Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Cientistas tentam curar o envelhecimento
E se desse para "parar no tempo," envelhecendo mais lentamente - ou quem sabe até revertendo e deixando de envelhecer -, evitando doenças comuns à terceira idade e ficando jovem por muito mais tempo?
Ainda que nossa expectativa de vida tenha quase dobrado entre os anos de 1900 e 2020, viver por mais tempo não é, necessariamente, uma coisa tão boa. É claro que ter a possibilidade de ficar entre nossos entes queridos por muito mais anos, apreciar um pouco mais os nossos hobbies e, até mesmo, ter tempo para conhecer mais pessoas e lugares é uma ótima perspectiva de vida. O problema é que, por mais que demoremos a morrer, ainda estamos fadados ao envelhecimento.
Ficar velho não significa apenas ganhar experiência de vida: com o tempo, nossas células perdem a capacidade de se renovar, abrindo as portas para os malefícios do envelhecimento. Conforme nossa idade avança, tornamo-nos mais suscetíveis a doenças como câncer, Alzheimer, diabetes, artrite e por aí vai.
Não é à toa que a ciência vem, há anos, buscando formas de combater, desacelerar e até impedir o envelhecimento de seres humanos. Este objetivo já foi alcançado com ratos em laboratório, permitindo aos roedores viver por muito mais tempo ao mesmo tempo que continuam jovens por períodos bem mais longos.
Para isso, foram utilizadas drogas como rapamicina, metformina e carbose, por exemplo, todas comuns em alguns tipos de tratamentos de doenças em humanos.
Em 2006, um pesquisador japonês chamado Shinya Yamanaka fez uma descoberta que lhe rendeu um Prêmio Nobel: ele foi capaz de reprogramar células adultas a um estado similar ao de embriões, revolucionando o campo de biologia celular e abrindo as portas para mais formas de tratar doenças. Cientistas, agora, buscam aprimorar a técnica de reprogramação celular e aplicá-la em seres humanos para "curar" o envelhecimento.
ndoocuuraroeeveheeimmentoom.br/ciencia/124265-cientistas-estao-tentando-curar-o-envelhecimento-em-promissor-estudo.htm. Adaptado.
Este objetivo já foi 'alcançado' com ratos em laboratório.
Morfologicamente, o vocábulo em destaque é:
Com o passar do tempo, novas descobertas e com o desenvolvimento da Biologia, tornou-se evidente uma enorme diversidade da vida, onde nesse período, os seres vivos eram classificados apenas em grupos, animais ou plantas.
I.Sendo que os biólogos consideravam animais todos os organismos que se moviam, que se alimentavam da matéria de outros seres vivos (heterotróficos) e que cresciam até atingir e determinado tamanho. No reino das plantas eram incluídos todos os seres vivos que não se moviam e que, em sua maioria, produziam seu próprio alimento (autotróficos, podendo crescer indefinitivamente.
De acordo com esses critérios,
II.Os organismos unicelulares que se moviam ativamente como os protozoários eram considerados animais, enquanto as algas, os fungos e as bactérias eram considerados plantas. Dessa forma, o critério que utilizavam para incluir as bactérias e os fungos no reino das plantas era a presença de uma parede rígida envolvendo suas células.
Fonte: Amabis, José Mariano; Martho, Gilberto Rodrigues. São Paulo: Moderna, 2004.
A partir da análise dessas asserções, é possível AFIRMAR que: