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1

457941201958576
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Proporcionalidade | Aritmética
Em um supermercado, Carla que é caixa, leva, em média, 5 minutos para atender 3 clientes. Qual é o tempo que ela vai levar para atender 36 clientes?
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2

457941201243795
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

                                          Estátua Falsa


Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.


Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.


Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!


Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

                                                                                            Mário de Sá Carneiro.

No último quarteto, o poeta extravasa um sentimento de
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3

457941200920936
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Contabilidade: Teoria e PráticaTemas: Fundamentos de Contabilidade | Processo de Escrituração

Analise a afirmativa a seguir.


_______________ técnica contábil usada no registro dos fatos contábeis e no controle do patrimônio e das variações desse patrimônio, através de lançamentos destinados ao registro das operações que o afetam.


Marque a opção que completa corretamente a lacuna.

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4

457941200499317
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Termos Essenciais da Oração | Sintaxe
Texto associado

 Medo da Eternidade


      Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

      Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

      — Como não acaba? — Parei um instante na rua, perplexa.

      — Não acaba nunca, e pronto.

      — Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.

      — Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

      — E agora que é que eu faço? — Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

      — Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

      — Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

      — Acabou-se o docinho. E agora?

      — Agora mastigue para sempre.

      Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

      — Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

      — Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

      Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

                                                                                                       Clarice Lispector 

Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! Esse trecho apresenta três orações. Quanto à classificação do sujeito de cada oração, respectivamente, marque a opção CORRETA.
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5

457941201852539
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Eventos Contemporâneos de 2019 | Ciência Política | Política Brasileira
Texto associado

                       Davi Alcolumbre (DEM-AP) é eleito

                                  presidente do Senado.

Eleito na segunda votação do Senado, após a primeira votação ter sido cancelada. Marque a opção que apresenta o motivo do cancelamento da primeira votação.
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6

457941200797752
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Ortografia
[...] oiro e [...] aloira, segunda forma escrita de ouro e aloura. Ambas são corretas. Outras palavras há com essa mesma propriedade. Assinale a alternativa em que isso NÃO ocorre.
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7

457941202034900
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Legislação FederalTemas: Lei Complementar nº 116/2003 - ISSQN

De acordo com a Lei Complementar 116/03 que dispõe sobre o imposto sobre serviços de qualquer natureza, de competência dos Municípios e do Distrito Federal, ISS, analise as afirmativas a seguir.


I. O imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País.

II. A incidência do imposto não depende da denominação dada ao serviço prestado.

III. O imposto não incide sobre as exportações de serviços para o exterior do País.

IV. Os Municípios e o Distrito Federal, mediante lei, poderão atribuir, de modo expresso, a responsabilidade pelo crédito tributário à terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação, inclusive no que se refere à multa e aos acréscimos legais.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

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8

457941201080520
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado

 Medo da Eternidade


      Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

      Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

      — Como não acaba? — Parei um instante na rua, perplexa.

      — Não acaba nunca, e pronto.

      — Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.

      — Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

      — E agora que é que eu faço? — Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

      — Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

      — Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

      — Acabou-se o docinho. E agora?

      — Agora mastigue para sempre.

      Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

      — Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

      — Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

      Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

                                                                                                       Clarice Lispector 

A crônica propõe uma reflexão sobre um tema amplo que é a eternidade. De repente, a eternidade que era tão desejada (todos queremos ser eternos) passou a ser vista como
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9

457941202082472
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Cálculo de Juros Simples | Aritmética
Carlos vendeu uma casa por R$ 90.000,00 e aplicou todo o dinheiro que, após 5 anos, gerou um montante de R$ 180.000,00. Qual foi a taxa anual de juros nessa aplicação? (Juros Simples)
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10

457941201035580
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Pacujá - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Adjetivos | Advérbios | Sentido Literal e Figurado | Análise Textual | Morfologia dos Pronomes | Morfologia
Texto associado

                                          Estátua Falsa


Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.


Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.


Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!


Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

                                                                                            Mário de Sá Carneiro.

Numere a Coluna B pela Coluna A, considerando a classificação gramatical das palavras sublinhadas da Coluna B retiradas do texto.


COLUNA A

I. Pronome apassivador.

II. Conjunção comparativa.

III. Advérbio de tempo.

IV. Pronome relativo.

V. Locução adjetiva.

VI. Palavra denotativa.


COLUNA B

( ) ... se douram;

( ) ... sem mistério ...

( ) ... que não foram ...

( ) ... sequer um arrepio ...

( ) ... como ontem,

( ) ... ainda erguida no ar...


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

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