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O momento didático corresponde à circunstância pontual de organização de uma proposta didática em condições definidas e implica escolher o que se vai ensinar e, de maneira coerente, como se vai fazê-lo, em circunstâncias específicas. A coerência entre o que e como ensinar constrói-se didaticamente a partir de supostos filosóficos que se sustentem ― momento reflexivo/crítico e momento teórico/propositivo ― e de uma cuidadosa avaliação e consideração do marco institucional do segmento ao qual se dirigem as aulas. Nesse ponto, é essencial compreender a quem estão dirigidas essas aulas ou, melhor ainda, com quem o professor constrói o espaço filosófico de ensino, já que cada grupo será uma realidade diferente e, portanto, um espaço diferente para a filosofia. O êxito de um curso dependerá, em definitivo, de uma integração ativa de todos esses elementos.
Alejandro Cerletti. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica, 2009, p. 94 (com adaptações).
Considerando o texto acima, assinale a opção correta.
Sobre a existência de Deus, há uma intensa discussão filosófica em torno da tese de que o conceito de Deus corresponde a uma realidade independente do discurso. Os principais argumentos na história da filosofia são os seguintes:
I – O argumento ontológico, em favor da tese da existência de Deus.
II – O argumento cosmológico, também em favor da tese da existência de Deus;
III – O argumento teleológico, também em favor da tese da existência de Deus.
IV – O problema do mal, é a principal perspectiva contrária à tese da existência de Deus.
Marque a alternativa CORRETA no tocante a serem considerados efetivamente argumentos em torno do problema da existência de Deus: