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Walter Benjamin, em seu texto A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica, defende que “com a reprodutibilidade técnica, a obra de arte se emancipa, pela primeira vez na história, de sua existência parasitária, destacando-se do ritual. A obra de arte reproduzida é cada vez mais a reprodução de uma obra de arte criada para ser reproduzida. (...) No momento em que o critério da autenticidade deixa de aplicar-se à produção artística, toda a função social da arte se transforma. Em vez de fundar-se no ritual, ela passa a fundar-se em outra práxis: a política”.
Benjamin, um dos principais teóricos do movimento
que foi chamado de Escola de Frankfurt, ou
Teoria Crítica para alguns pesquisadores, acreditava
na obra de arte produzida em massa e para as
massas como veículo de transformação social, desde
que não estivesse sob o domínio das grandes
empresas capitalistas. Já Adorno e Horkheimer, também
teóricos da Escola de Frankfurt, responsáveis
pela criação do termo indústria cultural, possuíam
uma visão mais crítica da massificação da arte. De
acordo com estes autores, no texto A indústria cultural:
o esclarecimento como mistificação das massas,
capítulo do livro Dialética do Esclarecimento, tal crítica
consiste que a indústria cultural:
Existe em qualquer empresa uma preocupação com a imagem institucional que leva a um cauteloso arranjo de variantes tangíveis de comunicação em um todo coerente, para conseguir reconhecimento em meio à diversidade encontrada no mercado.
Segundo Strunch (2007), “Desde que nascemos, começamos a nos acostumar com um mundo de símbolos e logotipos. Esses símbolos são úteis a quem produz, vende e consome, porque distinguem e identificam a marca num contexto complexo global.”
O texto acima faz referência direta à(a)
Captain Blood é um filme norte-americano produzido pela Warner Bros, em preto e branco, de 1935. Na trama, Errol Flynn interpreta um personagem que é condenado por traição. Em dado momento, ele se torna líder de um navio pirata. Hasteada no mastro, a bandeira negra composta por um crânio de caveira com os ossos cruzados servia tanto para aterrorizar os tripulantes dos demais navios como para representar o código de conduta daquela embarcação em combate.
Para compreender o que representa aquela bandeira hasteada nos navios piratas, é necessário que os receptores: