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Em relação às ações policiais num contexto de generalização da insegurança e da reativação de estigmas socioespaciais que associam diretamente a pobreza com a violência, podemos observar que as periferias pobres das diferentes cidades são os espaços nos quais as violências legitimadas socialmente podem e são praticadas, em grande parte das vezes de forma indiscriminada – pelo simples fato de morar em um bairro pobre, o citadino está sujeito à suspeição do restante da sociedade e da polícia, o que faz com que seja tratado a priori como bandido.
MAGRINI, Maria. A gestão da (in)segurança urbana pelo estado: fragmentação das identidades e das sociabilidades cotidianas. Ariús, Campina Grande, v. 20, n.2, pp. 39- 57, jul./dez. 2014.
Para superar o problema socioespacial apresentado no texto, avalie se é necessário que os profissionais em ação:
I. respeitem a dignidade da pessoa humana dependendo de sua classe social, moradia, zona em que reside e cor da sua pele;
II. acatem a integridade física, moral e psíquica da pessoa do preso ou de quem seja objeto de incriminação;
III. exerçam a função pública, seja em zona central ou periférica, com honestidade, não aceitando vantagem indevida de qualquer espécie.
Está correto o que se afirma em
Em meio a um aumento generalizado da violência nas cidades norte-americanas, o presidente Joe Biden anunciou novas medidas para dificultar o acesso de criminosos a armas de fogo e garantir que a polícia tenha recursos suficientes para responder.
[...]
Biden admitiu que, para enfrentar essa crise, o primeiro desafio é combater o tráfico de drogas e o fluxo de armas, algo evidente em um país onde, para adquiri-las, basta ter mais do que ter mais de 21 anos e carteira de motorista, e preencher de formulário. Nos Estados Unidos, apenas cinco dos 50 estados proíbem a venda de fuzis de assalto a civis.
Disponível em: https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/
Cartas-do-Mundo/Carta-de-Nova-Iorque-Biden-tenta-impedir-
que-os-estadunidenses-continuem-se-matando-entre-
si/45/52657. Acesso em: 12 fev. 2022.
Brasil duplica o número de armas de fogo nas mãos
da população em três anos
Em 2020, alta na posse de armamentos foi de 97,1%
[...], segundo o anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Homicídios voltam a crescer após
dois anos de retração [...]
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2021-07-15/brasil-duplica-o-numero-de-armas-de-fogo-nas-maos-da-populacao-em-tres-anos.html. Acesso em: 12 fev. 2022.
A leitura dos dois trechos de reportagens indica que