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No que concerne à aderência das premissas e hipóteses atuariais, julgue o item subsecutivo.
É de um ano a validade do estudo técnico de adequação, que abrange tanto o estudo de convergência entre a taxa real anual de juros e a taxa de retorno real anual projetada para os ativos do plano quanto o estudo de aderência das demais hipóteses (biométricas, demográficas, econômicas e financeiras).
Acerca das premissas e hipóteses atuariais, julgue o item seguinte.
A hipótese de rotatividade determina o tratamento a ser dado
à taxa de juros usada para calcular o valor presente dos
fluxos futuros de pagamentos, bem como o valor futuro das
contribuições recebidas a partir da data de produção da
avaliação atuarial.
No que concerne à aderência das premissas e hipóteses atuariais, julgue o item subsecutivo.
Todas as hipóteses atuariais adotadas para a avaliação atuarial de plano de benefícios devem ser embasadas em estudo técnico de adequação.
No que concerne à aderência das premissas e hipóteses atuariais, julgue o item subsecutivo.
A EFPC deve adotar tábuas biométricas que resultem em provisões matemáticas iguais ou maiores que as geradas pela utilização das tábuas referenciais definidas na legislação, sendo vedada a adoção de tábuas que gerem provisões matemáticas menores.
A respeito das bases de dados e de seus critérios de aceitação, em um plano de previdência, julgue o item que segue.
Caso a base de dados esteja incompleta, é possível usar uma
hipótese atuarial para suprir a falta de alguns dados, desde
que tal decisão tenha sido discutida com a entidade fechada
de previdência complementar e esteja explicitada no parecer
do atuário.