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Sobre a questão da liberdade em Spinoza, a filósofa brasileira Marilena Chauí afirma o seguinte: “[...] o poder teológico-político é duplamente violento. Em primeiro lugar, porque pretende roubar dos homens a origem de suas ações sociais e políticas, colocando-as como cumprimento a mandamentos transcendentes de uma vontade divina incompreensível ou secreta, fundamento da ‘razão de Estado’. Em segundo, porque as leis divinas reveladas, postas como leis políticas ou civis, impedem o exercício da liberdade, pois não regulam apenas usos e costumes, mas também a linguagem e o pensamento, procurando dominar não só os corpos, mas também os espíritos”.
CHAUÍ, Marilena. Espinosa, uma subversão filosófica. Revista CULT, 14 de março de 2010. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/baruch-espinosa/.
O poder teológico-político é violento, porque
Notei certas leis que Deus estabeleceu de tal modo na natureza, e das quais imprimiu tais noções em nossas almas que, depois de ter refletido bem sobre elas, não podemos duvidar de que sejam exatamente observadas em tudo o que existe ou se faz no mundo.
René Descartes. Discurso do Método.
Tendo como referência inicial o fragmento de texto precedente, julgue o item seguinte, relativo à filosofia de Descartes.
Em Descartes, a racionalidade se exprime, em grande medida,
pelo uso ou pela aplicação das ideias claras e distintas na
Epistemologia — entendida como Teoria do Conhecimento —,
na Matemática e na Física.
Notei certas leis que Deus estabeleceu de tal modo na natureza, e das quais imprimiu tais noções em nossas almas que, depois de ter refletido bem sobre elas, não podemos duvidar de que sejam exatamente observadas em tudo o que existe ou se faz no mundo.
René Descartes. Discurso do Método.
Tendo como referência inicial o fragmento de texto precedente, julgue o item seguinte, relativo à filosofia de Descartes.
As leis da natureza se exprimem por meio de ideias claras
e distintas.