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1

457941201071297
Ano: 2016Banca: FCCOrganização: AL-MSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Flexão de Número Verbal | Flexão de Pessoa Verbal
Texto associado
A nuvem 

   − Fico admirado como é que você, morando nesta cidade, consegue escrever toda semana sem reclamar, sem protestar, sem espinafrar ninguém! 
   Meu amigo está, como dizem as pessoas exageradas, grávido de razões. Mas que posso fazer? Até que tenho reclamado muito isto e aquilo. Mas se eu ficar rezingando todo dia, estou roubado: quem é que vai aguentar me ler? 
   Além disso, a verdade não está apenas nos buracos das ruas e outras mazelas. Não é verdade que as amendoeiras neste inverno deram um show luxuoso de folhas vermelhas voando no ar? E ficaria demasiado feio eu confessar que há uma jovem gostando de mim? Ah, bem sei que esses encantamentos de moça por um senhor maduro duram pouco. Eles se irão como vieram, leve nuvem solta na brisa, que se tinge um instante de púrpura sobre as cinzas do meu crepúsculo.
   E olhem só que tipo de frase estou escrevendo! Tome tenência, velho Braga. Deixe a nuvem, olhe para o chão − e seus tradicionais buracos.

(Adaptado de: BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana! Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1960, p. 179/180) 

Tome tenência, velho Braga. Deixe a nuvem, olhe para o chão (...)

Utilizando-se o tratamento da 2ª pessoa do singular, a sequência das formas verbais da frase acima deverá ser:

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2

457941201479836
Ano: 2023Banca: FGVOrganização: TJ-RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Análise Textual | Morfologia dos Pronomes | Diversidade Linguística | Estrutura Textual
Um livro intitulado A Língua Portuguesa e o Modernismo traz algumas modificações ocorridas na norma culta de nossa língua na época moderna; a opção abaixo que mostra uma dessas modificações seguida de um exemplo que a comprove, de forma adequada, é: 
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3

457941200515047
Ano: 2022Banca: FGVOrganização: Senado FederalDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Sintaxe | Formas Nominais do Verbo | Orações Subordinadas Reduzidas
Em todas as frases a seguir substituímos por um particípio o segmento sublinhado.

Assinale a frase em que essa substituição foi feita de forma inadequada.
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4

457941202085460
Ano: 2019Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Cerquilho - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Flexão de Tempo Verbal
Texto associado
Leia o texto para responder à questão.

0A arte maior

    Dificilmente alguém não gosta de cinema, de música ou de assistir a um espetáculo. Gostam, mas muitos engolem facilmente tudo o que lhes despejam goela abaixo. Sendo assim, adianta ter este contato sem graça com a arte se não há entendimento do que se vê?
    O que faz com que uma pessoa entenda o que está enxergando e saiba julgar a qualidade é, e sempre será, a leitura. O livro é o combustível que nos conduz às demais manifestações artísticas. O escritor e cineasta Woody Allen disse numa entrevista: “a leitura foi o começo da engrenagem que me levou a visitar exposições de arte, ir ao teatro e tudo mais”. Sem leitura, pode-se ir a museus e espetáculos, mas o ingresso sempre parecerá muito caro diante do nada que se receberá em troca, por falta de compreensão do que se está vendo.
    Há quem defenda a ideia de que ler livros serve para muito pouco. Muitas pessoas acreditam que literatura é só diversão. É diversão também. Mas quando o livro é bem escrito e bem pensado, diversão vira educação.
    Os livros nos dão consciência dos sentimentos, destroem preconceitos, dão vontade de viajar, até tornam as pessoas mais tolerantes com as diferenças. Para isso serve a literatura: para incentivar nossa própria evolução. 
(Martha Medeiros. Non Stop - Crônicas do cotidiano.
Porto Alegre: L&PM, 2012. Adaptado)
A alternativa cuja forma verbal em destaque está no tempo futuro é observada em:
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5

457941201289988
Ano: 2024Banca: OBJETIVAOrganização: Prefeitura de Pato Bragado - PRDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Flexão de Número Verbal
Texto associado

Frutas da estação


As frutas da estação costumam ser mais baratas, saborosas e nutritivas. Por quê? Porque respeitam o ciclo natural de amadurecimento, e a maior oferta na época natural da colheita reduz o preço final.

Sabemos que a importação e a tecnologia agrícola permitem que frutas sejam oferecidas em épocas diferentes das tradicionais. É por isso que algumas espécies estão disponíveis no mercado quase o ano inteiro! Mas pode reparar: a variação de preço ao longo dos meses é nítida!

Alguns produtores utilizam técnicas e adubos orgânicos que permitem ampliar o período de produção sem alterar a qualidade final do alimento. Porém, o mais comum é que a produção seja ampliada com o uso de fertilizantes químicos.

O problema é que esse processo artificial aumenta o teor de água dos alimentos, reduz o valor nutritivo e parte do sabor. Além disso, no longo prazo, provoca o empobrecimento do solo.

Quando respeitada a sazonalidade da produção, o agricultor pode alternar a produção conforme o clima, o que oferece uma variedade de nutrientes ao solo. Com isso, as frutas da estação podem ser produzidas na própria região, com clima apropriado.

Não é difícil identificar as frutas da estação: normalmente são aquelas que estão em grandes quantidades nas feiras e hortifrútis, com preços mais em conta que o usual.


Ypê – “Frutas da estação: descubra quais são e como conservar”. Adaptado.

No trecho do texto “Além disso, no longo prazo, provoca o empobrecimento do solo.”, qual a alternativa que indica a flexão correta do verbo sublinhado para o plural?

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6

457941201329421
Ano: 2015Banca: CETROOrganização: MDSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Semântica Contextual | Análise Textual
Texto associado

      Quando se lê ou se ouve falar sobre fomes coletivas, sobre angustiadas massas humanas atacadas de epidemias de fome, definhando e morrendo à falta de um pouco de comida, as primeiras imagens que assaltam a nossa consciência de homens civilizados são imagens típicas do Extremo Oriente. Imagens evocativas das superpovoadas terras asiáticas com seus enxames humanos se agitando numa estéril e perpétua luta contra o ameaçador espectro da fome. Massas pululantes de esquálidos coolies chineses. Manchas compactas de  ascéticos indianos envolvidos em suas longas túnicas, lembrando uma procissão de múmias. Desesperadas multidões comprimidas nas sinuosas ruelas das cidades orientais, atoladas na lama imunda dos arrozais, asfixiadas de poeira nas estradas da China, estorricadas pelas secas periódicas. Multidões famintas que revelam em seus rostos, em seus gestos e em suas atitudes fatigadas a marca sinistra da fome. Tais são os cenários e os personagens a que nossa imaginação sempre recorreu para dar vida aos dramas da fome coletiva.

      Hoje, àquelas clássicas imagens se vêm juntar outras de maior atualidade. Imagens dos campos de concentração e das cidades e dos campos europeus devastados pela tirania nazi durante a última guerra mundial. Imagens de homens, mulheres e crianças perambulando como fantasmas num mundo perdido, com os olhos esbugalhados flutuando fora das órbitas e com os molambos de vestuários balançando grotescamente sobre a armação dos esqueletos saltando à flor da pele.

      Para aqueles que têm conhecimento da fome apenas através do noticiário dos jornais, reduzem-se a estas duas grandes regiões geográficas – o Oriente exótico e a Europa devastada – as áreas de distribuição da fome, atuando como calamidade social. Na realidade, a fome coletiva é um fenômeno social bem mais generalizado. É um fenômeno geograficamente universal, não havendo nenhum continente que escape à sua ação nefasta. Toda a terra dos homens tem sido também até hoje terra da fome. Mesmo nosso continente, chamado o da abundância e simbolizado até hoje nas lendas do Eldorado, sofre intensamente o flagelo da fome. E, se os estragos desse flagelo na América não são tão dramáticos como sempre foram no Extremo Oriente, nem tão espetaculares como se apresentaram nos últimos anos na Europa, nem por isso são menos trágicos, visto que, entre nós, esses estragos se fazem sentir mais sorrateiramente, minando a nossa riqueza humana numa persistente ação destruidora, geração após geração.

      É preciso que se confesse corajosamente que a terra da promissão, para a qual foram atraídos, só no século passado, cem milhões de imigrantes europeus, que procuravam fugir às garras da pobreza, também é uma terra onde se passa fome, onde se vive lutando contra a fome, onde milhões de indivíduos morrem de fome. A pouca gente que habita continentes distantes poderia ocorrer a ideia de que a América, com suas enormes reservas naturais, na maior parte inexploradas, com tanta terra à disposição de tão pouca gente e com uma larga faixa do território ocupada pelo povo mais industrioso e ativo do mundo – os americanos do norte – não dispõe do mínimo indispensável de alimentos para satisfazer as necessidades de cada um dos seus 350 milhões de habitantes. No entanto, a verdade é que estamos muito longe deste ideal.


                                         DE CASTRO, J. Geografia da fome. Casa do Estudante do Brasil, 1952.  

Considerando a leitura do texto, bem como as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, analise as assertivas abaixo.


I. Pela formulação frasal ao final do terceiro parágrafo, torna-se possível omitir o termo “esses estragos”, sem que isso implique prejuízo para o sentido ou para a organização sintática do trecho.

II. A repetição do termo “fome”, no primeiro período do último parágrafo, é desnecessária, por isso deveria ter sido evitada, por exemplo, enumeração dos verbos e o uso da palavra “fome” apenas uma vez, ao final da frase.

III. O “A” presente na expressão “A pouca gente” (último parágrafo) seguirá não levando crase se o termo “pouca” for trocado por “essa” e por “toda”.


É correto o que se afirma em

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7

457941201128803
Ano: 2015Banca: CEPERJOrganização: Prefeitura de Saquarema - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Funções Morfossintáticas do Pronome SE
Texto associado
                                                                                       A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES

Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.
A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado.
Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.
Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais
pertence e é regulado pelo mercado.
Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.
Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.
Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.
A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente,daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.
Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo
de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.
A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.
Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.

Leonardo Boff
(http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427).
Em “Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho” (3º parágrafo), o emprego do verbo “dizer” e da palavra “se” contribuem para marcar a seguinte relação entre o autor e a ideia citada na sequência:
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8

457941200363544
Ano: 2010Banca: FCCOrganização: TRF - 4ª REGIÃODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Flexão de Tempo Verbal | Flexão de Modo Verbal
Texto associado
A literatura é necessária à política quando ela dá voz
àquilo que não tem voz, quando dá um nome àquilo que ainda
não tem um nome, e especialmente àquilo que a linguagem política
exclui ou tenta excluir. Refiro-me, pois, aos aspectos, situações,
linguagens tanto do mundo exterior como do mundo
interior; às tendências reprimidas no indivíduo e na sociedade.
A literatura é como um ouvido que pode escutar além daquela
linguagem que a política entende; é como um olho que pode ver
além da escala cromática que a política percebe. Ao escritor,
precisamente por causa do individualismo solitário do seu trabalho,
pode acontecer explorar regiões que ninguém explorou
antes, dentro ou fora de si; fazer descobertas que cedo ou tarde
resultarão em campos essenciais para a consciência coletiva.
Essa ainda é uma utilidade muito indireta, não intencional,
casual. O escritor segue o seu caminho, e o acaso ou as
determinações sociais e psicológicas levam-no a descobrir alguma
coisa que pode se tornar importante também para a ação
política e social.
Mas há também, acredito eu, outro tipo de influência,
não sei se mais direta, mas decerto mais intencional por parte
da literatura, isto é, a capacidade de impor modelos de linguagem,
de visão, de imaginação, de trabalho mental, de correlação
dos fatos, em suma, a criação (e por criação entendo
organização e escolha) daquele gênero de valores modelares
que são a um tempo estéticos e éticos, essenciais em todo
projeto de ação, especialmente na vida política.
Se outrora a literatura era vista como espelho do mundo,
ou como uma expressão direta dos sentimentos, agora nós não
conseguimos mais esquecer que os livros são feitos de palavras,
de signos, de procedimentos de construção; não podemos
esquecer que o que os livros comunicam por vezes permanece
inconsciente para o próprio autor, que em todo livro há uma
parte que é do autor e uma parte que é obra anônima e coletiva.
(Adaptado de Ítalo Calvino, Assunto encerrado)
Está plenamente adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:
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9

457941201689802
Ano: 2019Banca: FURBOrganização: Prefeitura de Porto Belo - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Flexão de Voz Verbal
Texto associado
A questão a seguir refere-se ao texto:

No mês em que Porto Belo comemora 187 anos, pacientes com deficiência auditiva receberam, na última sextafeira (04), novas próteses que lhes permitirão ouvir melhor. A aquisição foi realizada por meio do projeto Ouvir Mais, criado pelo Governo Municipal, através da Secretaria de Saúde, e o investimento inicial foi de R$30 mil.
O Município podia adquirir anteriormente apenas um aparelho por mês, o que acabava deixando o paciente por mais tempo na fila de espera. A secretária de saúde Jainara Nordio explica que, em 2017, foi constatado pacientes na fila há mais de quatro anos, partindo daí a vontade de mudar esta realidade. "Desde que assumimos a gestão da Secretaria de Saúde e tivemos conhecimento da fila de espera para exames e aparelhos auditivos, tínhamos vontade de fazer algo a mais. A partir do trabalho de toda a equipe, surgiu o Projeto Ouvir Mais, que facilitou o processo e possibilitou a aquisição dos aparelhos auditivos" - explica a secretária.
Neste primeiro momento, foram entregues 30 aparelhos auditivos. Os pacientes são avaliados pelos médicos das Unidades de Saúde e, se constatada a necessidade de aparelhos, são encaminhados para as clínicas credenciadas para novos exames e aquisição do aparelho.[...]

Disponível em: https://www.portobelo.sc.gov.br/noticias/index/ver/codNoticia/579582/codMapaItem/4326 Acesso em: em 07/out/2019 [adaptado]
Se passarmos a oração “Os pacientes são avaliados pelos médicos das Unidades de Saúde.” para a voz ativa, teremos:
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10

457941200172184
Ano: 2024Banca: ADM&TECOrganização: Prefeitura de Brejo da Madre de Deus - PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A importância dos povos indígenas para a preservação da natureza

         Os povos indígenas desempenham um papel crucial na preservação ambiental no Brasil, devido à sua profunda conexão e conhecimento tradicional da fauna e flora.

         O Brasil abriga um grande número de comunidades indígenas, muitas das quais vivem em áreas de grande importância ecológica, como a Floresta Amazônica. Essas comunidades têm uma forte compreensão de seus ecossistemas circundantes, tendo desenvolvido relações complexas com plantas, animais e a terra ao longo de milhares de anos. Como tal, elas possuem um conhecimento valioso sobre como gerenciar e proteger esses ambientes de forma sustentável, que tem sido transmitido por gerações.

         Os territórios indígenas têm sido uma fronteira de resistência diante da ganância capitalista expressa em atividades como a mineração, extração de madeira, monocultura, pecuária, entre outras práticas de exploração predatórias.

         O líder Yanomami Davi Kopenawa nos mostra como a cosmovisão de seu povo considera as árvores como colunas de sustentação do céu; logo, a destruição da floresta ocasionará a queda do céu e o fim da humanidade. É nessa perspectiva que os indígenas têm sido fundamentais para a preservação da natureza, tendo uma visão singular sobre o meio ambiente, vendo-o como parte integrante de sua identidade cultural e meios de subsistência.

         Eles veem a natureza como um ser vivo, com o qual mantêm uma relação recíproca, e reconhecem a importância de protegê-la para as gerações futuras. Esse entendimento os levou a desenvolver práticas que priorizam a conservação e restauração do ambiente natural. Respeitando e trabalhando com a natureza, os povos indígenas têm mostrado que é possível preservar a biodiversidade, manter os serviços ecossistêmicos e mitigar os efeitos das mudanças climáticas. No geral, suas contribuições são essenciais para o bem-estar contínuo dos ecossistemas brasileiros e para a luta global contra a degradação ambiental.

Wesley Kettle — UFPA
Publicado em 19/04/2023
https://www.gov.br/mast/pt-br/assuntos/noticias/2023/abril
“Esse entendimento os levou a desenvolver práticas que priorizam a conservação e restauração do ambiente natural.” 5º parágrafo

O verbo sublinhado está no seguinte tempo:
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