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Na tradição religiosa dos Guarani, com remanescentes que ainda habitam áreas do território catarinense, como nos municípios de Palhoça e Biguaçu, ainda sobrevivem resquícios do passado religioso sobre a função profética dos Karai, bem como a busca na existência de uma espécie de paraíso na Terra, também conhecido como o:
“A nossa história foi tecida pela presença de escravos originários do credo islâmico”. (COSTA, 2002)
Fonte: COSTA, Sebastião Heber Vieira. Em nome de Alá: algumas notas sobre a presença mulçumana entre os escravos da Bahia. in SYLVANA, Brandão (Organizadora) Histórias das Religiões no Brasil. Vol.2. Recife. Editora Universitária. UFPE. 2002.
Tendo como premissa a presença do islamismo em solo baiano, avalie as assertivas a seguir.
I- O islamismo espalhou-se de forma própria na Bahia e seus seguidores eram geralmente os negros que possuíam maior grau de instrução, em suas reuniões de oração, tanto na vida privada, como nas mesquitas o uso do tecebá era uma marca do sagrado.
II- Na Bahia, no século XIX, não há registros de revoltas dos negros com a dimensão religiosa islâmica, inclusive os estudiosos garantem que a Revolta dos Malês é simplesmente uma representação revestida das caraterísticas típicas de luta de classe.
III- A função agregadora do Islã foi a solidariedade entre as etnias negras, na Bahia, ajudando a promover a unidade entre muitos escravos e até entre os libertos africanos.
É CORRETO o que se afirma em:
Sobre a relação do Ensino Religioso e o Estado no Brasil Império, avalie as proposições:
I. O Ensino Religioso era independente do Estado.
II. A Igreja Católica Romana era a religião oficial do Império.
III. O Ensino Religioso não tinha vínculos ideológicos com a Metrópole.
Assinale a alternativa correta:
A avaliação no Ensino Religioso deve ser um meio para promover o desenvolvimento do aluno. Avalie as proposições:
I. A interação entre professor e aluno é desnecessária
para a compreensão dos fenômenos religiosos.
II. Estratégias didático-metodológicas são essenciais para a apreensão de conteúdos no Ensino Religioso.
III. A avaliação deve servir apenas como instrumento de mensuração do desempenho acadêmico do aluno.
Assinale a alternativa correta:
Eliane Moura da Silva, em seu texto “Estudos de religião para um novo milênio” (2010, p. 206), afirma que na área de história, o tema das religiosidades aparece na cultura escolar, em especial no livro didático, como parte da História Geral, alinhado cronologicamente com o encadeamento dos períodos estudados e transparecendo a ideia de que a vida religiosa nunca ocupou lugar mais destacado na organização das sociedades. No caso da história do Brasil e da América, a religiosidade é enfocada como parte do exotismo dos indígenas e africanos e dentro dos processos de catequização. Analise as afirmativas a seguir:
I. Pouco ou nada se fala sobre a religião modelando os comportamentos sociais.
II. Entender aspectos e a originalidade das religiões, as formas de mobilização e como se situam no tempo e no espaço, é tarefa urgente dos professores e educadores [...]
III. As religiões aparecem como objeto específico de estudos, sobretudo nos textos para o ensino básico. Temas como Reforma Protestante, Contrarreforma Católica, religiões orientais, judaísmo, islamismo etc. são tratados no contexto específico de sua importância e não apenas no contexto da História Geral.
Assinale a alternativa que concorda com o texto de
referência:
O ensino religioso que vigorou no Brasil desde os seus primórdios deu ênfase ao aspecto doutrinário enquanto Igreja Católica
Apostólica Romana como religião oficial. Com o advento da República, recebeu ênfase catequética cristã. Posteriormente, em
algumas Unidades da Federação, as igrejas criaram uma entidade ecumênica para ministrar as aulas e elaborar material
didático. O desenvolvimento socioeconômico-político-cultural do Brasil gerou uma situação na qual não se podia mais ter em
sala de aula apenas conteúdo cristão de ensino religioso. A partir de 1995, grupos de educadores ligados a escolas, entidades
religiosas, universidades e secretarias de educação reuniram-se para avaliar e pensar um conteúdo que abrangesse a realidade
cultural religiosa brasileira nesse processo e de encaminhar uma nova forma de ministrar o ensino religioso. Neste contexto,
em um encontro realizado entre 24 e 26 de setembro de 1995, na cidade de Florianópolis–SC, foi criado: