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457941200481341
Ano: 2023Banca: FUNDATECOrganização: IFC-SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Simbolismo Literário | Movimentos Literários
Texto associado

Instrução: A questão de número 28 refere-se ao poema abaixo.


Quando Ismália enlouqueceu,

Pôs-se na torre a sonhar…

Viu uma lua no céu,

Viu outra lua no mar.


No sonho em que se perdeu,

Banhou-se toda em luar…

Queria subir ao céu,

Queria descer ao mar…


E, no desvario seu,

Na torre pôs-se a cantar…

Estava perto do céu,

Estava longe do mar…


E como um anjo pendeu

As asas para voar…

Queria a lua do céu,

Queria a lua do mar…


As asas que Deus lhe deu

Ruflaram de par em par…

Sua alma subiu ao céu,

Seu corpo desceu ao mar…

Sobre o poema apresentado anteriormente, do poeta simbolista Alphonsus de Guimaraens, assinale a alternativa que NÃO indica uma característica simbolista presente no texto.

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2

457941200974792
Ano: 2013Banca: COPEVE-UFALOrganização: UNEALDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Simbolismo Literário | Parnasianismo Literário | Movimentos Literários | Concretismo | Romantismo Literário | Barroco Literário
“Podemos até, antecipando-nos à leitura do soneto, anunciar o princípio de construção de que se serviu "o autor" no texto que vamos estudar: a extensão sintagmática das frases do poema, o léxico escolhido, o tom e sonoridades têm a medida – exata! – da profundidade da emoção experimentada pelo eu-lírico, numa estreita e regular correspondência (perdoem-nos mais uma vez o uso da palavra suspeita). Esse é, não percamos de vista, o fundamento que subjaz à organização do poema” (Roberto Sarmento Lima – O círculo e a palavra constantes do poema lírico).


Soneto IV de Via-Láctea

Como a floresta secular, sombria,

Virgem do passo humano e do machado,

Onde apenas, horrendo, ecoa o brado

Do tigre, cuja agreste ramaria.

Não atravessa nunca a luz do dia,

Assim também, da luz do amor privado,

Tinhas o coração ermo e fechado,

Como a floresta secular, sombria...

Hoje, entre os ramos, a canção sonora

Soltam festivamente os passarinhos.

Tinge o cimo das árvores a aurora...

Palpitam flores, estremecem ninhos...

E o sol do amor, que não entrava outrora,

Entra dourando a areia dos caminhos.



Pelas características apresentadas no texto e pelas encontradas no poema acima (rimas raras, preferência pelo rigor formal do soneto, medição das ideias, dentre outras), podemos afirmar que Roberto Sarmento Lima refere-se ao poeta ____________, ligado ao movimento denominado _______________, respectivamente.
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3

457941200231474
Ano: 2016Banca: FCCOrganização: SEDU-ESDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Simbolismo Literário | Movimentos Literários

Lembro-me de que em 1891 formou-se um grupo de rapazes em torno da Folha Popular. Foi aí que os novos, tomando por insígnia um fauno, tentaram as suas primeiras exibições. A esse grupo prendiam-se por motivo de conveniência e por aproximação de idade Bernardino Lopes (B. Lopes), Perneta (Emiliano, que era o secretário da redação), Oscar Rosas e Cruz e Sousa. Tais rapazes, principalmente o primeiro, não eram desconhecidos.

(Adaptado de: ARARIPE JÚNIOR, T. A. Literatura Brasileira − Movimento de 1893 − O crepúsculo dos povos. In: MURICY, A. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1952)

O relato refere-se ao início do movimento

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4

457941201494975
Ano: 2013Banca: IBFCOrganização: SEAP-DFDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Simbolismo Literário | Parnasianismo Literário | Arcadismo Literário | Movimentos Literários | Barroco Literário
A musicalidade, o misticismo e o onirismo são características próprias da escola literária denominada:
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5

457941200833007
Ano: 2013Banca: COPEVE-UFALOrganização: UNEALDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Simbolismo Literário | Movimentos Literários | Realismo Literário | Romantismo Literário | Modernismo Brasileiro
A esse autor “coube o papel de consolidação da escola [...] no Brasil, ao lado de José de Alencar. Ambos foram decisivos na formação de um temário nacional em nossa literatura e ambos se aprimoraram na forma de assegurar a brasilidade literária, a sua cor local. Embora a obra desse autor inclua teatro, historiografia e uma tentativa de escrever romance, foi como poeta que realizou a melhor e maior parte de seu trabalho. Já nos Primeiros cantos estão presentes as linhas temáticas que marca a produção literária da época: o saudosismo, o indianismo e o lirismo amoroso. É nessa obra também que a sensibilidade lírica do poeta, inteiramente sintonizada com a sensibilidade do público de seu tempo, encontra na liberdade de formas e no extraordinário ritmo a medida exata entre expressão e construção” (Samira Uoussef Campedelli – Literatura: história e texto – adaptação).

Pelas características destacadas, em que opção estão a escola literária e o autor a que o texto se refere?
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6

457941200289856
Ano: 2024Banca: MS CONCURSOSOrganização: Prefeitura de Pontalina - GODisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Modernismo Brasileiro | Barroco Literário | Romantismo Literário | Realismo Literário | Movimentos Literários | Arcadismo Literário | Parnasianismo Literário | Simbolismo Literário | Naturalismo Literário
Relacione as colunas referentes autores/escolas literárias e marque a alternativa correta.


Coluna I.

A) Gregório de Matos Guerra.

B) Tomás Antônio Gonzaga.

C) Gonçalves Dias.

D) Machado de Assis.

E) Aluísio Azevedo.

F) Olavo Bilac.

G) Monteiro Lobato.

H) Cruz e Sousa.

I) Guimarães Rosa.


Coluna II.

1- Naturalismo.

2- Arcadismo.

3- Pré-modernismo.

4- Modernismo.

5- Romantismo.

6-Simbolismo.

7- Parnasianismo.

8- Realismo.

9- Barroco. 
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7

457941201487385
Ano: 2024Banca: SELECONOrganização: Prefeitura de Campo Novo do Parecis - MTDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Simbolismo Literário | Movimentos Literários
 Leia o poema a seguir:


"Abre os olhos à Vida e fica mudo!
Oh! Basta crer indefinidamente
Para ficar iluminado tudo
De uma luz imortal e transcendente.


Crer é sentir, como secreto escudo,
A alma risonha, lúcida, vidente...
E abandonar o sujo deus cornudo,
O sátiro da Carne impenitente.


Abandonar os lânguidos rugidos,
O infinito gemido dos gemidos
Que vai no lodo a carne chafurdando.


Erguer os olhos, levantar os braços
Para o eterno Silêncio dos Espaços
e no Silêncio emudecer olhando..."


Esse poema intitula-se “Imortal atitude”. Foi produzido por Cruz e Sousa. Pelas suas características, trata-se de uma produção literária integrada à estética do:
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8

457941200026718
Ano: 2020Banca: MS CONCURSOSOrganização: Prefeitura de Chiador - MGDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Simbolismo Literário
Texto associado

NÃO: JÁ NÃO FALO DE TI. (Cecília Meireles).


Não: já não falo de ti, já não sei de saudades.

Feche-se o coração como um livro, cheio de imagens,

de palavras adormecidas, em altas prateleiras,

até que o pó desfaça o pobre desespero sem força,

que um dia, pode ser, parece tão terrível.


A aranha dorme em sua teia, lá fora, entre a roseira e o muro.

Resplandecem os azulejos e tudo quanto posso ver.

O resto é imaginado, e não coincide, e é temerário

cismar. Talvez se as pálpebras pudessem

inventar outros sonhos, não de vida...


Ah! rompem-se na noite ardentes violas,

pelo ar e pelo frio subitamente roçadas.

Por onde pascerão, nestes céus invioláveis,

nossas perguntas com suas crinas de séculos arrastando-se...

Não só de amor a noite transborda mas de terríveis

crueldades, loucuras, de homicídios mais verdadeiros.


