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1

457941200640717
Ano: 2019Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê

Preencha as lacunas, numerando-as de acordo com a tabela a seguir. (Todos estão escritos com o p minúsculo)


I. porque

II. por que

III. porquê

IV. por quê


( ) Tu não trabalhas _______?

( ) O sofrimento _______ passei me deu coragem.

( ) ________ era jocoso, riam dele.

( ) Ele não trabalha ________ não quer.

( ) Quero saber o _________ da tua raiva.

( ) ________ não trabalhas?


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

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2

457941201626166
Ano: 2021Banca: MS CONCURSOSOrganização: Prefeitura de São Francisco do Guaporé - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê

Quanto ao uso dos porquês, marque a alternativa incorreta.

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3

457941201461427
Ano: 2021Banca: AMEOSCOrganização: Prefeitura de Belmonte - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê
Assinale abaixo a alternativa CORRETA em relação ao uso do porquê.
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4

457941200447777
Ano: 2024Banca: OBJETIVAOrganização: Prefeitura de Turuçu - RSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê | Dificuldades da Língua Padrão
Em relação ao uso correto dos porquês, relacionar as colunas e assinalar a alternativa correspondente.


(1) Por que.

(2) Porquê.

(3) Por quê.

(4) Porque.


( ) Tem valor de substantivo.

( ) Usado no final de sentenças. Pode ser substituído por “por qual razão”.

( ) Usado em perguntas. Pode ser substituído por “por qual motivo”.

( ) Usado em respostas. 
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5

457941200701456
Ano: 2016Banca: FAEPESULOrganização: Prefeitura de Nova Veneza - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê | Dificuldades da Língua Padrão

Quanto ao emprego dos porquês, qual das alternativas abaixo preenche corretamente as lacunas das seguintes frases:


I. Por favor, diga-nos _______________ as mentiras?


II. Ainda será necessário explicar os _______________ de tantas injustiças com aquelas pessoas.


III. Saíram de casa sem avisar a família. __________?


IV. Não compareceram às provas ___________ já haviam sido aprovados em outro concurso.


V. Estavam ansiosos _________ os resultados fossem rapidamente divulgados na reunião da empresa.

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6

457941200939031
Ano: 2023Banca: IBFCOrganização: SEC-BADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê | Uso de Letras Maiúsculas | Ortografia | Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal
Texto associado
Texto 2

A infração que mais incomoda o motorista é a mesma que cresce anualmente em SP

(Texto modificado especificamente para este concurso.
Texto original de Maurício Oliveira, no jornal
O Estado de S. Paulo, 29-09-22-
Economia e Negócios – B7)

   1º § O uso do celular é um problema para o trânsito nacional. A infração gravíssima aumenta o risco de acidentes em até 400%, atrapalha o tráfego e ______ (tem - têm) crescido anualmente. Ao mesmo tempo, é apontada como a atitude que mais incomoda outros condutores.

    2º § Levantamento divulgado pela concessionária CCR na última semana indica que para 31% dos motoristas o que mais irrita no trânsito é ver outra pessoa ao telefone enquanto ______ (dirige - dirije). O estudo foi realizado em 11 praças de pedágio no Estado de São Paulo e ouviu 8.979 pessoas.

   3º § Se incomoda ver o outro ao celular, ______ (porque - por que) grande parte da população não deixa de cometer essa infração gravíssima? O número de multas no Estado de São Paulo pelo uso do telefone ao volante quase dobrou, saltando de 6,9% no primeiro semestre de 2021 para 12,5% no mesmo período de 2022. Nada menos que 77,7% dessas multas foram registradas na capital, na qual 600 motoristas são flagrados por dia cometendo a irregularidade.
   
    4º § Apesar do nível semelhante de risco, o ato de usar celular ao volante ainda não sofre a mesma pressão social que dirigir alcoolizado e a prerrogativa legal é mais branda”, avalia Mauro Voltarelli, gerente de Educação Para o Trânsito do Detran-SP.
   
   5º § Essa infração gera sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$ 293,47. A autuação pode ser combinada com outro tipo de infração, a condução de veículo sem as duas mãos ao volante, com valor de R$ 130,16 e mais cinco pontos na carteira.
   

    6º § Voltarelli informa que, para quem está dirigindo, é proibido não apenas segurar o celular, mas também mexer no aparelho mesmo quando ele está no suporte instalado no painel. Outro ponto importante é que estar parado no semáforo ou em ritmo lento durante um congestionamento não são situações que liberam o uso do celular.

        Estudo

     7º § Qualquer distração acrescenta ao ato de dirigir uma série de variáveis que fogem do controle do motorista — e o celular se tornou a mais comum e perigosa das distrações. Conduzir um veículo é tarefa que exige atenção plena. “Infelizmente, muita gente ainda resiste a esse entendimento básico”, observa o médico Antônio Meira Jr., presidente da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) (...). 
Leia os parágrafos de 1º ao 3º do texto 2 e assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
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7

457941200565429
Ano: 2017Banca: IESESOrganização: IGP-SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê
Texto associado

                                         DIÁLOGO DE SURDOS

                                                      Por: Sírio Possenti. Publicado em 09 mai 2016. Adaptado de:

                                       http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4821/n/dialogo_de_surdos

                                                                                                                 Acesso em 30 out 2017.


      A expressão corrente trata de situações em que dois lados (ou mais) falam e ninguém se entende. Na verdade, esta é uma visão um pouco simplificada das coisas. De fato, quando dois lados polemizam, dificilmente olham para as mesmas coisas (ou para as mesmas palavras). Cada lado interpreta o outro de uma forma que este acha estranha e vice-versa.

      Dominique Maingueneau (em Gênese dos discursos, São Paulo, Parábola) deu tratamento teórico à questão (um tratamento empírico pode ser encontrado em muitos espaços, quase diariamente). [...]

      Suponhamos dois discursos, A e B. Se polemizam, B nunca diz que A diz A, mas que diz “nãoB”. E vice-versa. O interessante é que nunca se encontra “nãoB” no discurso de A, sempre se encontra A; mas B não “pode” ver isso, porque trairia sua identidade doutrinária, ideológica.

      Um bom exemplo é o que acontece frequentemente no debate sobre variedades do português. Se um linguista diz que não há “erro” em uma fala popular, como em “as elite” (que a elite escreve burramente “a zelite”, quando deveria escrever “as elite”), seus opositores não dirão que os linguistas descrevem o fato como uma variante, mostrando que segue uma regra, mas que “aceitam tudo”, que “aceitam o erro”. O simulacro consiste no fato de que as palavras dos oponentes não são as dos linguistas (não cabe discutir quem tem razão, mas verificar que os dois não se entendem).

      Uma variante da incompreensão é que cada lado fala de coisas diferentes.

      Atualmente, há uma polêmica sobre se há golpe ou não há golpe. Simplificando um pouco, os que dizem que há golpe se apegam ao fato de que os dois crimes atribuídos à presidenta não seriam crimes. Os que acham que não há golpe dizem que o processo está seguindo as regras definidas pelo Supremo.

      Um bom sintoma é a pergunta recorrente feita aos ministros do Supremo pelos repórteres: a pergunta não é “a pedalada é um crime?” (uma questão mérito), mas “impeachment é golpe?”. Esta pergunta permite que o ministro responda que não, pois o impedimento está previsto na Constituição.

      Juca Kfouri fez uma boa comparação com futebol: a expulsão de um jogador, ou o pênalti, está prevista(o), o que não significa que qualquer expulsão é justa ou que toda falta é pênalti...

      A teoria de Maingueneau joga água na fervura dos que acreditam que a humanidade pode se entender (o que faltaria é adotar uma língua comum, quem sabe o esperanto). Ledo engano: as pessoas não se entendem é falando a mesma língua.

      Até hoje, ninguém venceu uma disputa intelectual (ideológica) no debate. Quando venceu, foi com o exército, com a maioria dos eleitores ou dos... deputados.

