a
comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6
vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e
os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que
células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é
colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças
nascidas de cesariana correm risco mais alto de se
tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais
(ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e
dois pós-natais (período mais curto de amamentação e
menos horas de sono) estão associados à obesidade
infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que
filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso
excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por
pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12
ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência
de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro
fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de
obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos
mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da
obesidade deve começar no período pré-natal e nos
primeiros meses de vida, muito mais cedo do que
imaginávamos.
Inhttp://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Em “O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à
luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as
mulheres e preveni-la nas crianças", o termo em
destaque poderia ser substituído, sem alteração de
sentido, por:
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando
acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também
pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do
peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se
dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de
peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos
no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve
começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a
ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer
depois do parto e a engordar em gestações futuras. O
feto também sofre as consequências do excesso de peso
materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco
de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o
metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com
tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à
luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as
mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais,
perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas
fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e
no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes
fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na
infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a
gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional,
estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal
aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão
umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de
vida aumenta o risco de obesidade e de doença
cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica
inteiramente essas alterações, já que os bebês
amamentados no peito materno tendem a ganhar mais
peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a
comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6
vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e
os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que
células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é
colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças
nascidas de cesariana correm risco mais alto de se
tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais
(ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e
dois pós-natais (período mais curto de amamentação e
menos horas de sono) estão associados à obesidade
infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que
filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso
excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por
pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12
ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência
de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro
fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de
obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos
mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da
obesidade deve começar no período pré-natal e nos
primeiros meses de vida, muito mais cedo do que
imaginávamos.
Inhttp://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Na passagem “Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do
excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500
milhões de casos no mundo, em 2030", o termo em
destaque estabelece, em relação à oração anterior, ideia
de:
A fim de readequar a previdência social em relação ao
aumento da expectativa de vida do brasileiro, as regras
da aposentadoria foram modificadas este ano. Desde
junho, passou a vigorar uma nova fórmula de cálculo
segundo a qual, a depender de alguns fatores, há a
possibilidade de obter o benefício integral, sem ônus do
fator previdenciário, ao atingir determinada pontuação.
Quais fatores são contabilizados na pontuação
estabelecida pela nova fórmula da aposentadoria?
FONTE: http://economia.estadao.com.br/blogs/descomplicador/entenda-o-que-mudouno-calculo-da-aposentadoria/
Foi aprovado na Câmara dos Deputados, em abril, um projeto de lei que versa sobre a regulamentação dos contratos de serviços terceirizados no Brasil. Em meio à muita polêmica, devido aos potenciais riscos de redução dos direitos trabalhistas, o projeto foi encaminhado para apreciação do Senado e precisará, para vigorar em todo território, ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff.
Como ficou conhecido esse polêmico projeto de lei aprovado, em abril, na Câmara?
Uma fábrica produz apenas dois tipos de produtos, o
produto A e o produto B. Em 2013 ela recebeu
R$64.000,00 pelo total de suas vendas e vendeu 1.500
unidades do A e 2.000 do B. Já em 2014, esse
faturamento foi 20% maior, com a venda de 2.000
unidades do A e 2.240 do B. Considerando que os dois
produtos foram vendidos pelo mesmo valor do ano
anterior, calcule o valor unitário de venda de cada
produto nesse período.
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando
acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também
pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do
peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se
dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de
peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos
no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve
começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a
ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer
depois do parto e a engordar em gestações futuras. O
feto também sofre as consequências do excesso de peso
materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco
de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o
metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com
tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à
luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as
mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais,
perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas
fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e
no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes
fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na
infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a
gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional,
estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal
aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão
umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de
vida aumenta o risco de obesidade e de doença
cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica
inteiramente essas alterações, já que os bebês
amamentados no peito materno tendem a ganhar mais
peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a
comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6
vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e
os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que
células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é
colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças
nascidas de cesariana correm risco mais alto de se
tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais
(ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e
dois pós-natais (período mais curto de amamentação e
menos horas de sono) estão associados à obesidade
infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que
filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso
excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por
pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12
ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência
de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro
fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de
obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos
mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da
obesidade deve começar no período pré-natal e nos
primeiros meses de vida, muito mais cedo do que
imaginávamos.
Inhttp://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Em “Bebês alimentados com leite em pó, que começam a
comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6
vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade
ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e
os 6 meses", é correto afirmar que:
Um usuário precisa imprimir um documento do Microsoft
Word 2013 contendo 180 páginas, utilizando a frente e o
verso do papel, porém a impressora não dispõe da
funcionalidade de imprimir automaticamente dos dois
lados. Para facilitar, o usuário decidiu imprimir
inicialmente todas as páginas ímpares e em seguida
reinserir as folhas na impressora para imprimir as
páginas pares no verso. Como isso pode ser realizado no
Microsoft Word 2013?