Os homens de sangue estão nas esquinas resfolegando,

e os homens da lei sonolentos movem letras

sobre imensos papéis que eles mesmos não entendem...

Ah! que rosto amaríamos ver inclinar-se na aérea varanda?

Nem os santos podem mais nada. Talvez os anjos abstratos

da álgebra e da geometria.

São poetas do Simbolismo:
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9

457941201321877
Ano: 2021Banca: OMNIOrganização: Prefeitura de São Bento do Sul - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro | Romantismo Literário | Parnasianismo Literário | Simbolismo Literário
Leia o poema a seguir e assinale a alternativa que corresponde à escola literária a qual ele pertence:

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
(“Canção do exílio”, Gonçalves Dias)
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10

457941200842933
Ano: 2019Banca: Instituto ExcelênciaOrganização: Prefeitura de Tremembé - SPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro | Romantismo Literário | Simbolismo Literário | Realismo Literário
Texto associado

Leia o texto e responda a questão.


Óbito do autor

     Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco. 

     Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! Verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia — peneirava — uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa idéia no discurso que proferiu à beira de minha cova: ''Vós, que o conhecestes, meus senhores, vós podeis dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos caracteres que têm honrado a humanidade. Este ar sombrio, estas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finado.''

     Bom e fiel amigo! Não, não me arrependo das vinte apólices que lhe deixei. E foi assim que cheguei à cláusula dos meus dias; foi assim que me encaminhei para o undiscovered country de Hamlet, sem as ânsias nem as dúvidas do moço príncipe, mas pausado e trôpego como quem se retira tarde do espetáculo. Tarde e aborrecido. Viram-me ir umas nove ou dez pessoas, entre elas três senhoras, minha irmã Sabina, casada com o Cotrim, a filha, — um lírio do vale, — e... Tenham paciência! Daqui a pouco lhes direi quem era a terceira senhora. Contentem-se de saber que essa anônima, ainda que não parenta, padeceu mais do que as parentas. É verdade, padeceu mais. Não digo que se carpisse, não digo que se deixasse rolar pelo chão, convulsa. Nem o meu óbito era coisa altamente dramática... Um solteirão que expira aos sessenta e quatro anos, não parece que reúna em si todos os elementos de uma tragédia. E, dado que sim, o que menos convinha a essa anônima era aparentá-lo. De pé, à cabeceira da cama, com os olhos estúpidos, a boca entreaberta, a triste senhora mal podia crer na minha extinção.

       — Morto! Morto! dizia consigo.

   E a imaginação dela, como as cegonhas que um ilustre viajante viu desferirem o vôo desde o Ilisso às ribas africanas, sem embargo das ruínas e dos tempos, a imaginação dessa senhora também voou por sobre os destroços presentes até às ribas de uma África juvenil... Deixá-la ir; lá iremos mais tarde; lá iremos quando eu me restituir aos primeiros anos. Agora, quero morrer tranqüilamente, metodicamente, ouvindo os soluços das damas, as falas baixas dos homens, a chuva que tamborila nas folhas de tinhorão da chácara, e o som estrídulo de uma navalha que um amolador está afiando lá fora, à porta de um correeiro. Juro-lhes que essa orquestra da morte foi muito menos triste do que podia parecer. De certo ponto em diante chegou a ser deliciosa. A vida estrebuchava-me no peito, com uns ímpetos de vaga marinha, esvaía-se-me a consciência, eu descia à imobilidade física e moral, e o corpo fazia-se-me planta, e pedra, e lodo, e coisa nenhuma.

     Morri de uma pneumonia; mas, se lhe disser que foi menos a pneumonia, do que uma idéia grandiosa e útil, a causa da minha morte, é possível que o leitor me não creia, e todavia é verdade. Vou expor-lhe sumariamente o caso. Julgue-o por si mesmo.

(ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Editora Moderna, 1994) 

Leia o trecho abaixo e complete a lacuna:

O texto trata-se do primeiro capítulo do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. A obra é bastante conhecida por ser um dos romances que inaugurou o _____ no Brasil.
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