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1

457941201784494
Ano: 2024Banca: VUNESPOrganização: PM-SPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Texto associado

Leia o poema de Luís de Camões para responder à questão.



SONETO VIII

Pede o desejo, dama, que vos veja,

Não entende o que pede, está enganado.

É este amor tão fino e tão delgado1,


Que quem o tem não sabe o que deseja.

Não há cousa a qual natural seja

Que não queira perpétuo seu estado,

Não quer logo o desejo o desejado,

Por que não falte nunca onde sobeja2

.

Mas este puro afeito3 em mim se dana,

Que como a grave4 pedra tem por arte

O centro desejar da natureza.


Assi5 o pensamento (pela parte

Que vai tomar de mim, terrestre, humana)

Foi, senhora, pedir esta baixeza.


(Luís de Camões. 20 sonetos, 2018.)



1delgado: delicado.

2sobejar: sobrar, ter em excesso.

3afeito: afeto, sentimento.

4grave: pesada.

5assi: assim.

“Que como a grave pedra tem por arte

O centro desejar da natureza.” (3ª estrofe)


Em ordem direta, esses versos assumem a seguinte forma: 
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2

457941200775807
Ano: 2016Banca: COSEACOrganização: Prefeitura de Niterói - RJDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Texto associado

Texto 1

1     No Brasil de hoje, talvez no mundo, parece haver um duplo fenômeno de proliferação dos poetas e de diminuição da circulação da poesia (por exemplo, no debate público e no mercado). Uma das possíveis explicações para isso é a resistência que a poesia tem de se tornar um produto mercantil, ou seja, de se tornar objeto da cultura de massas. Ao mesmo tempo, numa sociedade de consumo e laica, parece não haver mais uma função social para o poeta, substituído por outros personagens. A poesia, compreendida como a arte de criar poemas, se tornou anacrônica?

2     Parece-me que a poesia escrita sempre será – pelo menos em tempo previsível – coisa para poucas pessoas. É que ela exige muito do seu leitor. Para ser plenamente apreciado, cada poema deve ser lido lentamente, em voz baixa ou alta, ou ainda “aural”, como diz o poeta Jacques Roubaud. Alguns de seus trechos, ou ele inteiro, devem ser relidos, às vezes mais de uma vez. Há muitas coisas a serem descobertas num poema, e tudo nele é sugestivo: os sentidos, as alusões, a sonoridade, o ritmo, as relações paronomásicas, as aliterações, as rimas, os assíndetos, as associações icônicas etc. Todos os componentes de um poema escrito podem (e devem) ser levados em conta. Muitos deles são inter-relacionados. Tudo isso deve ser comparado a outros poemas que o leitor conheça. E, de preferência, o leitor deve ser familiarizado com os poemas canônicos. (...) O leitor deve convocar e deixar que interajam uns com os outros, até onde não puder mais, todos os recursos de que dispõe: razão, intelecto, experiência, cultura, emoção, sensibilidade, sensualidade, intuição, senso de humor, etc.

3     Sem isso tudo, a leitura do poema não compensa: é uma chatice. Um quadro pode ser olhado en passant; um romance, lido à maneira dinâmica; uma música, ouvida distraidamente; um filme, uma peça de teatro, um ballet, idem. Um poema, não. Nada mais entediante do que a leitura desatenta de um poema. Quanto melhor ele for, mais faculdades nossas, e em mais alto grau, são por ele solicitadas e atualizadas. É por isso que muita gente tem preguiça de ler um poema, e muita gente jamais o faz. Os que o fazem, porém, sabem que é precisamente a exigência do poema – a interação e a atualização das nossas faculdades – que constitui a recompensa (incomparável) que ele oferece ao seu leitor. Mas os bons poemas são raridades. A função do poeta é fazer essas raridades. Felizmente, elas são anacrônicas, porque nos fazem experimentar uma temporalidade inteiramente diferente da temporalidade utilitária em que passamos a maior parte das nossas vidas.

(CÍCERO, Antônio. In: antoniocicero. Hogspot.com.br/ 2008_09_01archive.html (adaptado de uma entrevista).

A proposição em que se nota a inexistência de indicador modal – isto é, de marca linguística destinada a sinalizar a modalidade sob a qual o conteúdo proposicional deve ser interpretado – é:
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3

457941200600476
Ano: 2018Banca: MS CONCURSOSOrganização: Câmara de Itaguara - MGDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Metrificação | Estilística
Quanto à versificação, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta:  

( ) Em poemas, as palavras podem ser utilizadas em sentido figurado, também chamado sentido conotativo. 

(  ) Metro é a extensão da linha poética, o número sílabas do verso. 

(  ) Versificação é a arte de fazer versos. 

(  ) Verso é o nome da linha do poema. Assim, cada linha constitui um verso. 

(  ) Ritmo é a música do verso. Para que um verso tenha ritmo, usam-se sílabas fracas, com intervalos regulares. A sequência rigorosa dessas sílabas é que dá ao verso música, harmonia e beleza. 

( ) Rima é a identidade ou semelhança de sons, a partir da vogal tônica, entre duas ou mais palavras. 
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4

457941200691676
Ano: 2024Banca: IV - UFGOrganização: IF-SEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Gêneros Literários | Classificação dos Gêneros Literários | Estudos Literários | Estilística
É frequente, no âmbito geral da população brasileira, incluindo o alunado em idade escolar ou universitária, mas também parte considerável de docentes do ensino de línguas, a ideia de que poemas transmitem uma visão pessoal, muito específica, que se configura no texto de modo subjetivo. Essa concepção tende a produzir o problema de
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5

457941200841907
Ano: 2025Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: InoversaSulDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Texto associado
quanto falta pra gente se ver hoje
quanto falta pra gente se ver logo
quanto falta pra gente se ver todo dia
quanto falta pra gente se ver pra sempre
quanto falta pra gente se ver dia sim dia não
quanto falta pra gente se ver às vezes
quanto falta pra gente se ver cada vez menos
quanto falta pra gente não querer se ver
quanto falta pra gente não querer se ver nunca mais
quanto falta pra gente se ver e fingir que não se viu
quanto falta pra gente se ver e não se reconhecer
quanto falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu.

Bruna Beber. Rua da padaria. São Paulo: Record, 2013.

A respeito de aspectos estilísticos do poema apresentado, julgue o item a seguir. 


No poema, a anáfora marca o ritmo dos versos e assume um sentido diferente em cada ocorrência.

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6

457941200980904
Ano: 2016Banca: IOBVOrganização: Prefeitura de Chapecó - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Poemas de Forma Fixa | Estilística
Quanto aos versos, o soneto é um poema de forma fixa, somando 14 ao todo. De que forma era feita a distribuição das estrofes no soneto clássico, predominante no Brasil?
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7

457941200829431
Ano: 2016Banca: COSEACOrganização: Prefeitura de Niterói - RJDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Texto associado

Texto 3

                     Banzo

                                 Raimundo Correia

Visões que n‟alma o céu do exílio incuba,

Mortais visões! Fuzila o azul infando...

Coleia, basilisco de ouro, ondeando

O Níger... Bramem leões de fulva juba...


Uivam chacais... Ressoa a fera tuba

Dos cafres, pelas grotas retumbando,

E a estralada das árvores, que um bando

De paquidermes colossais derruba...


Como o guaraz nas rubras penas dorme,

Dorme em ninhos de sangue o sol oculto...

Fuma o saibro africano incandescente...


Vai co‟a sombra crescendo o vulto enorme

Do baobá... E cresce n‟alma o vulto

De uma tristeza, imensa, imensamente...


(In: RAMOS, Péricles Eugênio da Silva. Panorama da poesia brasileira. Rio, Civilização Brasileira, 1959, v. III, p. 90-1.) 

O verso que apresenta a mesma distribuição de ictos ou acentos tônicos de: “essa total explicação da vida”, do poema “A máquina do mundo”, de Carlos Drummond de Andrade, é:
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8

457941200561386
Ano: 2014Banca: CONSULPAMOrganização: SURGDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Texto associado
Leia o texto e responda a questão.

Até nas flores se vê
O destino e a sorte
Umas enfeitam a vida
Outras enfeitam a morte

Marque a opção verdadeira:
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9

457941200284684
Ano: 2013Banca: CONPASSOrganização: Prefeitura de Serra Negra do Norte - RNDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estilística | Ritmo e Estrofes
Texto associado

                              Saudades

               Tenho saudades de muitas coisas

               do meu tempo de menininha:

               sentar no colo do meu pai,

               ninar boneca sem receios,

               chorar de medo da morte da mãe,

               sonhar com festa e bolo de aniversário,

               cantar com os anjos na igreja,

               ouvir as mágicas histórias de vovó,

               brincar de pique, de corda e peteca,

               acreditar em cegonhas, fadas e bruxas

               e sobretudo no Papai Noel.

               Será que quando for velhinha,

               e já estiver caducando,

               vou viver tudo de novo?

                              (Cantigas de adolescer. São Paulo, 1992. p. 9.) 

Considerando o poema “Saudades”, todas as afirmações seguintes são verdadeiras, exceto:
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10

457941200852255
Ano: 2013Banca: ExércitoOrganização: EsSADisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística
Em poesia, para determinar a medida de um verso, divide-se o verso em sílabas poéticas. Esse procedimento tem o nome de
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