Um paciente sofreu um acidente automobilístico e, ao ser
avaliado, o médico suspeitou de possível fratura na coluna
cervical. É solicitado ao técnico em radiologia realizar uma rotina
para cervical e um AP para C1 e C2 do paciente com a boca
aberta, e que se encontra com colar cervical. Se o paciente não
conseguir abrir a boca para realizar a técnica AP C1 e C2, qual
metodologia o técnico irá utilizar?
É de suma importância a correta identificação da
radiografia para que o radiologista possa fazer uma avaliação
conforme os padrões estabelecidos. Assim, em qual das
alternativas abaixo se encontra a forma correta de identificação
do paciente?
Para o diagnóstico de lesões no ombro, o médico pode
solicitar uma radiografia em perfil externo, também conhecida
como incidência de Neer ou Yescapular. Nesse exame, a
escápula é visualizada em perfil, o que lhe confere um formato
similar à letra Y.
O acidente anatômico representado pela haste superior desse Y,
posicionado na região anterior do corpo, é:
No atendimento a pacientes politraumatizados, o primeiro
passo é descartar a possibilidade de lesão cervical, trauma que
pode causar danos irreversíveis ao sistema nervoso. Nessa
situação, exames de imagem podem ser feitos no próprio leito,
favorecendo uma avaliação detalhada do caso.
Para descartar lesões nos nervos cervicais, incidências oblíquas
são solicitadas por mostrarem:
Na incidência para coluna sacro e cóccix A.P
axial do sacro, assinale a alternativa que
apresenta como deverá ser a angulação e onde
irá incidir o Raio Central (R.C).
Na incidência de tunnel view, também denominada semiaxial póstero-anterior da articulação do joelho, um parâmetro de avaliação técnica para realização desta incidência é: