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457941200855611
Ano: 2017Banca: IFBOrganização: IFBDisciplina: FilosofiaTemas: Racionalidade e Percepção | Fundamentos da Filosofia
Leia as afirmações sobre a exposição metafísica do espaço e do tempo como formas a priori da intuição.
I) Na estética transcendental, trata-se o tempo intuitivo como relações de sucessão e simultaneidade.
II) Na estética transcendental, trata-se o espaço como a forma da intuição do sentido externo enquanto o tempo como a forma da intuição do sentido interno.
III) Na estética transcendental, o sentido interno não tem primazia sobre o sentido externo, eles estão no mesmo nível de representação.
IV) Na estética transcendental, espaço e tempo tem um caráter também conceitual.
Assinale a alternativa que apresenta somente as afirmações CORRETAS, de acordo com a posição de Kant em sua obra “Crítica da Razão Pura”.
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2

457941201763824
Ano: 2017Banca: VUNESPOrganização: PM-SPDisciplina: FilosofiaTemas: Racionalidade e Percepção | Origem da Racionalidade | Fundamentos da Filosofia | Ética e Autonomia | Epistemologia
A que campos da filosofia correspondem, respectivamente, os seguintes objetos: o verdadeiro, o belo e o justo?
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3

457941201551125
Ano: 2017Banca: IFBOrganização: IFBDisciplina: FilosofiaTemas: Racionalidade e Percepção | Fundamentos da Filosofia
Assinale a alternativa que apresenta as duas características do conhecimento puramente apriorístico, como descreve Kant em sua obra “Crítica da Razão Pura”.
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4

457941200034559
Ano: 2025Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Fundamentos da Filosofia | Ética e Autonomia | Concepções do Sujeito na Filosofia Moderna | Racionalidade e Percepção
David Hume dedica o segundo livro do Tratado da Natureza Humana à discussão sobre a natureza das paixões e emoções e o seu papel na deliberação e na ação humana.

De acordo com a visão de Hume, é correto afirmar que a
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5

457941202035579
Ano: 2013Banca: UFBAOrganização: UFBADisciplina: FilosofiaTemas: Racionalidade e Percepção | Fundamentos da Filosofia
Texto associado
A tudo isso respondo que foi necessário, para a salvação do homem, uma doutrina fundada na revelação divina, além das disciplinas filosóficas que são investigadas pela razão humana. Primeiro, porque o homem está ordenado a Deus como a um fim que ultrapassa a compreensão da razão, conforme afirma Isaías, 33,4: “Fora de tu, ó Deus, o olho não viu o que preparaste para os que te amam." Ora, o homem deve conhecer o fim ao qual deve ordenar as suas intenções e ações. Por isso se tornou necessário, para a salvação dos homens, que lhes fossem dadas a conhecer, por revelação divina, determinadas verdades que ultrapassam a razão humana.
Mesmo em relação àquelas verdades a respeito de Deus que podem ser investigadas pela razão, foi necessário que o homem fosse instruído pela revelação divina, pois essas verdades, ao serem investigadas pela razão, chegariam a poucas pessoas e mesmo assim só depois de muito tempo e com muitos erros. Entretanto, do conhecimento dessas verdades depende a salvação do homem, a qual está em Deus. Para que, pois, a salvação dos homens seja alcançada de maneira mais conveniente e segura foi necessário que fossem instruídos, a respeito das coisas divinas, pela divina revelação. Donde a necessidade de uma ciência sagrada, obtida pela revelação, além das disciplinas filosóficas que são investigadas pela razão. Por isso, nada impede que as mesmas coisas de que tratam as disciplinas filosóficas, na medida em que são cognoscíveis pela luz da razão natural, sejam tratadas por outra ciência, na medida em que são conhecidas pela luz da revelação divina. Por isso a teologia, enquanto ciência sagrada, difere da teologia que é parte da filosofia. (AQUINO. In: REZENDE, 2005, p. 97).





Com base na análise do texto de Santo Tomás de Aquino, pode-se afirmar:

AFilosofia, através da luz natural da razão, é capaz de produzir premissas para provar algumas verdades reveladas pela Ciência Sagrada.
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6

457941201871666
Ano: 2017Banca: VUNESPOrganização: UNESPDisciplina: FilosofiaTemas: Racionalidade e Percepção | Fundamentos da Filosofia

   Todas as vezes que mantenho minha vontade dentro dos limites do meu conhecimento, de tal maneira que ela não formule juízo algum a não ser a respeito das coisas que lhe são claras e distintamente representadas pelo entendimento, não pode acontecer que eu me equivoque; pois toda concepção clara e distinta é, com certeza, alguma coisa de real e de positivo, e, assim, não pode se originar do nada, mas deve ter obrigatoriamente Deus como seu autor; Deus que, sendo perfeito, não pode ser causa de equívoco algum; e, por conseguinte, é necessário concluir que uma tal concepção ou um tal juízo é verdadeiro.

                                              (René Descartes. “Vida e Obra”. Os pensadores, 2000.)

Sobre o racionalismo cartesiano, é correto afirmar que

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7

457941200769200
Ano: 2024Banca: Instituto ConsulplanOrganização: Prefeitura de Pouso Alegre - MGDisciplina: FilosofiaTemas: Racionalidade e Percepção | Fundamentos da Filosofia

O ensino da filosofia, enquanto força de interrogação e de reflexão (e não como uma disciplina fechada sobre ela mesma) poderia funcionar como o suporte dessa racionalidade crítica e autocrítica, fermento da lucidez com vistas a promover a compreensão humana. É preciso ajudar as mentes a conviver com as ideias que devem funcionar como mediadoras com o real, e não ser confundidas com o real ou servir de meio a sua ocultação.

(MORIN, 2003, p. 54.)


Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. No que tange à filosofia, ela:

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8

457941202077672
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: UNESPDisciplina: FilosofiaTemas: Racionalidade e Percepção | Fundamentos da Filosofia
A fonte do conceito de autonomia da arte é o pensamento estético de Kant. Praticamente tudo o que fazemos na vida é o oposto da apreciação estética, pois praticamente tudo o que fazemos serve para alguma coisa, ainda que apenas para satisfazer um desejo. Enquanto objeto de apreciação estética, uma coisa não obedece a essa razão instrumental: enquanto tal, ela não serve para nada, ela vale por si. As hierarquias que entram em jogo nas coisas que obedecem à razão instrumental, isto é, nas coisas de que nos servimos, não entram em jogo nas obras de arte tomadas enquanto tais. Sendo assim, a luta contra a autonomia da arte tem por fim submeter também a arte à razão instrumental, isto é, tem por fim recusar também à arte a dimensão em virtude da qual, sem servir para nada, ela vale por si. Trata-se, em suma, da luta pelo empobrecimento do mundo.
(Antonio Cícero. “A autonomia da arte”. Folha de S.Paulo, 13.12.2008. Adaptado.)
De acordo com a análise do autor,
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9

457941200803097
Ano: 2023Banca: UECE-CEVOrganização: UECEDisciplina: FilosofiaTemas: Racionalidade e Percepção | Fundamentos da Filosofia
Leia com atenção o texto abaixo.


“[...] jamais acolher alguma coisa como verdadeira que eu não conhecesse evidentemente como tal; [...] evitar cuidadosamente a precipitação e a prevenção, e de nada incluir em meus juízos que não se apresentasse tão clara e tão distintamente a meu espírito, que eu não tivesse nenhuma ocasião de pô-lo em dúvida”.


René Descartes. Discurso do método, I. São Paulo: Abril Cultural, 1979, p. 37.


Defender a evidência, a clareza e a distinção ao próprio espírito (à própria razão) como primeiro critério do conhecimento verdadeiro expressam uma posição
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10

457941200306399
Ano: 2022Banca: FUVESTOrganização: USPDisciplina: FilosofiaTemas: Racionalidade e Percepção | Fundamentos da Filosofia
O filósofo David Hume apresenta a seguinte relação entre sensações (ou, em suas palavras, sentimentos) e ideias:

“Em suma, todos os materiais do pensamento são derivados do nosso sentimento externo e interno. Apenas a mistura e composição destes materiais compete à mente e à vontade. Ou, para me expressar em linguagem filosófica, todas as nossas ideias ou percepções mais fracas são cópias das nossas impressões, ou percepções mais vívidas”. 

HUME, David. Investigação sobre o entendimento humano. Lisboa: Imprensa
Nacional / Casa da Moeda, 2002. 

É possível tornar mais clara a concepção de Hume vinculando-a a fatos cotidianos. Qual situação confirma a relação proposta no excerto? 
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