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Relacione a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando as classificações das vias urbanas aos seus respectivos significados.
COLUNA I
1. Categoria “A”
2. Categoria “B”
3. Categoria “C”
4. Categoria “D”
5. Categoria “E”
COLUNA II
( ) Veículos automotores e elétricos, de quatro rodas cujo peso bruto total não exceda a 3.500 kg e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista, contemplando a combinação de unidade acoplada, reboque, semirreboque ou articulada, desde que atenda à lotação e à capacidade de peso para a categoria.
( ) Veículos automotores e elétricos utilizados no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a oito lugares; todos os veículos abrangidos nas categorias “B” e “C”.
( ) Todos os veículos automotores e elétricos utilizados em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a 3.500 kg; tratores, máquinas agrícolas e de movimentação de cargas, motor-casa, combinação de veículos em que a unidade acoplada, reboque, semirreboque ou articulada, não exceda a 6.000 kg de PBT; todos os veículos abrangidos pela categoria “B”.
( ) Todos os veículos automotores e elétricos, de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral.
( ) Combinação de veículos automotores e elétricos, em que a unidade tratora se enquadre nas categorias “B”, “C” ou “D”; cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, articulada, ou ainda com mais de uma unidade tracionada, tenha 6.000 kg ou mais, de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a oito lugares, enquadrados na categoria trailer; todos os veículos abrangidos pelas categorias “B”, “C” e “D”.
Assinale a sequência correta.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
Não as matem
INSTRUÇÃO: Leia o a seguir para responder às questões de 1 a 6.
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A melhor vingança
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O Vieirinha namorou durante dois anos a Xandoca; mas o pai dele, quando soube do namoro, fez intervir a sua autoridade paterna.
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– A rapariga não tem eira nem beira, meu rapaz; o pai é um simples empregado público que mal ganha para sustentar a família! Foge dela antes que as coisas assumam proporções maiores, porque, se te casares com essa moça, não contes absolutamente comigo – faze de conta que morri, e morri sem te deixar vintém. Tu és bonito, inteligente, e tens a ventura de ser meu filho; podes fazer um bom casamento.
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Não sei se o Vieirinha gostava deveras da Xandoca; só sei que depois dessa observação do Comendador Vieira nunca mais passou pela Rua Francisco Eugênio, onde a rapariga todas as tardes o esperava com um sorriso nos lábios e o coração a palpitar de esperança e de amor. O brusco desaparecimento do moço fez com que ela sofresse muito, pois que já se considerava noiva, e era tida como tal por toda a vizinhança; faltava apenas o pedido oficial. Entretanto, Xandoca, passado algum tempo, começou a consolar-se, porque outro homem, se bem que menos jovem, menos bonito e menos elegante que o Vieirinha, entrou a requestá-la seriamente, e não tardou a oferecer-lhe o seu nome. Pouco tempo depois estavam casados.
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Dir-se-ia que Xandoca foi uma boa fada que entrou em casa desse homem. Logo que ele se casou, o seu estabelecimento comercial entrou num maravilhoso período de prosperidade.
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Em pouco mais de dois anos, Cardoso – era esse o seu nome – estava rico; e era um dos negociantes mais considerados e mais adulados da praça do Rio de Janeiro. Ele e Xandoca amavam-se e viviam na mais perfeita harmonia, gozando, sem ostentação, os seus haveres e de vez em quando correndo mundo. Uma tarde em que D. Alexandrina (já ninguém a chamava Xandoca) estava à janela do seu palacete, em companhia do marido, viu passar na rua um bêbedo maltrapilho, que servia de divertimento aos garotos, e reconheceu, surpresa, que o desgraçado era o Vieirinha.
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Ficou tão comovida, que o Cardoso suspeitou, naturalmente, que ela conhecesse o pobre diabo, e interrogou-a neste sentido.
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– Antes de nos casarmos, respondeu ela, confessei-te, com toda a lealdade, que tinha sido namorada e noiva, ou quase noiva, de um miserável que fugiu de mim, sem me dar a menor satisfação, para obedecer a uma intimação do pai.
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– Bem sei, o tal Vieirinha, filho do Comendador Vieira, que morreu há três ou quatro anos, depois de ter perdido em especulações da bolsa tudo quanto possuía.
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– Pois bem, o Vieirinha ali está!
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E Alexandrina apontou para o bêbado, que afinal caíra sobre a calçada, e dormia.
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– Pois, filha, disse o Cardoso, tens agora uma boa ocasião de te vingares!
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– Queres tu melhor vingança?
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– Certamente, muito melhor, e, se me dás licença, agirei por ti.
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– Faze o que quiseres, contanto que não lhe faças mal.
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– Pelo contrário.
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Quando no dia seguinte o Víeirinha despertou, estava comodamente deitado numa cama limpa e tinha diante de si um homem de confiança do Cardoso.
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– Onde estou eu?
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– Não se importe. Levante-se para tomar banho!
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O Vieirínha deixou-se levar como uma criança. Tomou banho, vestiu roupas novas, foi submetido à tesoura e à navalha de um barbeiro, e almoçou como um príncipe. Depois de tudo isso, foi levado pelo mesmo homem a uma fábrica, onde, por ordem do Cardoso, ficou empregado. Antes de se retirar, o homem que o levava deu-lhe algum dinheiro e disse-lhe:
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– O senhor fica empregado nesta fábrica até o dia em que torne a beber.
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– Mas a quem devo tantos benefícios?
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– A uma pessoa que se compadeceu do senhor e deseja guardar o incógnito. O Vieirinha atribuiu tudo a qualquer velho amigo do pai; deixou de beber, tomou caminho, não é mau empregado, e há de morrer sem nunca ter sabido que a sua regeneração foi uma vingança.
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Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 27 mar. 2022.
Releia este trecho.
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“A uma pessoa que se compadeceu do senhor e deseja guardar o incógnito”.
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A palavra em destaque significa
Acidentes de trânsito, em sua maioria, são resultados do comportamento humano. Assim, para ter um trânsito com um número reduzido de acidentes, ou mesmo eliminá-los, é necessário que os condutores e pedestres modifiquem suas atitudes. Por isso, utilizar a direção defensiva como a prática para a redução dos efeitos das condições adversas e, assim, para prevenção de acidentes, colabora para a segurança e a fluidez do trânsito.
A principal causa de colisão traseira está relacionada à distância do veículo de trás com relação ao da frente. Um dos aspectos necessários para a prevenção desse tipo de colisão é a distância de seguimento em relação à velocidade do veículo.
São fatores de velocidade em distância de seguimento, contidos na prática da direção defensiva:
INSTRUÇÃO: Leia o a seguir para responder à questão.
A melhor vingança
Observe os órgãos e entidades a seguir.
I. Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, coordenador do Sistema e órgão máximo normativo e consultivo
II. Conselhos Estaduais de Trânsito – CETRAN e Conselho de Trânsito do Distrito Federal – CONTRANDIFE, órgãos normativos, consultivos e coordenadores
III. Órgãos e entidades executivos de trânsito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
IV. Órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
V. Polícia Rodoviária Federal
VI. Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal
VII. Juntas Administrativas de Recursos de Infrações – JARI
Compõem o Sistema Nacional de Trânsito os órgãos e entidades