                                                                                                                               Sírio Possenti

                                                                                                         Departamento de Linguística

                                                                                             Universidade Estadual de Campinas 

Observe: “B não ‘pode’ ver isso, porque trairia sua identidade”. O emprego dos porquês requer especial atenção. Dessa forma, analise as frases das alternativas a seguir e assinale a única INCORRETA.
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8

457941200670440
Ano: 2024Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê | Reescrita Textual | Análise Textual
Texto associado

        Nos países desenvolvidos, as práticas sociais de leitura e de escrita assumiram a natureza de problema relevante no contexto da constatação de que a população, embora alfabetizada, não dominava as habilidades de leitura e de escrita necessárias para uma participação efetiva e competente nas práticas sociais e profissionais que envolvem a língua escrita. Assim, na França e nos Estados Unidos da América (EUA), para limitar a análise a esses dois países, os problemas de illettrisme e d e literacy/illiteracy surgiram de forma independente da questão da aprendizagem básica da escrita.


        Na França, o illettrisme surgiu para caracterizar jovens e adultos do chamado Quarto Mundo (expressão que designa a parte dapopulação, desfavorecida) que nos países revelavam desenvolvidos, precário mais domínio das competências de leitura e de escrita, o que dificultava sua inserção no mundo social e no mundo do trabalho. Partindo do fato de que toda a população domina o sistema de escrita, porque passou pela escolarização básica, as discussões sobre o illettrisme se fazem sem relação com a questão do apprendre à lire et à écrire (a alfabetização escolar) e com a questão da alphabétisation (termo em geral reservado às ações desenvolvidas junto aos trabalhadores imigrantes, analfabetos na língua francesa).


        O mesmo ocorreu nos EUA, onde o foco em problemas de literacy/illiteracy emergiu, no início dos anos 80 do século passado, como resultado da constatação de que jovens graduados na high school não dominavam as habilidades de leitura demandadas em práticas sociais e profissionais que envolvem a escrita. Também nesse caso, as discussões, os relatórios, as publicações apontaram que o problema não estava na illiteracy (no não saber ler e escrever), mas na literacy (no não domínio de competências de uso da leitura e da escrita).


        O que se quer aqui destacar é que, tanto na França quanto nos EUA, os dois problemas — o domínio precário de competências de leitura e de escrita necessárias para a participação em práticas sociais letradas e as dificuldades no processo de aprendizagem do sistema de escrita, ou da tecnologia da escrita — são tratados de forma independente, o que revela o reconhecimento de suas especificidades e uma relação de não causalidade entre eles.


Magda Soares. Letramento e alfabetização: as muitas facetas.

Internet: www.scielo.br (com adaptações). 


Com base na estrutura e no vocabulário do texto precedente, julgue o item que se segue. 


Estaria mantida a correção ortográfica, mas não as relações sintáticas estabelecidas no segundo período do segundo parágrafo caso o vocábulo “porque” fosse reescrito como por que. 

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9

457941201770791
Ano: 2023Banca: OBJETIVAOrganização: Prefeitura de Inhacorá - RSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê
Em relação ao emprego dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA: 
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10

457941200699880
Ano: 2021Banca: AMEOSCOrganização: Prefeitura de Guaraciaba - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Por Que, Porque, Porquê, Por Quê
Texto associado
TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

AJUDANDO A CHORAR

A menina chegou em casa atrasada para o jantar.

Sua mãe tentava acalmar o nervoso pai enquanto pedia explicações sobre o que havia acontecido.

A menina respondeu que tinha parado para ajudar Janie, sua amiga, pois ela tinha levado um tombo e sua bicicleta tinha se quebrado.

- E desde quando você sabe consertar bicicletas? - perguntou a mãe.

- Eu não sei consertar bicicletas! - disse a menina, eu só parei para ajudá-la a chorar.

Não muitos de nós sabemos consertar bicicletas. E quando nossos amigos caíram e quebraram, não as suas bicicletas, mas suas vidas, poucas vezes tivemos capacidade para consertá-las. Não podemos simplesmente consertar a vida de outra pessoa, embora isso seja o que nós gostaríamos de fazer.

Mas como a menina, nós podemos parar para lhes ajudar a chorar. Se isso é o melhor que nós podemos fazer... e isso é muito!

Giani (adaptado). https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias. html
No trecho "A menina respondeu que tinha parado para ajudar Janie, sua amiga, POIS ela tinha levado um tombo e sua bicicleta tinha se quebrado ", se alterarmos a palavra destacada por outro de mesmo sentido, teremos:
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